sábado, 29 de outubro de 2016

Sr. Síndico, contrate um técnico com registro profissional
Emerson F. Tormann20:26

Na área da engenharia, técnicos de nível médio, com registro no conselho de engenharia e agronomia - CREA, estão capacitados para atender todas as necessidades do condomínio

Por Emerson F. Tormann*


Técnicos industriais de nível médio, Lei Nº 5.524, de 05 de novembro de 1968, podem atuar em diversas atividades de engenharia. Desde a execução de pequenas obras até manutenção de embarcações enormes para transporte de cargas interoceânicas. Compreendem conhecimento tecnológico associado a infraestrutura e processos mecânicos, elétricos e atividades produtivas. Abrangendo proposição, instalação, operação, controle, intervenção, manutenção, avaliação e otimização de múltiplas variáveis em processos, contínuos ou discretos.

No ambiente condominial não poderia ser diferente. O síndico pode contar com a assessoria e a assistência técnica de profissionais formados em mecânica, eletrotécnica, edificações, química, telecomunicações, eletrônica, agricultura e etc.. Esses profissionais são capazes de realizar serviços dirigidos para área da construção civil, tais como: substituição de esquadrias, recuperação de pedras, restauração de fachadas, vedação de fachadas contra água e ar, manutenção preventiva e/ou corretiva, serviços de encanador, eletricista, serralheiro e afins.

Geralmente são trabalhadores muito práticos, devido ao escopo de sua formação acadêmica, e que podem auxiliar o síndico na manutenção predial. Os técnicos de nível médio e com registro no CREA estão habilitados para atender os equipamentos que compõem o conjunto de recursos da edificação e sofrem desgaste com o uso, necessitando de reparos que exigem o conhecimento de um técnico industrial.

O síndico ou gestor condominial é responsável por manter em perfeito funcionamento quadros elétricos, motores ou bombas, elevadores, sistemas de gás, rede hidráulica, de esgoto, caixas d'água, pára-raios e sistema de SPDA, sistema de combate à incêndios, alarmes, cercas eletrificadas, antenas coletivas para TV digital, sistemas de automação para eficiência energética, iluminação, bem como a própria estrutura da edificação. 

Sendo assim, é obrigatório que esse síndico contrate um técnico especialista para cada problema a ser resolvido. Por exemplo: se houver um vazamento ou uma infiltração basta chamar o Técnico em Edificações ou o Técnico em Saneamento e esse profissional resolverá o problema. 

Como a gama de conhecimentos é diversificada, há a necessidade das atribuições e responsabilidades do técnico estarem de acordo com a legislação vigente. Dessa forma, poderá ser mais viável para o síndico contratar uma empresa a qual atenda todas as áreas do condomínio. Preferencialmente composta exclusivamente por técnicos industriais de nível médio.

Para cada problema específico, um técnico estará disponível para aplicar a solução. Vejamos:

  • Projeto de reforma de fachada: Técnico em Edificações
  • Pastilhas que descolam da fachada: Técnico em Edificações
  • Reforma de pisos e paredes: Técnico em Edificações
  • Adequação às normas de acessibilidade: Técnico em Edificações
  • Impermeabilização de lajes, caixas d'água e cisternas: Técnico em Edificações
  • Manutenção de elevadores: Técnico em Mecânica e Técnico em Eletrônica
  • Modernização de elevadores: Técnico em Mecânica e Técnico em Edificações
  • Instalação de aparelho de ar-condicionado (split): Técnico em Refrigeração / Climatização, Técnico em Mecânica e Técnico em Eletrônica
  • Teste de estanqueidade ou vazamento de gás: Técnico em Mecânica
  • Individualização de hidrômetros: Técnico em Edificações e Técnico em Saneamento
  • Vazamentos e infiltrações: Técnico em Saneamento e Técnico em Edificações
  • Atualização e reforma de quadros elétricos: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Eletrônica
  • Inspeção e laudo de SPDA e aterramento: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Eletrônica
  • Instalação de dispositivo residual - DR: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Eletrônica
  • Instalação de chuveiros: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Eletrônica
  • Projeto e instalação de automação: Técnico em Eletrônica
  • Manutenção de alarmes e sistemas de combate a incêndio: Técnico em Eletrônica
  • Projeto e instalação de antena coletiva: Técnico em Telecomunicações e Técnico em Eletrônica
  • Medir a eficiência energética do condomínio: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Eletrônica
  • Instalação de proteção contra surtos de tenção e descargas elétricas - DPS: Técnico em Eletrotécnica e Técnico em Eletrônica
  • Projeto, instalação e manutenção de sistema de energia solar fotovoltaica: Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Eletrônica e Técnico em Mecânica
  • Laudo termográfico (termografia):  Técnico em Eletrônica e Técnico em Instrumentação
  • Limpeza de caixa d'água e análise de potabilidade: Técnico em Saneamento e Técnico em Química
  • Limpeza de caixas de gordura, dedetização e controle de pragas: Técnico em Química e Técnico em Agricultura
  • Paisagismo e jardinagem: Técnico Agrícola ou Técnico em Agricultura

