terça-feira, 31 de maio de 2016

Sessão Solene celebrará dia do blogueiro na Câmara Legislativa
Emerson F. Tormann20:27


Na próxima terça (7/5), será realizado na Câmara Legislativa uma Sessão Solene em homenagem ao Dia do Blogueiro. O evento será aberto ao público e se estende aos familiares e amigos, por iniciativa da deputada distrital Luzia de Paula, com apoio da presidente da casa legislativa, Celina Leão.

Na próxima terça (7/5), será realizado na Câmara Legislativa uma Sessão Solene em homenagem ao Dia do Blogueiro. O evento será aberto ao público e se estende aos familiares e amigos, por iniciativa da deputada distrital Luzia de Paula, com apoio da presidente da casa legislativa, Celina Leão.

“Mais uma vez, fortalecendo a categoria de profissionais da esfera digital, a Câmara Legislativa abre suas portas para enaltecer quem faz e acontece nas mídias digitais. O blogueiro é o profissional da nova geração. Com vasta importância para nossa democracia”, Eldo Gomes, Coordenador Geral, Movimento dos Blogueiros de Brasília.

Durante a Sessão, alguns blogs serão homenageados e no final será realizado um pequeno evento de confraternização organizado por algumas lideranças como: aAssociação Brasiliense dos Blogueiros de Política – ABBP, presidida por Fred Lima, Associação de Ativistas Digitais – ASSAD, presidida por Jeová Rodrigues, Associação de Veículos de Comunicação Comunitária – ASVECOM, presidida pelo Edvaldo Brito e o Movimento Social dos Blogueiros e Novas Mídias de Brasília.

Programe-se

Sessão Solene em comemoração ao Dia do Blogueiro
Data: 7 de junho de 2015
Horário: 19 horas
Local: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Informações: (61) 3348-8242

CEB sai do vermelho
Emerson F. Tormann18:20

Presidente da CEB, Ari Joaquim da Silva




Em 2015, a fatura da energia elétrica impactou o bolso do consumidor brasiliense — em 12 meses, o reajuste da Companhia Energética de Brasília (CEB) acumulou 73,74%, índice sem o cálculo das bandeiras tarifárias. Os aumentos, somados às medidas de saneamento cirúrgicas (como limite de valor de gasto por celular funcional, corte de plano de saúde de aposentados) conseguiram tirar a companhia do vermelho. Depois de anos consecutivos negativos, o balanço da empresa mostra lucro de R$ 88 milhões. Com isso, a promessa, é de um 2016 com menos reajustes. O comunicado do índice será feito em outubro.

O capital comprometido com terceiros ainda é alto (87,3%), mas 10% inferior ao apresentado no ano passado. Dos R$ 360 milhões em dívidas registrados em 2015, restam R$ 200 milhões a serem pagos. Com a estrutura financeira menos sucateada do que em exercícios anteriores, o desafio da CEB é melhorar o serviço oferecido e cumprir as metas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em entrevista exclusiva ao Correio, o presidente da empresa, Ari Joaquim da Silva, conta como conseguiu diminuir as dívidas, critica os parâmetros severos da Aneel e diz que a companhia sentiu na pele a crise política e econômica brasileira.

A CEB fechou 2015 com saldo positivo. O reajuste de mais de 70% no ano passado e a permanência da bandeira vermelha ajudaram? Ou o senhor credita mais às medidas saneadoras implantadas?
O saldo positivo está mais relacionado às medidas saneadoras. O dinheiro de todas as medidas que vieram — bandeiras, e mesmo o reajuste extraordinário em março — não ficou na companhia. Os recursos vindos dos aumentos são para resolver o problema do setor energético como um todo. O dinheiro de tarifa que entra na companhia é o do reajuste que começou em agosto — aqueles 18,6% é o aumento que a companhia usufruiu. Todos os outros, a companhia era um veículo para acompanhar o dinheiro e transferir para o governo federal para sanear a questão nacional.

O assunto do momento são as crises institucional, política e econômica que o país vive. De alguma forma, isso chegou à CEB?
Isso atinge todas as empresas. Quando você tem uma instabilidade como essa, da falta de confiança, os investidores não investem, o consumidor não compra e a economia para. Nós da CEB, por exemplo, não conseguimos tirar a segunda parte do empréstimo que nos foi autorizado. Dois fatores impediram a segunda parte do empréstimo: o período que ficamos sem concessão — ela venceu em julho e só foi renovada em novembro. Depois disso, quando tínhamos concessão, a economia estava parada. Aí os bancos retraíram e nós não conseguimos pegar o empréstimo. Outra questão foi a queda no consumo de energia elétrica. No Centro-Oeste, caiu 3,2%. Na CEB, a retração foi de 1,3%. Isso porque aumentamos o número de consumidores em 3,2%, com novas residências e novos bairros, o que compensou.

No caso do empréstimo, a primeira parte foi de R$ 130 milhões. Quanto seria a segunda?
Tinha potencial para chegar a R$ 300 milhões.

Vocês pretendem pedir novos empréstimos?
Não esse valor todo. Uma coisa importante: em 2015, tínhamos um deficit no fluxo de caixa mensal grande. Agora, a partir de abril, a gente não tem mais deficit no fluxo de caixa. Com isso, a CEB começa a diminuir a sua dívida. Como a gente tinha fluxo de caixa, todo mês, a gente aumentava o saldo da dívida, porque tem deficit crônico. Quando eliminamos o deficit crônico, vamos diminuindo a dívida daqui pra frente. Sabe o que é começar com R$ 30 milhões de deficit e zerá-lo? Foi um esforço hercúleo.

Para 2016, diante da melhoria financeira da empresa, o consumidor terá reajuste menor do que os praticados nos últimos anos?
Com certeza. O reajuste vai ser menor que dos anos anteriores. Deve acompanhar o índice inflacionário, com variações pra cima ou pra baixo. A inflação de 2015 foi de 10%; em 2016, ela deve ser menor.

No ano passado, a CEB foi obrigada a entregar um plano de qualidade para a Aneel e, por enquanto, a companhia continua mal classificada no ranking da agência. Vocês estão conseguindo cumprir o plano?
Nós estamos cumprindo todas as metas estabelecidas pelo plano de resultados com a Aneel. A Aneel hoje tem uma imagem da CEB muito diferente da que tinha no passado. Inclusive, em um pronunciamento de um diretor, ele citou a CEB como exemplo de empresa estatal que, ao mudar a administração, teve sucesso. Quando você fala no plano de resultado, ele tem três componentes principais: a questão econômico-financeira, a qualidade e o atendimento. A Aneel disse que, se chamasse as empresas para fazer um novo plano de resultados, o desempenho da CEB a tiraria do grupo de empresas que tinha que apresentar um plano de resultados. A CEB não estaria mais entre as 16 piores. Quando você coloca os três indicadores que eu falei, a CEB saiu da posição 10 para a 21.