Existe uma diversidade enorme de intervenções em que o síndico poderá solicitar o apoio e a assessoria técnica de um Técnico Industrial. Decoração de interiores, projetos, obras e uma infinidade de reformas frequentes no condomínio são algumas dessas atividades. Para a solução de problemas estruturais tais como rachaduras, fissuras, desnivelamento entre outros chame um técnico.

E as vantagens são interessantes! Os técnicos são proativos. Colocam verdadeiramente a mão na massa. São práticos, desenrolados, inventivos, criativos, éticos e principalmente, COBRAM MENOS QUE OS ENGENHEIROS. Ou seja, são a solução financeira que o síndico precisa em um momento de crise pelo qual estamos passando. As manutenções periódicas são obrigatórias e necessárias para a conservação e valorização do patrimônio. E cabe ao responsável legal do condomínio - SÍNDICO - contratar um técnico que o assessore no gerenciamento de facilidades (ou "facilities"), que seja qualificado e com registro no CREA. 

O síndico bem informado, contrata um TÉCNICO INDUSTRIAL, para emitir laudo técnico para o seu condomínio ou prédio residencial, fazer a supervisão técnica de serviços, executar projetos e obras.

O síndico bem informado reduz os custos de contratos de engenharia, geralmente caríssimos, e contrata empresas de engenharia nas quais os profissionais são técnicos de nível médio com registro no CREA.

O síndico bem informado elimina de vez o famoso "faz-tudo" do condomínio, causador de acidentes, prejuízos e enormes dores de cabeça, e contrata um TÉCNICO INDUSTRIAL com registro no CREA!

Técnicos Industriais de Nível Médio são profissionais pertencentes a uma classe trabalhadora diferenciada e geralmente filiados aos SINTEC's (Sindicatos dos Técnicos Industriais de Nível Médio) e representados pela Federação Nacional dos Técnicos Industriais - FENTEC. No Distrito Federal, temos o SINTEC-DF como entidade representativa e que defende os interesses dos técnicos registrados no CREA-DF.

* Emerson F. Tormann é formado em Eletrônica pela Escola Técnica Santo Inácio de Porto Alegre / RS e tem desenvolvido atividades nas áreas de elétrica, eletrônica e informática desde o final dos anos 80. O conjunto dessas prerrogativas, somado à competência no campo das telecomunicações, proporcionou ao profissional tornar-se um especialista em Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC. (Comprovação de Registro

» Saiba mais: Mesmo que um engenheiro diga que não, TÉCNICOS INDUSTRIAIS podem emitir laudos, pareceres, fazer inspeção, vistoria, avaliação, projeto, perícia, monitoramento, auditoria, arbitragem, assistência, assessoria, consultoria, etc.

Mesmo que um engenheiro diga que não, TÉCNICOS INDUSTRIAIS podem emitir laudos, pareceres, fazer inspeção, vistoria, avaliação, projeto, perícia, monitoramento, auditoria, arbitragem, assistência, assessoria, consultoria, etc.
Emerson F. Tormann14:59

Mulheres são minoria e discriminadas nas áreas de engenharia

Por Emerson F. Tormann*

Técnicos industriais e agrícolas POSSUEM um subconjunto das atribuições dos engenheiros. Atuam no mesmo campo do conhecimento e com as mesmas competências e atribuições compartilhadas entre ambos profissionais.

Com maior ênfase nas atividades práticas, que exigem dinamismo na resolução de problemas de ordem funcional, os técnicos complementam as atividades exercidas por engenheiros. Estes profissionais passam boa parte do período acadêmico em laboratório, fazendo testes e medições com instrumentos e ferramentas usadas no dia-a-dia das empresas. São instigados e estimulados a pensarem no problema de diversas formas. Solucionando-os da melhor maneira possível, com poucos recursos, sustentavelmente, inventivamente, usando a criatividade, podendo até improvisar de acordo com a dificuldade. Já os engenheiros recebem uma formação mais voltada a pesquisa e desenvolvimento de projetos. Com cálculos mais complexos devido a sua base matemática mais detalhada.