Mas quando a análise é qualidade de serviço, ela ainda continua em 30ª…
Continua na mesma posição. Ela não piorou nem melhorou. Tivemos uma greve no fim do ano e seguramos os índices; por isso, a melhora foi pequena. Mas os nossos indicadores já melhoraram bastante em 2016. Você não muda um indicador desse de um dia para o outro. Entre dezembro de 2015 e março deste ano, tivemos 1h45 de redução de interrupção do serviço. Uma coisa extraordinária. Esse ganho nos últimos quatro meses mostra que as ações que foram feitas começaram a surtir efeito.

Em 2015, o senhor disse que a CEB passava por uma crise severa. Como melhorar indicadores sem dinheiro para investimentos em infraestrutura?
Mesmo com todas as dificuldades financeiras, investimos perto de R$ 80 milhões (R$ 77,8 milhões). Embora a progressão dos indicadores da Aneel tenha sido pequena, a CEB começou o ano de uma forma e terminou de uma outra muito diferente e melhor. Entre 2014 e 2015, você tem uma outra companhia: uma empresa que tinha um prejuízo de R$ 150 milhões e terminou com lucro de R$ 88 milhões.

Com a casa arrumada em relação às finanças, o foco será na qualidade?
Com toda certeza. No ano de 2016, estamos atuando no saneamento financeiro, isso é permanente. E, agora, vamos ter recursos para investir mais na planta, na rede de energia elétrica e, com isso, vamos ter, como consequência, a melhoria da qualidade do serviço.

A CEB tem chances de sair da 30ª posição entre as piores distribuidoras pelo ranking da Aneel?
Os indicadores da Aneel variam entre localidades; em algumas, a tolerância é muito maior. Eu acho que é uma forma muito injusta de fazer essa medição. Compara coisas desiguais. Uma empresa não é feita de um segmento, a empresa é o conjunto. O carro anda sem o câmbio funcionando? Se eu olho isoladamente, posso tirar uma conclusão errada da empresa. Tem que olhar a globalidade. Não posso olhar uma árvore, tenho que olhar a floresta. Além disso, o indicador da CEB é medido em março, no momento crítico, das chuvas. Em outras empresas, não é no momento crítico.

A dívida da CEB é de R$ 360 milhões. Conseguiram diminuir esse número?
Reduzimos. Está na ordem de R$ 200 milhões. Saneamos a companhia, fizemos investimentos e ainda reduzimos a dívida.

No ano passado, a Câmara Legislativa autorizou a CEB a vender as suas participações em empresas de geração de energia. Em que pé está?
Neste momento, estamos preparando a documentação para fazer o processo de venda.

Já tem um produto que deve ser vendido primeiro?
Geralmente, é feito assim: você contrata uma instituição financeira especializada nesse tipo de processo para ela fazer uma avaliação dos ativos. Depois, eles podem ser colocados a venda. Estamos na fase de avaliação dos ativos.

Qual será o prazo final para concretizar a venda de ativos?
Nosso objetivo é até setembro.

Quanto a CEB vai arrecadar com essa venda?
O que a gente disse na Câmara dos Deputados é que o valor está sendo calculado. Mas a gente imagina que o valor será, no mínimo, R$ 500 milhões.

Se vocês têm uma dívida de R$ 200 milhões e vão receber R$ 500 milhões, devem usar o restante para investimentos e melhoria da companhia?
Temos dois objetivos com esse dinheiro. O primeiro é pagar as dívidas reconhecidas e reduzir o passivo da companhia. Vamos dar prioridade para as dívidas caras, de juros elevados. Em segundo, vamos fazer os investimentos necessários para melhorar ainda mais o serviço e, evidentemente, quitar cotas vencidas.

A venda será de toda parte de geração da CEB?
Sim. Vamos vender, por exemplo, Lajeado, Corumbá III, Corumbá IV.

A Celg vendeu geração e teve muitos problemas seguintes: a companhia se endividou, os parâmetros de qualidade caíram... A CEB tem essa preocupação?
Não. A ideia desse dinheiro é para capitalizar a CEB Distribuição.

Fonte: Correio Braziliense
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Mudança no ICMS de energia tem alta chance de aprovação
Emerson F. Tormann14:35

Do Rio - O projeto de lei que muda a repartição do ICMS referente à produção de energia tem alta chance de aprovação nos próximos 180 dias, segundo levantamento do grupo Estudos Legislativos e Análise Política do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap/Ello) para o Valor Política.

Além dele, há oito projetos de lei com impacto econômico pautados pela Câmara dos Deputados e pelo Senado com alta ou muito alta probabilidade de aprovação em seis meses, de acordo com o Cebrap/Ello. Ao todo, 58 projetos estão na lista desta semana. A projeção sobre o potencial de estas propostas virarem leis é feita com base em um modelo estatístico que considera o histórico de votações do Legislativo desde 1988.

Os deputados apreciam três itens com alta probabilidade de aprovação, entre eles o PLP 163/2015, que altera a forma de cálculo do valor da energia elétrica produzida em usinas, para fins de repartição do ICMS. A proposta compensa os municípios que sediam usinas hidrelétricas e que perderam receita com a queda do preço da energia devido as mudanças no setor elétrico em 2013, ao propor que a quota-parte de ICMS destas cidades corresponderá à quantidade de energia produzida multiplicada pelo preço médio da energia hidráulica comprada das geradoras pelas distribuidoras.

Os outros dois projetos na Câmara são a MP 715/2016, que abre crédito de R$ 316 milhões para o Fundo de Garantia-Safra, e o PL 3796/2004, que institui a Política Nacional de Orientação, Combate e Controle dos Efeitos Danosos da Exposição ao Sol.

No Senado, está a proposta com mais alta chance de aprovação: é a Medida Provisória 712/2016, que define ações para o controle de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Ela cria um programa de desoneração do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas que doarem recursos para combater o vírus. Os senadores analisam ainda, com alta chance de aprovação, a MP que promove alterações no setor elétrico, com benefícios para empresas Eletrobras do Norte; a PEC que altera o regime de pagamento de precatórios; o projeto de resolução que estabelece um teto para a dívida consolidada da União; o projeto que aumenta o prazo permitido para contratos de prestação de serviços entre empresas; e a MP que federaliza trechos de rodovias federais transferidos aos Estados pela União.

O Decisão Legislativa é um serviço exclusivo, desenvolvido em parceria com o Cebrap/Ello, para acompanhar o processo decisório no Congresso Nacional sobre temas relevantes para a economia.

Fonte: Valor Econômico
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domingo, 29 de maio de 2016

Eficiência energética é questão de sobrevivência para empresas
Emerson F. Tormann17:30

Por Fernando Saliba, da EDP
Eficiência energética é questão de sobrevivência para empresas

Para garantir o fornecimento de energia no longo prazo, é importante que as duas frentes de atuação – aumento da oferta e consumo eficiente - sejam trabalhadas


O Brasil possui centenas de empreendimentos de geração de energia que entrarão em operação nos próximos anos, de modo a se preparar para o aumento de demanda e reforçar a segurança energética do País. O maior equilíbrio da matriz energética do Brasil com a construção de novas usinas é um dos pontos fundamentais para o mercado atingir uma relação mais igualitária entre oferta e demanda. Paralelamente, contudo, é possível um resultado igualmente relevante via implementação de projetos de eficiência energética, ou seja, pelo aproveitamento eficaz da energia já disponível.

Para garantir o fornecimento de energia no longo prazo, é importante que as duas frentes de atuação – aumento da oferta e consumo eficiente - sejam trabalhadas. No entanto, embora a eficiência energética já se configure como uma alternativa difundida em mercados desenvolvidos, como na Europa e nos EUA, no Brasil ainda há muito para se avançar.

O maior esforço a ser explorado se concentra nos setores de serviços, indústria e comércio. Devido a questões de escala e da natureza das áreas de negócio, que demandam grandes quantidades de energia nos processos produtivos e nas operações, naturalmente há um desperdício energético maior, embora também haja significativo espaço a ser explorado no mercado residencial.

O ambiente econômico desfavorável, marcado pela retração econômica, aceleração da inflação e aumento nas taxas de juros, pode desestimular muitos empresários a investir nesse momento. Entretanto, é justamente em períodos de crise em que a eficiência energética se faz necessária para as empresas, cujos gastos com energia podem superar o patamar de um milhão de reais por ano. Ao adotar um projeto de eficiência energética, a companhia aumenta a renda disponível para investimentos, por exemplo, tornando-a mais competitiva para quando houver a recuperação da atividade econômica. Desse modo, a eficiência energética é, sobretudo, uma questão de sobrevivência para as empresas.

Há diversos modelos de contratos disponíveis para demandar um projeto de eficiência energética, de modo que há farta gama de opções para atender a todos os perfis. O mais comum é o contrato de performance, no qual o cliente moderniza seus equipamentos sem realizar desembolsos e com o risco transferido à empresa responsável pelo projeto. Nesse contexto, é a contratada quem realiza todos os investimentos. O pagamento é feito com uma parcela da redução na conta de energia e, após quitado todo o valor estabelecido contratualmente, o cliente se beneficia com a redução integral da conta de energia.

Esse modelo foi colocado em prática, por exemplo, no Taubaté Shopping. Com a troca de equipamentos no sistema de iluminação e de força motriz, a EDP Brasil reduziu em cerca de 70% o consumo nas áreas em que o projeto de iluminação foi implementado e em 44% no sistema motriz, gerando uma economia anual ao cliente estimada em R$ 328,9 mil.

Há outros modelos que podem ser contratados pelos clientes. Entre eles está o B.O.T., destinado especialmente para projetos que envolvem operação e manutenção de equipamentos. A contratada se responsabiliza por construir e manter os equipamentos necessários para a eficiência energética, transferindo a titularidade dos equipamentos ao cliente no final de um prazo pré-estabelecido. Semelhante ao contrato de performance, o pagamento é realizado via redução no consumo de energia.

Além do claro benefício econômico às empresas que optam por implementar projetos de eficiência energética, toda a sociedade se beneficia com as melhores práticas sustentáveis. Afinal, ainda mais ecologicamente responsável do que produzir energia a partir de fontes limpas é, simplesmente, reduzir o consumo.

Fernando Saliba é diretor da EDP Comercialização & Serviços
Fonte: Canal Energia

sábado, 28 de maio de 2016

Distrito Federal ganha nono dígito neste domingo 29
Emerson F. Tormann16:33

Usuários terão quatro meses para se adaptar à mudança, e só depois de 5 de setembro as ligações com apenas oito números não serão mais completadas. Operadoras disponibilizam aplicativos para atualização de agendas

9º Dígito celulares Brasília DF

Amanhã, todos os celulares de Discagem Direta à Distância (DDDs) iniciados com 6 passam a ter o nono dígito. Será preciso acrescentar o número 9 na frente da combinação de cada linha telefônica. A mudança ocorre no Distrito Federal (61) e nos estados de Goiás (61, 62 e 64), Tocantins (63), Mato Grosso (65 e 66), Mato Grosso do Sul (67), Acre (68) e Rondônia (69). O principal objetivo da medida é aumentar as possibilidades de combinações e ampliar o volume de linhas disponíveis. Não há alterações em telefones fixos. Porém, quando o usuário for ligar de um fixo para um celular, o nove é necessário.

A Anatel prevê quatro meses de adaptação à mudança. Por isso, a partir de domingo até 7 de junho, as chamadas serão realizadas normalmente, discando apenas os oito números de origem ou acrescentando o número 9 na frente. A partir de 8 junho, até 5 de setembro, os usuários que efetuarem as chamadas sem o novo dígito ouvirão uma mensagem orientando sobre o novo formato de discagem. Somente após esse período, as chamadas com a discagem incompleta não serão realizadas.

Entre os objetivos da medida, estão o aumento da expansão de disponibilidade de números para a telefonia celular, a garantia de números para as novas aplicações e serviços e a padronização de chamadas no país todo. Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, essa medida demandará da sociedade a realização de eventuais ajustes em aparelhos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos PABX e agendas de contatos.

O coordenador de numeração da Anatel, Afonso Feijó, explicou que havia outra alternativa para viabilizar a capacidade de novas linhas telefônicas, com a criação de mais um número DDD para as regiões mais sobrecarregadas, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas para isso seria necessário discar 11 dígitos para efetuar ligações locais. Diante da grande confusão do excesso de números, a Anatel optou pelo acréscimo do nono dígito, a fim de criar um modelo padrão para todo Brasil. “A escolha proporcionou quase o dobro da oferta de novos números, de 37 milhões para 90 milhões, só na cidade de São Paulo”, afirmou.

» Saiba mais sobre o 9º dígito no site da ANATEL

O nono dígito já foi implementado em 17 unidades da Federação. Para completar o país, depois dos três estados do Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás), dos três do Norte (Tocantins, Acre e Rondônia) e do Distrito Federal, cuja mudança começa neste domingo, faltará apenas a Região Sul para que celulares de todo o país tenham nove dígitos. A mudança em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e Paraná, cujos DDDs iniciam com 4 e 5, começará em novembro. “Os custos gerados são absorvidos pelas prestadoras de serviço, para não prejudicar o consumidor”, assegurou Feijó.

Atualização

Apesar de simples, a medida ainda é desconhecida de muita gente. Para informar os clientes, as operadoras estão enviando mensagens de texto (SMS), alertando sobre a mudança. As empresas também publicaram anúncios, veicularam propagandas e têm enviado a informação nas faturas dos clientes. Todas elas disponibilizam aplicativos que simplificam a atualização da agenda do celular.

Para quem preferir, a Leucotron Telecom, empresa que desenvolve soluções em telecomunicações, também disponibiliza o aplicativo 9º Dígito que realiza, de forma automática, a inclusão do nono dígito. “O objetivo é executar a mudança de forma automática, otimizando o tempo na gestão das agendas das pessoas”, esclareceu Antonio Claudio de Oliveira, diretor de negócios da empresa.