As resoluções do CONFEA 1010/2005, 1057/20141073/2016 abrem as portas para que os técnicos sigam aprimorando o conhecimento e adquirindo mais atribuições. Não o engessam ou impedem seu progresso. E de fato, no caso dos engenheiros, a atribuição não consta em lei, e sim em Resolução do CONFEA (Nº 345, de 27/07/1990). Por tudo isso volto a afirmar:

Técnicos Industriais de Grau Médio (Lei Nº 5.524, de 05 de novembro de 1968) podem emitir laudos de acordo com o Decreto nº 90.922, de 6 de fevereiro de 1985 (alterado pelo decreto nº 4.560, de 30 de dezembro de 2002) e conforme publicado pelo CONFEA - Conselho Federal de Engenharia e Agronomia na Resolução N° 1.057 de 31 de julho de 2014 / D.O.U. - Diário Oficial da União do dia 07 de agosto de 2014, seção 1, página 215 e Resolução N° 1073 de 19 de abril de 2016 em sua Seção IV, art. 7°.

Resolução 1.073/16: Art. 7º. A extensão da atribuição inicial de atividades, de competências e de campo de atuação profissional no âmbito das profissões fiscalizadas pelo Sistema CONFEA/CREA será concedida aos profissionais registrados adimplentes, mediante análise do projeto pedagógico de curso comprovadamente regular, junto ao sistema oficial de ensino brasileiro, nos níveis de formação profissional discriminados no art. 3o, cursados com aproveitamento, e por suplementação curricular comprovadamente regular, dependendo de decisão favorável das câmaras especializadas pertinentes à atribuição requerida.

Resolução 1.057/14: Art. 1º. Revogar a Resolução nº 262, de 28 de julho de 1979, publicada no D.O.U. de 6 de setembro de 1979 - Seção I - Parte II - págs. 4.968/4.969, a Resolução nº 278, de 27 de maio de 1983, publicada no D.O.U de 3 de junho 1983 - Seção I - pág. 9.476 e o art. 24 da Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, publicada no D.O.U. de 31 de julho de 1973.
                                   Art. 2°. Aos técnicos industriais e agrícolas de nível médio ou de 2° Grau serão atribuídas às competências e as atividades profissionais descritas pelo Decreto nº 90.922, de 1985, respeitados os limites de sua formação.

Resolução 1.010/05: Art. 10º. A extensão da atribuição inicial de título profissional, atividades e competências na categoria profissional Engenharia, em qualquer dos respectivos níveis de formação profissional será concedida pelo Crea em que o profissional requereu a extensão, observadas as seguintes disposições: § 1º A extensão da atribuição inicial decorrerá da análise dos perfis da formação profissional adicional obtida formalmente, mediante cursos comprovadamente regulares, cursados após a diplomação, devendo haver decisão favorável da(s) câmara(s) especializada(s) envolvida(s).


Definições:
  1. VISTORIA é a constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, sem a indagação das causas que o motivaram. 
  2. ARBITRAMENTO é a atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. 
  3. AVALIAÇÃO é a atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem, de um direito ou de um empreendimento. 
  4. PERÍCIA é a atividade que envolve a apuração das causas que motivaram determinado evento ou da asserção de direitos. 
  5. AUDITORIA é o conjunto de procedimentos voltados à análise da conformidade técnica e legal de um empreendimento ou serviço de engenharia e/ou arquitetura, de acordo com normas técnicas e jurídicas vigentes.
  6. PARECER  TÉCNICO é a opinião, conselho ou esclarecimento técnico emitido por um profissional legalmente habilitado sobre assunto de sua especialidade.
  7. RELATÓRIO é a peça escrita, na qual o profissional habilitado relata o que observou, dá as suas conclusões e emite recomendações.
  8. INSPEÇÃO PREDIAL é a análise isolada ou combinada das condições técnicas, de uso e de manutenção da edificação. Análise diagnóstica de uma edificação, quanto aos seus aspectos técnicos, de uso e de manutenção, que resulta num laudo. A inspeção predial, a depender do seu nível, pode ser realizada por um profissional ou por uma equipe multidisciplinar e pode fundamentar as suas conclusões em observações visuais ou em resultados de exames laboratoriais ou de medições realizadas com o uso de equipamentos.
  9. LAUDO é a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá as suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos, fundamentadamente. 

* Emerson F. Tormann é formado em Eletrônica pela Escola Técnica Santo Inácio de Porto Alegre / RS e tem desenvolvido atividades nas áreas de elétrica, eletrônica e informática desde o final dos anos 80. O conjunto dessas prerrogativas, somado à competência no campo das telecomunicações, proporcionou ao profissional tornar-se um especialista em Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

A internet no Brasil e seus direitos de uso - Conferência Web.br 2016 - ABERTURA
Emerson F. Tormann19:47

Se você nunca pensou sobre quem regula e administra as regras de acesso à internet no Brasil, está na hora de saber. Seus direitos e deveres dependem de um grupo de pessoas que são responsáveis pelos princípios para a governança e uso da internet no Brasil. Tais princípios geraram a base para o Marco Civil da internet, lei máxima que determina os direitos dos cidadãos brasileiros ao acesso e à privacidade na rede mundial.

Assista à abertura do evento com Vagner Diniz e Hartmut Glaser e descubra quem são os atores que se esforçam para garantir a neutralidade da rede, a liberdade de expressão e a preservação de uma sociedade justa e democrática.




Promovida pelo escritório brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil) e realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), a Conferência Web.br 2016 ocorreu em São Paulo, nos dias 13 e 14 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças, sob a temática Internet das Coisas na Web (IoTw).

O evento, principal espaço brasileiro sobre tendências e boas práticas de desenvolvimento Web, reuniu mais de 400 pessoas em debates sobre as tendências e boas práticas de desenvolvimento Web.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

17 de novembro é a nova data para o desligamento do sinal analógico de TV no DF e entorno
Emerson F. Tormann13:32

TV Digital

Prazo será estendido de 26 de outubro para 17 novembro para melhor adaptação das famílias

O som e a imagem gerado no sistema de TV digital terão melhor qualidade
O som e a imagem gerado no sistema de TV digital terão melhor qualidade


O desligamento da TV analógica no Distrito Federal, que terminaria nesta quarta-feira (26), será estendido até 17 de novembro.

As cidades goianas de Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás também terão as transmissões analógicas encerradas neste período.

O desligamento afetará um total de 25 canais da radiodifusão, 13 geradoras e 12 retransmissoras. Tanto as retransmissoras quanto as geradoras poderão, dentro destes 22 dias, escolherem o momento do desligamento. Depois do desligamento, a programação das emissoras estará disponível apenas no formato digital, que possui mais qualidade de som e de imagem.

Segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, o escalonamento do fim da transmissão analógica permitirá uma melhor adaptação das famílias que ainda não têm receptores digitais. Quem sintonizar as TV analógicas, após o desligamento, terá durante 45 dias uma cartela fixa informando como proceder para ter acesso ao sinal digital. No entanto, no caso das retransmissoras, que não geram conteúdo, a transmissão será simplesmente interrompida.

De acordo com dados de pesquisa realizada pelo grupo de implantação do sinal digital, 88% das famílias na região do Distrito Federal e Entorno estavam aptas para assistirem às transmissões digitais. Para o Conselheiro da Anatel, Rodrigo Zerbone, o percentual de 90% de domicílios digitalizados deve ser obtido ainda nesta quarta-feira (26).

Se a televisão é antiga, daquelas grandes, de tubo, será preciso trocá-la por uma nova ou adquirir um conversor de TV Digital e uma antena apropriada, preferencialmente externa, para garantir a recepção da TV Digital. Se a televisão é nova e contiver um conversor de TV Digital integrado, poderá ser preciso providenciar a antena adequada para a recepção. A maioria dos modelos mais novos de TV (plasma, LCD, LED etc.) já tem conversor de TV digital integrado, mas é recomendável consultar o manual do produto para ter certeza.

Conversores estão sendo distribuídos gratuitamente às famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal na região do Distrito Federal e Entorno. Segundo a secretária de Comunicação Eletrônica do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Vanda Bonna, “o governo quer garantir os direitos de acesso ao conteúdo digital para essas famílias”.

Com o desligamento da TV analógica, será possível a entrada em operação do Serviço Móvel Pessoal de quarta geração (4G – internet móvel em alta velocidade) na faixa de 700 MHz.

Mais informações sobre o processo de digitalização da TV aberta brasileira podem ser obtidas por meio de ligação gratuita para o número 147 ou pelo site www.sejadigital.com.br.