O diretor do Sindicato Nacional de Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Sérgio Kern, atribui a inclusão do nono dígito à necessidade de expansão que se deu inicialmente na cidade de São Paulo e se espalhou por todo território brasileiro. “Achamos a medida importante, pois, sem o recurso de numeração, a comunicação ficaria impossível. A mudança é gradativa, tranquila e transparente; além disso, a medida não causa nenhum transtorno ao consumidor, as pessoas se adaptam rapidamente”, assegurou.

Nem todo mundo, no entanto, gostou da medida. “Já que há tanta necessidade de mais disponibilidade de números, as empresas de telefonia deveriam se reunir para criar algum tipo de tecnologia que não interferisse nos hábitos já enraizados pelos clientes”, reclamou o gestor financeiro, Wilson Raelison, 23 anos.

A estudante Marina Ferreira, 20, acredita que o governo deveria rever outras coisas presentes no sistema telefônico antes de acrescentar mais um dígito. “Acho que a medida vai trazer muita melhoria no atual sistema, mas vejo dificuldade para as pessoas mais idosas. Geralmente, elas não têm facilidade de ligar. Acrescentar mais um dígito é outro desafio”, disse.

Marina reclamou que os celulares já têm oito dígitos. “É número demais para lembrar. Às vezes, tem o DDD e o código da operadora. Os contatos da agenda vão ficar parecendo uma periódica”, brincou. “Minha mãe, por exemplo, não vai se acostumar ao novo método tão cedo. Os números ficam anotados para que ela não esqueça”, contou.

Facilidade

O aplicativo 9º Dígito Leucotron é gratuito e está disponível para plataformas Android, nas lojas Google Play, e para IOS, na Apple Store. Funciona para todas as operadoras e permite relacionar os números que serão modificados, adicionar DDD e incluir Código de Seleção de Prestadora (CSP). O aplicativo identifica as operadoras que já estão trabalhando com o nono dígito e merecem o acréscimo do nove.

Fonte: CB

sexta-feira, 20 de maio de 2016

NBR IEC 62722-2-1 de 05/2016: o desempenho das luminárias LED
Emerson F. Tormann17:25


As luminárias LED


A NBR IEC 62722-2-1 de 05/2016 - Desempenho de luminárias - Parte 2-1: Requisitos particulares para luminárias LED especifica os requisitos de desempenho para luminárias LED, juntamente com métodos de ensaios e condições requeridas, para mostrar conformidade com esta norma. Aplica-se às luminárias LED de uso geral, onde é requisitado desempenho operacional.

Os seguintes tipos de luminárias LED são distinguidos: Tipo A – Luminárias que usam módulos de LED que atendem aos requisitos da IEC 627171; Tipo B – Luminárias que usam módulos de LED que não atendem aos requisitos IEC 62717; Tipo C – Luminárias que usam lâmpadas LED e atendem aos requisitos da IEC 62722-1. Os requisitos desta norma estão relacionados somente ao ensaio de tipo.

Esta norma não cobre as luminárias LED que produzem luz colorida intencionalmente; muito menos cobre luminárias que utilizam OLED (LED orgânico). Estes requisitos de desempenho são adicionais aos requisitos da IEC 62722-1, Seções 1 a 9, exceto nesta parte 2-1, onde são especificados métodos alternativos de medição ou limites.

Como esta norma foi simultaneamente desenvolvida e editada com a norma para módulos de LED, onde for apropriado, os requisitos fornecidos pela IEC 62717 de módulos podem ser transferidos para luminária inteira. A vida útil das luminárias LED é, na maioria dos casos, muito maior do que a praticada nos ensaios.

Consequentemente, a verificação das afirmações de vida útil pelos fabricantes não pôde ser ensaiada de forma suficientemente confiável. Por essa razão, o nível de aceitação ou rejeição da declaração de vida útil por um fabricante, passado 25 % da vida útil nominal (com o máximo de 6 000 h), está fora do escopo desta norma.

Ao contrário da validação de vida útil, esta norma optou por definir categorias de manutenção de lumens em ensaios finitos. Portanto, o número da categoria não implica uma previsão da vida útil alcançada. As categorias são características de depreciação do fluxo luminoso, mostrando o comportamento de acordo com as informações do fabricante que as providenciou antes do ensaio ser realizado.

A fim de validar a afirmação da vida útil, um ensaio de extrapolação de dados é necessário. Um método geral de projetar os dados de medição para além do tempo de ensaio está sob consideração. Para explicações de métricas de vida útil, consultar a IEC 62717, Anexo C.

A expectativa é que as luminárias LED possam ligar e operar satisfatoriamente em tensões entre 92 % e 106 % da tensão de alimentação nominal e em um ambiente com temperatura de acordo com o intervalo declarado pelo fabricante. A avaliação de LOR (relação de saída de luminosidade) para luminárias LED está sob consideração.

As luminárias LED são as que incorporam fontes de luz LED. Elas têm módulos de LED com o mesmo método de controle e operação (semi-integrado, integrado); módulos de LED com a mesma classificação, de acordo com os métodos de instalação (referência é feita na NBR IEC 62031:2013, Seção 6) e utilizando os módulos LED de uma mesma família como especificado na IEC 62717:2014, Seção 6.2 e a mesma classe de proteção contra choques elétricos; as mesmas características de projeto, distinguidas por características de materiais comuns, componentes e/ou métodos de processamento e gerenciamento de calor.

A primeira edição da IEC 62722-2-1, de desempenho de luminárias LED no segmento de iluminação geral, reconhece a necessidade de ensaios pertinentes para luminárias usando uma nova fonte de luz, algumas vezes chamada de “luz de estado sólido”. Esta publicação foi desenvolvida paralelamente e editada simultaneamente com as normas de luminárias para uso geral e módulos de LED.

As alterações na norma de desempenho de luminárias terão impacto nas normas de módulos e vice-versa, devido ao comportamento do LED. Portanto, no desenvolvimento da IEC 62722-2-1, houve consulta mútua dos especialistas dos dois produtos.

As disposições da norma representam o conhecimento técnico de especialistas da indústria de semicondutores (chip de LED), bem como da indústria elétrica de fontes de luz e luminárias. As condições para os ensaios elétricos e características fotométricas, manutenção do fluxo luminoso e vida útil são dadas no Anexo A.

Em todos os ensaios são medidos “n” luminárias LED do mesmo tipo. O número “n” deve ser o mínimo de produtos dados na Tabela 3. As luminárias LED usadas em ensaios longos não podem ser utilizadas em outros ensaios.