Fonte: Divulgação/Agência Brasil
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terça-feira, 25 de outubro de 2016

II SIMPÓSIO INTERNACIONAL EM INOVAÇÃO E GOVERNANÇA DIGITAL
Emerson F. Tormann22:26


Data: 10 e 11 de novembro
Horário: 8h de 10/11 às 21h de 11/11
Local: Auditório da Fiocruz, UnB

Divulgação: https://www.facebook.com/events/1706030366387753/

INSCRIÇÃO

PROGRAMAÇÃO

Realidade e Desafios

QUINTA-FEIRA, 10/11/2016

8h00 - 9h00: Credenciamento
9h00 - 10h00: Abertura
Reitor da Universidade de Brasília (UnB)
Roberto Ellery (Diretor da FACE/UnB)
Wellington Almeida (Diretor-Presidente da FAP/DF)
Maurício Barreto (FIOCRUZ)
Magda de Lima Lúcio (Chefe de Departamento/GPP/UnB)
Christiana Soares de Freitas (Coordenadora GPP/UNB)

10h00 – 12h00: Democracia Digital no Brasil e participação cidadã: Orçamento, Gestão e Políticas Públicas
Rafael Sampaio (DECP/UFPR)
Cristiano Faria (Câmara dos Deputados)
Christiana Soares de Freitas (FD/GPP/FACE)
Daniel Avelino (IPEA)

12h00 - 14h00: Almoço

14h00-16h00: Dados Abertos, Big Data e Governança Digital no Brasil
Doriana Daroit (CEAM/UnB)
Wagner Martins (Fiocruz/ UnB)
Maurício Barreto (Fiocruz/ Bahia)
Manuella Ribeiro (Cetic/São Paulo)
Ernani Marques (NPGA/UFBA)

16h00 - 18h00: Tecnologia é poder: desafios ao Marco Civil da Internet. Neutralidade da rede como motor da inovação
Bia Barbosa (Intervozes)
Gustavo Gindre (UFRJ)
Sergio Amadeu (UFABC)
Representante da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

SEXTA-FEIRA, 11/11/2016
9h00-11h00: Democracia Participativa no Brasil: realidade e desafios
Kelly Prudencio (DECOM/UFPR)
Ana Claudia Farranha (FD/UnB)
João Mehl (Soylocoporti/PR)
Vinicius Wu (UFRJ)

11h00-13h00: Informação e Democracia Participativa no Brasil
Paulo Januzzi (IBGE/RJ)
José Pinho (NPGA/UFBA)
Rachel Bragatto (Intervozes/PR)
Magda Lucio (GPP/FACE/UnB)

12h00 - 14h00: Almoço

14h00 - 16h00: Governança Digital e Regulação da Internet: múltiplos atores e arranjos institucionais
Alexandre Veronese (FD/UnB)
Sivaldo Pereira (FAC/UnB)
Marcos Urupá (FAC/UnB)
Flavia Lefevre (PROTESTE/SP)
Representante da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

16h00 – 18h00: Keynote speaker
Álvaro Sanchez Bravo
Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Sevilha, Espanha;
Especialista membro da European Research Council Executive Agency (ERECEA). European Comission. European Union.
Título da Palestra:
Sociedade em rede e os desafios à defesa de dados pessoais

18h00: Encerramento

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Setor elétrico é referência em gestão de ativos
Emerson F. Tormann20:36

A gestão de ativos, como preconiza a norma 55.001, pode sustentar o desenvolvimento de aplicações dos mais diversos setores, em que pese o planejamento estratégico, passando pelo ativo humano, gestão administrativa e financeira, inovações, bens de capital, só para citar alguns



O envolvimento de líderes das concessionárias de energia de todo o País na 3ª edição do Egaese (Encontro de Gestão de Ativos para Empresas do Setor Elétrico), realizado na sede da AES Brasil, em Barueri, São Paulo, na primeira semana de outubro, foi uma mostra do quanto o setor de energia está engajado para aprimorar o desempenho das operações, controlar a exposição ao risco e garantir melhores resultados operacionais.

Associar a gestão de ativos à estratégia das empresas é algo relativamente novo. Só em 2014, um documento-mestre, a série de normas ABNT ISO 55.00x, foi editada. A adoção de suas diretrizes no setor elétrico brasileiro teve as empresas do grupo AES como precursoras e, desde então, em razão de iniciativas de instituições como o Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), vem sendo difundida e ganhando espaço junto à alta administração em outras empresas de energia.

A Bandeirante (EDP) é uma dessas empresas. Ali, a implantação desde abril de 2016 de requisitos da norma ABNT ISO 55.001, até o momento, retornou uma taxa zero de falha, o que a empresa espera manter até o final do ano. A média anterior era de 1 %, o que em valores monetários representava R$ 2 milhões. Para conseguir essa redução de falhas e custos, a Bandeirante deu especial atenção ao sensoriamento dos transformadores e identificação de sobrecargas. Fez isso instalando sensores nos equipamentos, criando métodos de avaliação para identificar o viés de aquecimento e monitorando os transformadores de potência. O trabalho foi realizado de maneira integrada com a participação dos departamentos de manutenção, operação, proteção e automação.

A experiência da AES, que já possui três empresas certificadas em ISO 55001 (AES Tietê, AES Eletropaulo e AES Sul), para mitigar risco e custo com aumento do desempenho teve foco nos processos técnicos e financeiros. Antes, a empresa levava duas semanas para definir os projetos que seriam levados adiante, ainda que a decisão fosse colegiada. Com a nova metodologia baseada em conceitos de gestão de ativos a decisão não se estende por mais de dois dias.

Outra concessionária que vem se beneficiando com a aplicação dos mecanismos de melhores práticas de gestão de ativos é a Elektro (Grupo Iberdrola), que por meio da gestão de ativos conseguiu melhorar os componentes da rede. A distribuidora criou uma metodologia própria para detecção de falhas e com isso evitou 20 % de DEC/FEC (indicadores coletivos de continuidade, que apontam a duração e a frequência de interrupções), tendo reduzido também 30 % do OPEX/CAPEX (custo de manutenção e custo de aquisição, respectivamente), em 2015. Apesar de ter havido aumento de investimentos em manutenção, a diminuição nos índices aponta que as soluções trouxeram grande benefício.

No caso do setor elétrico, as chamadas dos usuários direcionadas ao call center, informando interrupções no fornecimento de energia, constituem um banco de dados precioso para desenvolver alternativas de gestão que tragam melhorias para a rede. A Cemig já é protagonista no uso dessas informações sob a ótica da gestão de ativos. Também destaca-se a ISA CTEEP (Grupo ISA), que possui uma metodologia própria de gestão de riscos com foco em gestão de ativos.

A gestão de ativos, como preconiza a norma 55.001, pode sustentar o desenvolvimento de aplicações dos mais diversos setores, em que pese o planejamento estratégico, passando pelo ativo humano, gestão administrativa e financeira, inovações, bens de capital, só para citar alguns. Ela é um instrumento poderoso, capaz de revolucionar a maneira como as empresas são geridas.

O setor de energia vem, a passos largos, acumulando conquistas com a implantação da gestão de ativos. E diferencia-se de outros tantos por compartilhar essas conquistas, dividindo experiências e alternativas mais eficientes que podem ser experimentadas no dia a dia das concessionárias. O exemplo representa uma mudança cultural não apenas internamente, pela gestão que equilibra custos e riscos, melhora o desempenho, permite decisões assertivas e criteriosas, promove a aderência de todos os colaboradores e reduz falhas. É também um modelo a ser seguido por outros segmentos de mercado.

Engª Marisa Zampolli, especialista em gestão de ativos, é consultora do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) e secretária executiva da ABNT CEE 251 – Comissão Especial de Estudos em Gestão de Ativos da Associação Brasileira de Normas Técnicas responsável pela edição das normas brasileiras de gestão de ativos.

Marisa Zampolli, consultora, Artigos e Entrevistas
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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Odebrecht premia inovação e sustentabilidade
Emerson F. Tormann22:40




O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, foi palco para a sustentabilidade e a inovação com a cerimônia de entrega da 8ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável, realizado na noite desta segunda-feira, 17 de outubro. O projeto vencedor da noite foi "Painel solar híbrido: tecnologia capaz de gerar eletricidade e água quente em um sistema único de alta eficiência", do estudante de Engenharia Mecânica Luis Hipólito, da Universidade Federal de Santa Catarina.

O evento contou com uma palestra do ex-iatista e medalhista olímpico Lars Grael, que incentivou os jovens no desenvolvimento de projetos sustentáveis. "Tomara que este seja o início de uma grande ideia que vai prosperar. Se você tem convicção de que a ideia é boa, lute por ela", disse o atleta aos jovens. Lars falou ainda sobre os desafios da sustentabilidade e de como o tema avançou ao longo dos anos. Usando exemplos da vida no iatismo, como a despoluição do Lago Paranoá, no Distrito Federal, o medalhista olímpico alertou que muito ainda tem de ser feito quando o assunto é sustentabilidade, e que as grandes ideias inovadoras podem ser caminho para isso.

A cerimônia foi encerrada com um show do grupo Afroreggae, parceiro da Odebrecht em diversas ações sociais no Rio de Janeiro.

Mais de R$ 300 mil em prêmios

A 8ª edição do Prêmio contou com mais de 250 trabalhos inscritos por 875 alunos e orientados por 269 professores dos cursos de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de 128 instituições de ensino superior no Brasil. Com o objetivo de reconhecer e incentivar os jovens universitários a pensarem em uma perspectiva sustentável, a premiação busca estimular a geração de conhecimento e difundi-lo junto à sociedade e à comunidade acadêmica,

Os projetos são avaliados de acordo com a sua viabilidade econômica, responsabilidade ambiental e inclusão social. Cada trabalho recebeu R$ 60 mil, divididos em R$ 20 mil para o autor (ou autores), R$ 20 mil para o professor orientador e R$ 20 mil em a instituição de ensino. Criado em 2008, o Prêmio Odebrecht já distribuiu R$ 1 milhão ao longo da sua história, só no Brasil. O prêmio também é replicado em outros 11 países.