Cada amostra de luminária deve atender a todos os ensaios pertinentes, com exceção dos ensaios de 10.3, onde uma amostra é requerida para cada um dos três ensaios separadamente mencionado na Tabela 2 e na Tabela 3. No intuito de reduzir os tempos de ensaio, o fabricante ou fornecedor responsável pode submeter luminárias adicionais ou partes de luminárias, desde que estas possuam o mesmo material e design das luminárias originais e que os resultados dos ensaios sejam os mesmos, se forem realizados em uma luminária idêntica.

As luminárias LED que possuem controle dimerizável devem ser ajustadas no máximo valor de saída para todos os ensaios. As com ponto de cor ajustável devem ser ajustadas e definido um valor fixo, conforme indicado pelo fabricante ou fornecedor responsável. As de geometria linear e variação no comprimento devem ser ensaiadas no comprimento que os parâmetros são dados (por exemplo, desempenho por x cm).

Somente os ensaios para medição do desempenho inicial são realizados, quando o módulo de LED é operado dentro de sua temperatura limite tp. As informações para o projeto da luminária dadas na IEC 62717, Seção B.1, requerem módulos LED para serem operados dentro de suas temperaturas-limite tp.

A temperatura tp deve ser medida de acordo com o procedimento do ensaio térmico definido na NBR IEC 60598-1:2010, 12.4(funcionamento normal). Quando a luminária é operada em sua própria temperatura ambiente nominal máxima para o desempenho (tq), o limite tp (para o desempenho declarado - Tabela 2, IEC 62717) de módulos de LED que operam no interior da luminária não pode ser ultrapassado.

A tensão de ensaio para a luminária deve ser 1,00 vez a tensão nominal da luminária. Em luminárias destinadas a serem alimentadas com corrente constante, a corrente de ensaio deve ser de 1,00 vez a corrente nominal da luminária.

Para as luminárias de rodovias e as de iluminação de rua e os projetores destinados para uso externo somente, a redução da temperatura medida de acordo com a NBR IEC 15129:2012, 3.12.1 e a IEC 60598-2-5:2015, 5.12.1, respectivamente, não pode ser aplicada para a temperatura de tp do módulo de LED. A temperatura de desempenho ambiente tq é medida em um compartimento à prova de corrente de ar, como a temperatura do ar, em uma posição perto de uma das paredes perfuradas em um nível com o centro da luminária (ver item e) da NBR IEC 60598 -1:2010, Seção K.1. da IEC 62717:2014, Seção 7, se aplicam às luminárias LED.

No caso de a potência não ser constante, a média da potência é medida em um tempo apropriado. A luminária pode conter componentes (por exemplo, controladores digitais ou sensores) que não estão consumindo potência constante, mas pode estar no modo de espera stand by e, em seguida, entrar em operação e consumir potência.

A vida útil da luminária LED pode ser muito maior do que a realmente verificada na prática nos ensaios. Além disso, a depreciação na emissão de luz varia de fabricante para fabricante fazendo com que o método de suposição geral seja dificultado. Esta norma optou por categorias de manutenção do fluxo luminoso que cobrem a depreciação inicial do fluxo luminoso até um tempo operacional estabelecido em 6.1.

Devido a este tempo de ensaio limitado, não é possível ser confirmada a declaração de vida de luminárias LED, muito menos rejeitar na maioria dos casos. A vida útil de uma luminária refere-se às projeções de manutenção do lúmen das fontes de luz de LED integrados em que a luminária ou o número de horas que uma luminária LED vai entregar uma quantidade suficiente de luz em uma determinada aplicação.

A vida da luminária, por outro lado, tem a ver com a confiabilidade dos componentes de uma luminária LED como um sistema, incluindo os eletrônicos, materiais, invólucro, cabos, conectores, selos, e assim por diante. Todo o sistema dura apenas até vida mais curta do componente crítico, mesmo que seja um componente crítico com selagem a intempéries, um elemento óptico, um LED, ou qualquer outra coisa.

A partir deste ponto de vista, fontes de luz LED são simplesmente um componente crítico entre muitos - embora sejam muitas vezes o componente mais confiável em todo o sistema de iluminação. Se uma luminária LED estiver equipada com um módulo de LED substituível, a vida da luminária pode ser dissociada do módulo de LED e de sua vida. Isso traz a vida da luminária mais perto da definição atual da vida da luminária para fontes de luz convencionais.

FONTE: Equipe Target
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Alunos do Senai ajudarão moradores do DF a captar sinal digital de TV
Emerson F. Tormann13:52

Foto: Emerson F. Tormann

Grupo vai percorrer as ruas de Taguatinga e Ceilândia no fim de semana.
Desligamento do sinal analógico ocorre em 26 de outubro em Brasília.

Alunos do Senai vão percorrer as ruas de Taguatinga e Ceilândia – duas das regiões administrativas mais populosas do Distrito Federal – no fim de semana para ajudar moradores a instalar o conversor para o sinal digital de TV. O anúncio foi feito em aula inaugural nesta quarta-feira (18), com o governador Rodrigo Rollemberg. Ele destacou o desafio de Brasília ser a primeira capital a desligar o sinal analógico.

"A mudança será significativa para todos nós. É o início de um novo tempo das telecomunicações", afirmou o chefe do Executivo local.

Os estudantes são dos cursos técnicos de telecomunicações, de eletrotécnica, de redes de computadores, e de eletricista e instalador residencial. De quinta-feira (19) até domingo (22), os 1,2 mil alunos receberão treinamentos teórico e prático de engenheiros de uma empresa de comunicação e do Senai e serão acompanhados por eles nas visitas. Haverá aulas nos períodos matutino, vespertino e noturno.

O sinal analógico de TV será desligado em Brasília em 26 de outubro. No mesmo dia, algumas cidades do entorno do DF (Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás) também passarão a contar com o digital. Rio Verde (GO) foi o primeiro município brasileiro a ter o sinal analógico desligado, em 1º de março.

Em 4 de abril, o governador Rodrigo Rollemberg recebeu o então ministro das Comunicações, André Figueiredo, para tratar da mudança do sinal. Segundo o Ministério das Comunicações, a partir de 2 de junho, 370 mil conversores serão distribuídos gratuitamente a famílias de baixa renda do DF e das nove cidades do Entorno que terão acesso ao sinal digital. Os beneficiários podem marcar a instalação pelo telefone 147 ou pelo site sejadigital.com.br.

Fonte: G1

Conta de energia vai cair a partir de julho, prevê Aneel
Emerson F. Tormann11:02



A conta de luz vai cair a partir de julho. De R$ 190 milhões a R$ 200 milhões serão economizados com o acionamento de um número mínimo de usinas térmicas, que produzem energia a um preço mais elevado do que as hidrelétricas. Com a recuperação dos reservatórios e a queda do consumo, será possível abrir mão das térmicas e o preço de venda da eletricidade volta a ser o principal critério de definição das usinas que devem ser interligadas à rede nacional de transmissão.

Segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, os consumidores serão beneficiados nas datas de revisão tarifária das suas distribuidoras de energia. Cada uma das distribuidoras tem uma data no ano em que definem com a agência reguladora a tarifa de energia para os 12 meses seguintes. Nesse processo, é considerado o custo da tarifa que pagam às usinas geradoras. Quanto menos térmicas forem acionadas, menor o valor do megawatt-hora e a conta de luz.