Veja a lista completa dos projetos vencedores e conheça mais sobre eles no site do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável:

Painel solar híbrido: tecnologia capaz de gerar eletricidade e água quente em um sistema único de alta eficiência
Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
Aluno: Henrique Luis Hipólito - Engenharia Mecânica
Orientador: Prof. Dr. Sergio Colle

Desenvolvimento de sistema integrado para tratamento de resíduos orgânicos e aproveitamento energético e agrícola dos subprodutos gerados
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Autores: Augusto de Assis Temponi Cabral Dias - Engenharia Ambiental
Catarina Azevedo Borges - Engenharia Ambiental
Orientador: Prof. Dr. Carlos Augusto de Lemos Chernicharo

Formulação de biodetergente comercial para aplicação como dispersante de petróleo e derivados derramados em oceanos
Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP
Alunos: Bruno Galdino de Freitas - Engenharia Química
Juliana Gabriela Moura Brito - Engenharia Química
Orientadora: Profª. Dra. Leonie Asfora Sarubbo

Produção de eteno verde assistida por micro-ondas
Instituto Mauá de Tecnologia – Mauá
Alunos: Bárbara Bertin Mente - Engenharia Química
Mônica Caroline Martins - Engenharia Química
Suzana Mayumi Yamaguchi - Engenharia Química
Viviane Ciola Sanchez - Engenharia Química
Orientador: Prof. Dr. Luiz Alberto Jermolovicius

Reúso de água para produção de graute em um canteiro de obras com TBM
Universidade de São Paulo - USP
Alunos: Frederico Zucherato Ribeiro - Engenharia Civil
Vinicius Olmos Battistini - Engenharia Civil
Yuri Libero Florentino - Engenharia Civil
Orientador: Prof. Dr. Flávio Leal Maranhão

Fonte: Odebrecht

Guia da internet 2017 para estudos técnicos
Emerson F. Tormann21:11

O Centro Paula Souza lançou a edição 2017 do Guia da Internet. Em formato digital, a publicação oferece mais de 200 dicas de sites, aplicativos para dispositivos móveis e canais de vídeos no YouTube para auxiliar professores e alunos de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatec) estaduais no dia a dia das aulas. Com uma nova seção específica de canais no Youtube, a publicação pode ser acessada tanto pelo computador quanto pelo celular ou tablet, pois a edição conta com um layout mais adaptado para visualização em dispositivos móveis. A proposta do Guia é oferecer um apoio extra para educadores e alunos em estudos, pesquisas e trabalhos.

Vídeos

A novidade deste ano é a seção que reúne canais de vídeos no YouTube, a fim de atender as novas gerações que já utilizam a ferramenta para revisar o conteúdo visto em sala de aula. Há canais voltados para vestibulares, Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), idiomas e disciplinas como matemática e biologia.

No Guia da Internet, as páginas, aplicativos e canais são apresentados com um pequeno resumo e uma indicação de público-alvo (estudante e/ou professor). Além disso, as ferramentas oferecdas pelos sites também são listadas, como textos, notícias, imagens, softwares, áudios, jogos etc. Para acessar as sugestões, basta clicar no nome das páginas e dos canais de vídeos. No caso dos aplicativos, ao clicar no ícone do sistema operacional (Android, iOS e Windows Phone), o usuário é encaminhado aos sites das lojas para obter outras informações e baixar. (Com assessoria de imprensa)

Para consultar o Guia da Internet 2017 clique aqui.

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Aneel autoriza aumento médio de 3,42% para a CEB D
Emerson F. Tormann21:06

A tarifa dos consumidores do Distrito Federal terá aumento médio de 3,42% no próximo dia 22 de outubro, na contramão das reduções aprovadas para outras distribuidoras do centro-sul do país. O impacto resultante da revisão tarifaria da CEB Distribuição será de 1,04% em média para o segmento de alta tensão e de 4,62% para os clientes conectados em baixa tensão.

Condições específicas explicam o aumento aprovado para a distribuidora do DF. Uma delas é a inclusão de componente financeiro relativo à ultima parcela do diferimento do reajuste anual de 2014, que representou cinco pontos percentuais no Índice de Reposicionamento Tarifário.