A Eletropaulo, distribuidora de São Paulo, revisará a tarifa em julho e já deve considerar no cálculo a queda do custo da energia. A Light, do Rio, passará pelo mesmo processo em novembro. Mas o consumidor só deve perceber a retração da conta, de fato, no ano que vem, segundo Luiz Eduardo Barata, diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo ele, somente após um período mais longo de preços de venda de eletricidade mais baixos a redução tem efeito sobre o custo das distribuidoras e a conta de luz.

Barata assumiu o ONS na última terça-feira (17) depois de deixar o Ministério de Minas e Energia. Na primeira reunião que coordenará, para definir as usinas que serão acionadas para cobrir a demanda de eletricidade em junho, vai indicar a retomada do método que prioriza o critério preço, conhecido no setor como “despacho por ordem de mérito”.

“Muitas vezes, por uma questão de responsabilidade, o ONS ignora o que indica o modelo (de preço) e despacha um número maior de térmicas”, disse ele. O cenário atual, porém, permite abandonar essa prática. O operador já vem optando, gradativamente, por acionar cada vez mais hidrelétricas, o que permitiu reduzir a tarifa de energia e chegar à bandeira verde da conta de luz.

Ainda assim, o número de térmicas interligadas ao sistema é superior ao ideal. Ao todo, 7,5 mil megawatts (MW) de capacidade térmica estão sendo acionados mensalmente pelo operador. A perspectiva, a partir de agora, é limitar o volume a 3,5 mil MW, quase à metade.



Banco dos Brics aprova US$ 800 milhões para projetos de energia renovável
Emerson F. Tormann10:54

Foto: Intel Free Press/Flickr/(cc)


O Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics deverá liberar novos fundos para investimento em projetos de energia renovável


O novo Banco de Desenvolvimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) aprovou o financiamento de um total de US$ 811 milhões a bancos e instituições para o investimento em projetos de energia renovável. O anúncio confirma as diversas declarações do presidente do banco, KV Kamath, afirmando que o primeiro financiamento da instituição financeira seria para renováveis.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) do Brasil recebeu o maior valor para investimentos, com total de US$ 300 milhões. A linha de crédito será usada para a geração de 600 MW de energia por meio de fontes renováveis. O banco Indiano Canara Bank vai receber US$ 250 milhões, sendo US$ 75 milhões reservados para a geração de 500 MW de energia renovável.

A companhia sul-africana Eskom Holding SOC Ltd vai receber o financiamento de US$ 180 milhões, que serão usados para a implementação de redes de transmissão e geração de energia renovável. A Eskom precisa melhor a sua rede de transmissão para poder suprir o aumento recente da capacidade elétrica no país devido a novas fontes de energia renovável. O financiamento também será usado para gerar mais 500MW em renováveis.

A empresa chinesa Shanghai Lingang Hongbo New Energy Development Co. vai receber US$ 81 milhões para financiar a geração de 100MW por meio de painéis solares.

Além do valor anunciado, o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics deverá liberar novos fundos para investimento em projetos de energia renovável. A demanda por esse tipo de financiamento é alta em todos os países membros dos Brics, exceto a Rússia. A China e a Índia possuem as mais altas metas para uso de renováveis no mundo. A África do Sul e o Brasil também possuem objetivos muito ambiciosos em relação a geração de energia renovável.

(Por Saurabh Mahapatra, do Clean Technica)

Célula solar híbrida bate recorde com 25,5% de eficiência
Emerson F. Tormann10:51


Quando apareceram pela primeira vez, em 2009, as células solares de perovskita tinham uma eficiência de 3,8%, o que já era bastante por se tratar de um material que apenas começava a ser explorado.

De fato, com suas propriedades fotovoltaicas impressionantes, as perovskitas tornaram-se um tema de investigação vigorosa em todo o mundo, começando a ameaçar as células solares de silício quando alcançaram a casa dos 15% de eficiência, tornando-se então um dos materiais mais promissores não apenas para fabricação de células solares, mas também de LEDs.

Agora, uma equipe da Universidade Politécnica de Hong Kong criou uma célula solar híbrida de perovskita e silício na qual os dois materiais funcionam em série, resultando em um recorde de eficiência de conversão de energia solar em eletricidade de 25,5%.

A meta da equipe agora é aprimorar o processo de fabricação das células solares híbridas

Se essa inovação conseguir migrar do laboratório para o mercado, estima-se que a energia solar possa ser gerada a um custo de US$ 0,35/W, em comparação com os US$ 5/W atuais - com base no custo das células solares de silício disponíveis no mercado.

Combinação de materiais
Como a luz do sol é composta por uma multiplicidade de comprimentos de onda - ou cores - uma combinação de diferentes materiais pode tornar as células solares mais eficientes ao absorver uma parte maior do espectro solar.

Neste caso, a equipe montou uma camada tripla de perovskita, cada uma com uma espessura precisamente ajustada, que foram tornadas altamente transparentes graças a uma morfologia superficial inspirada nas pétalas de rosa.

Escala industrial
Essa tricamada de perovskita captura os fótons de comprimento de onda mais curtos, e deixa passar o restante de luz, que então atinge a camada de silício que vai logo abaixo e se encarrega de absorver os fótons com comprimentos de onda mais longos.

A meta da equipe agora é aprimorar o processo de fabricação das células solares híbridas para que seja viável produzi-las em escala industrial. Mas eles afirmam que não deram o trabalho de aumento de eficiência por encerrado, acreditando ser possível atingir índices ainda maiores do que os já impressionantes 25,5%.

(Via Inovação Tecnológica)

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Lei que fortalece o Procel e eficiência energética é sancionada
Emerson F. Tormann14:48


No setor energético, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei nº 13.280 que disciplina a aplicação de recursos das empresas de energia elétrica a programas de eficiência energética. O texto está publicado no Diário Oficial da União (DOU), sem vetos ao projeto que foi aprovado pelo Congresso Nacional em abril e teve origem no projeto de Lei do Senado nº 430/2011.

A lei reserva 20% dos recursos que as empresas aplicam em eficiência energética ao Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) - conforme disposto na Lei nº 9.991/2000 - e estabelece que as distribuidoras poderão aplicar até 80% dos recursos de seus programas de eficiência energética em unidades consumidoras beneficiadas pela Tarifa Social de Energia Elétrica, em comunidades de baixa renda e em comunidades rurais. Calculando com base nos recursos alocados pelas distribuidoras nos últimos anos, estima-se que a lei pode direcionar ao Procel cerca de R$ 100 milhões por ano.

De acordo com o texto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definirá, em ato específico e no prazo de 60 dias, o calendário de recolhimento do porcentual das empresas ao Procel, as multas incidentes, as punições cabíveis para os casos de inadimplência e a forma de pagamento do valor.

Plano de aplicação dos recursos deve ser apresentado
A lei determina que o repasse anual ao Procel e sua utilização estão sujeitos a algumas condições, como a apresentação, pelo Grupo Coordenador de Conservação de Energia Elétrica (GCCE), de plano de aplicação dos recursos e a aprovação desse plano pelo Comitê Gestor de Eficiência Energética no prazo máximo de 60 dias de sua apresentação.

O Comitê Gestor de Eficiência Energética foi instituído pela lei justamente para aprovar o plano anual de investimentos do Procel. O colegiado será constituído no âmbito do Ministério de Minas e Energia e contará também com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aneel, Eletrobras, Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as associações do setor elétrico Abradee e Abrace.

Fonte: WebAr

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Avança no País mercado de pequenas instalações
Emerson F. Tormann17:09


O mercado de pequenas instalações de energia solar cresce no Brasil desde meados do ano passado e cria expectativa de um aumento exponencial nos próximos anos, o que chamou a atenção de grandes elétricas internacionais, que têm anunciado ou ampliado investimentos no setor, como a italiana Enel, a americana AES e a francesa Engie. A tecnologia instalada em telhados ficou mais viável após a alta das tarifas de energia e as mudanças na regulação que tornaram mais atrativa a instalação dos sistemas. Segundo a Aneel, existem hoje 1,9 mil.

Fonte: O Estado de S. Paulo

terça-feira, 3 de maio de 2016

Alemanha investirá 1 bilhão de euros em carros elétricos
Emerson F. Tormann20:55

Meta do governo é chegar a 1 milhão de carros verdes em quatro anos


Saltar dos atuais 50 000 carros elétricos nas estradas para 1 milhão em quatro anos. Esse é o objetivo ambicioso do governo da Alemanha, que anunciou nesta semana planos de investir 1 bilhão de euros para promover os carros verdes.

Segundo o plano, quem comprar um veículo elétrico será elegível a receber um desconto de 4 000 euros (15.810 reais), se for um modelo 100% elétrico, ou de 3 000 euros (11.850 reais) para um plug-in híbrido. No total, 600 milhões de euros serão destinados para este fim.

Com início em Maio, o programa não se aplicará a veículos que custem mais de 60 mil euros, e os interessados em comprar um carro verde precisam correr porque, a partir de 2018, o incentivo será revisado para baixo.

O projeto também prevê um orçamento de 300 milhões de euros até 2020 para acelerar a construção de infraestrutura para a mobilidade eletrificada, como estações de carregamento nas cidades e rodovias.

Além disso, outros 100 milhões de euros vão para a compra de carros elétricos para frotas do próprio governo federal. Atualmente, apenas 10% deles são movidos a eletricidade, mas o objetivo é chegar a 25%.

Qualquer montadora estrangeira pode participar do programa e se beneficiar da subvenção, que será dividida meio a meio entre o governo e as empresas signatárias do acordo. Até o momento, os únicos fabricantes que se inscreveram foram a Volkswagen, Daimler e BMW.

Dada a tendência dos compradores alemães de adquirir marcas nacionais, a indústria de automóveis do pais certamente será a que mais se beneficiará do programa.

Tábua de salvação

Países como a Noruega e a Holanda já usam sistemas de incentivos para encorajar o a expansão dos carros elétricos e é justamente nesses lugares que a mobilidade elétrica mais cresce.

Com a investida, o governo alemão espera impulsionar o segmento de modelos verdes a ponto de torná-los um "mercado de massa", conforme declarou o vice-chanceler e ministro da economia Sigmar Gabriel.

A iniciativa também ajudaria a frear os efeitos comerciais e ambientais do escândalo de manipulação dos testes de emissão nos modelos a diesel da Volkswagen.

De certa forma, o carro elétrico parece ser uma tábua de salvação tanto para a indústria automotiva quanto para o governo daquele país.

Fonte: CIMM

Bandeira tarifária continuará verde durante o mês de maio
Emerson F. Tormann11:34



São Paulo - A conta de luz terá em maio bandeira tarifária verde, o que significa que não haverá cobrança extra para os clientes, decidiu na sexta-feira (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) devido ao período de chuvas positivo e à recuperação dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

O sistema de bandeiras foi criado no ano passado para sinalizar aos consumidores as condições de oferta do sistema elétrico.

O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. Quando há escassez de energia, a bandeira pode ser amarela ou vermelha, o que gera a cobrança de um valor extra por cada quilowatt-hora.

Em nota publicada em seu site, a Aneel explicou ainda que, em razão do resultado do Programa Mensal de Operação (PMO) de maio, decidiu cancelar a 2ª Reunião Pública Extraordinária. O PMO indicou Custo Marginal de Operação - CMO abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora para todos os subsistemas. Com isso, a bandeira tarifária de maio foi acionada verde. A razão para a queda do CMO para o subsistema Nordeste, que em abril de ano passado ficou acima do patamar de R$ 211,28, é a previsão de um maior volume de geração eólica naquela região, dispensando o acionamento das usinas térmicas, de custo mais elevado.

Fonte: DCI (SP)

Lei pode obrigar instalação de placas solares em prédios públicos da Bahia
Emerson F. Tormann10:56



Os soteropolitanos tem enfrentado dias de intenso calor e poucas nuvens, cenário perfeito para a captação de energia solar. Agora já imaginou se todos os prédios públicos tivessem placas solares? O deputado estadual Marcell Moraes (PV) já. 

Um projeto encaminhado pelo parlamentar para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nesta semana prevê a instalação de sistemas de captação da energia solar nas novas edificações construídas na Bahia, como hospitais, postos de saúde, delegacias e escolas. Já os prédios mais antigos teriam um tempo determinado para fazer um estudo de viabilidade de adaptação à novidade. 

A fiscalização da qualidade e eficiência dos mecanismos implantados seria responsabilidade das secretarias municipais e estaduais de Educação, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Pública. Já as despesas seriam cobertas por dotações orçamentárias do governo e prefeituras. Na justificativa, Marcell alerta ainda para outra questão trazida pelos dias seguidos de sol: com uma dependência de quase 80% na energia gerada por hidrelétricas, a Bahia tem enfrentado uma grave crise hídrica com a falta de chuvas no estado. "O governo precisa mudar muita coisa relacionado ao meio ambiente, estamos no século XXI. Por exemplo, a própria Secretaria do Meio Ambiente usa copo descartável, isso é um absurdo. A AL-BA usa copo descartável, que pode durar 1000 anos. 

Pensando nisso, o poder público deveria incentivar os grandes empresários a lutar para o bem estar da própria população a médio prazo. Acho que o painel solar vai melhorar muito, principalmente na questão ambiental, e de consciência também”, avaliou o parlamentar. Segundo Marcell, a iniciativa já foi colocada em prática em alguns lugares da Europa, onde inclusive prédios comerciais e privados possuem os painéis de captação da energia do Sol. Por isso, acredita que não há motivos para haver polêmica em torno da proposta. “A sociedade tem que entender que o projeto não é polêmico, é novidade. Estamos falando de algo que daqui a dez anos, independentemente de ter projeto meu ou não, seria natural. Esse projeto das placas solares vai acontecer com ou sem o meu projeto. A Europa está fazendo pra economizar. Se isso existe lá, é pro governo se espelhar... Não deveria esperar projeto de deputado, mas ter iniciativa de fazer e executar o projeto. O governo pensa muito a curto prazo”, lamentou.

Escolas públicas do Rio de Janeiro ganham sistemas de energia solar
Emerson F. Tormann10:49




Seis escolas municipais entraram na era da sustentabilidade com a instalação de equipamentos de energia renovável à base de geração solar fotovoltaica. Os equipamentos foram instalados pela Sunlution, fornecedora de sistemas fotovoltaicos.

Fonte: DCI (SP) 

AES lança companhia de serviços e inovação
Emerson F. Tormann10:38


O venezuelano Julian Nebreda assumiu o comando da AES Brasil no início de abril e deu início a uma transformação na empresa de energia elétrica. Sua primeira medida foi criar a AES Ergos.

A unidade de negócios será a responsável pela integração de soluções no setor e expansão do grupo. A estrutura da AES Serviços será incorporada e o comando ficará com a executiva Teresa Vernaglia.Ameta do executivo é alcançar R$ 1,2 bilhão de receita até 2020.

Fonte: Isto É Dinheiro


Sobre a AES Ergos


Huawei e PUCRS inauguram Centro de Inovação para Cidades Inteligentes
Emerson F. Tormann10:13


Huawei e PUCRS inauguram Centro de Inovação para Cidades Inteligentes

O Smart City Innovation Center focará em soluções para as áreas de saúde, educação e gestão pública



Foto: Camila Cunha – Ascom/PUCRS

A Huawei, líder global em soluções de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), e a PUCRS inauguram na manhã desta quinta-feira, 31 de março, às 9h, o Smart City Innovation Center, um ambiente de pesquisa e desenvolvimento de soluções relacionadas às cidades inteligentes e Internet das Coisas (IoT), localizado no Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), em Porto Alegre. O centro se dedicará a testes e provas de conceitos que agreguem valor a entidades interessadas em criar soluções para as áreas de gestão pública, saúde e educação, assim como ao desenvolvimento de um sistema operacional para as cidades inteligentes e suas aplicações.

A inauguração do Smart City Innovation Center ocorre durante a programação do evento IOT/Smart Cities Summit 2016, promovido pela Huawei e pela PUCRS, que discutirá temas relacionados às cidades inteligentes e internet das coisas, conceito utilizado para descrever a crescente conexão entre os dispositivos. O evento conta, ainda, com um painel de discussão sobre smart cities e sua aplicação na política pública e um painel de discussão sobre IoT. O especialista global em Smart City da Huawei, Xu Xin, compartilhará experiências globais da empresa. O secretário Fábio Branco, da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT), apresentará as tecnologias sociais para o Estado.

A vinda da Huawei está inserida no contexto das ações que visam ampliar o processo de internacionalização do Tecnopuc e das pesquisas da PUCRS. “O futuro dos ecossistemas de inovação e das grandes cidades do mundo passa pelos novos conceitos e ações nas áreas de smart cities e living labs, foco central da ação da PUCRS e da Huawei neste projeto”, considera Jorge Audy, presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e professor da PUCRS. Fabiano Hessel, coordenador do Centro, explica que “qualquer cidade que queira implementar soluções inteligentes terá no Centro uma referência para desenvolver dispositivos que melhorem a eficiência daquela localidade, atrelada a uma economia de recursos”.

“A inauguração do Smart City Innovation Center, em parceria com a PUCRS, demonstra nosso esforço em colaborar com o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias e reforça o nosso compromisso de longo prazo com a inovação no Brasil”, afirma Anderson Tomaiz, gerente sênior de soluções da Huawei Enterprise.

A iniciativa conta com a parceria do governo do Rio Grande do Sul através da SDECT e da Prefeitura de Porto Alegre, doMinistério das Comunicações, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).


Foto: Camila Cunha – Ascom/PUCRS

ÁREAS EM DESENVOLVIMENTO

Desde que a Huawei anunciou sua vinda para o Tecnopuc, em 2014, equipes da PUCRS e da empresa trabalharam no desenvolvimento de soluções que já pudessem ser testadas e aplicadas. A ideia inicial é que o Centro seja capaz de desenvolver um sistema operacional para as cidades inteligentes, de forma a integrar diversos sistemas de vários fabricantes em uma única plataforma de gerenciamento.

Uma das aplicações já concebidas pelo Smart City Innovation Center é um sistema de iluminação pública inteligente. “É possível saber quando uma luminária está queimada ou quando está próximo da hora de trocá-la, trazendo mais economia e segurança à população”, comenta Hessel. “O centro está aberto a empresas interessadas em desenvolver aplicações que favoreçam as soluções pensadas para as cidades. Além de infraestrutura técnica, também atuaremos como mentores dos projetos”, explica o professor.

Outra solução em desenvolvimento possibilita conectar câmeras instaladas em uma cidade ao sistema de monitoramento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Com isso, é possível que um médico que não está presente no local de um acidente, por exemplo, auxilie quem está prestando os primeiros socorros à vítima através das imagens”, projeta Hessel.


A PUCRS E AS CIDADES INTELIGENTES
No âmbito da PUCRS, outra ação de destaque para a área de cidades inteligentes foi a participação de Adriano Moehleckee Izete Zanesco, coordenadores do Núcleo de Tecnologia em Energia Solar da PUCRS, no projeto Smart2, que integra o programa Erasmus Mundus, da Comunidade Europeia. O projeto Smart2 está composto de 18 universidades europeias e brasileiras e tem por objetivo o desenvolvimento sustentável para cidades inteligentes. Durante os meses de janeiro e fevereiro de 2016, foram realizados experimentos nos laboratórios do Núcleo de Energia Solar, da Universidade Politécnica de Madri, com o objetivo de aumentar a eficiência das células solares desenvolvidas na PUCRS.


SOBRE A HUAWEI


A Huawei é líder global em soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e tem a visão de enriquecer a vida das pessoas por meio da comunicação. Dedicada à inovação centrada no cliente e com sólidas parcerias com a indústria local, a Huawei está comprometida com a criação de valor para operadoras de telecomunicações, empresas e consumidores, oferecendo produtos e soluções de alta qualidade e inovação em mais de 170 países e territórios. Com mais de 170 mil funcionários em todo o mundo, a empresa atende a mais de um terço da população mundial. No Brasil há 16 anos, a Huawei é líder no mercado nacional de banda larga fixa e móvel por meio das parcerias estabelecidas com as principais operadoras de telecomunicações e possui escritórios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Recife, além de um centro de distribuição em Sorocaba (SP).
Fonte: PUCRS