Com a mudança da data de aniversário contratual da CEB de agosto para outubro, a partir da renovação da concessão da empresa, a revisão considerou um período de 14 meses, e não os 12 meses do ciclo tarifário normal. Pesou ainda o aumento do custo de aquisição de energia das cotas das usinas renovadas, que têm peso significativo no mix de compra da distribuidora. Com isso, a tarifa residencial da empresa, que tradicionalmente está entre as mais baixas do país, foi corrigida para 456,91/MWh ficou mais próxima da média nacional, de R$ 461,00/MWh.

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, destacou que a situação da empresa é um pouco atípica em relação às demais concessionárias de distribuição. Ele lembra que a distribuidora foi muito impactada pela inclusão do bônus de outorga na licitação de 29 hidrelétricas do ano passado, porque adquiriu uma parcela importante da energia dessas usinas.

No processo de revisão, a Aneel também definiu os limites dos indicadores de qualidade DEC e FEC - que medem a duração e frequência das interrupções no fornecimento de energia - para o período de 2017 a 2021. As perdas técnicas sobre a energia injetada no sistema será de 7,46% entre 2017 e 2020. Para as perdas comerciais, o percentual reconhecido na tarifa é de 7,05%.

Fonte: UDOP

sábado, 15 de outubro de 2016

Horário de verão 2016/17: relógios devem ser adiantados em uma hora
Emerson F. Tormann19:56

A mudança é para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas


O horário de verão começou, os relógios deverão ser adiantados em uma hora nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, que vai até o dia 19 de fevereiro de 2017, atinge 11 unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.



O horário de verão começa à meia-noite deste sábado

A mudança é para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano. Reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas.

A mudança no horário acontece sempre no terceiro domingo de outubro. Termina no terceiro domingo de fevereiro. Exceto quando coincide com o feriado de carnaval. No Brasil, o horário de verão tem sido aplicado desde 1931, com alguns intervalos.

O horário de verão só é aplicado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Porque nesses Estados o consumo é maior e é onde os melhores resultados são alcançados. Segundo o Ministério de Minas e Energia. A aplicação no Norte e no Nordeste teria poucos benefícios em termos de economia de energia. Por causa da proximidade da Linha do Equador. O que faz com que a duração dos dias nessas regiões não tenha mudanças significativas ao longo do ano.

A medida também é adotada em diversos países. Como forma de usar energia de forma mais eficiente, especialmente nos países com geração termelétrica, ou de racionalizar o uso da infraestrutura energética. Nos Estados Unidos, por exemplo, é adotado Daylight Saving Time, geralmente entre março e novembro.

Economia

Segundo o Ministério de Minas e Energia, nos últimos 10 anos, a medida tem possibilitado uma redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%, o que equivale, em todo o período do horário de verão, aproximadamente ao consumo mensal de energia da cidade de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

Para este ano, a expectativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico é que a medida possibilite uma economia de R$ 147,5 milhões. Representa o custo evitado em despacho de usinas térmicas por questões de segurança elétrica. Atendimento à ponta de carga no período de vigência do horário de verão.

Horário de embarque

Quem tem viagem marcada para este fim de semana deve ficar atento aos horários de embarque. Os horários dos bilhetes de passagem são impressos em hora local. Para evitar transtornos, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) orienta aos passageiros que entrem em contato com as empresas aéreas em caso de dúvidas.

Hábitos de consumo

Além da redução do consumo de energia com o melhor aproveitamento da luz do dia, os brasileiros podem aproveitar para diminuir o gasto tomando alguns cuidados no dia a dia. Algumas dicas são conhecidas como apagar a luz ao sair de um ambiente; usar lâmpadas fluorescentes compactas ou de LED; preferir a luz natural durante o dia e desligar o chuveiro enquanto se ensaboa.

Uma cartilha da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) traz outras orientações sobre o uso racional da energia. Por exemplo, a pintura de paredes internas e teto com cores claras, que refletem melhor a luz natural. A geladeira deve ser aberta o mínimo possível de vezes, retirando todos os itens de uma só vez.

Para lavar roupas, deve-se acumular o máximo de peças possível para lavar de uma só vez na máquina e usar pouco sabão, para não ter que enxaguar a roupa várias vezes. O mesmo vale para o ferro de passar, que deve ser ligado para passar mais roupas da mesma vez, pois o aparelho consome muita energia sempre que é acionado.

Fonte: blogoosfero.cc

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Semana Nacional de Ciência e Tecnologia
Emerson F. Tormann19:51

Chegou mais uma edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O lançamento será na próxima segunda-feira (17/10), às 19h, no Planetário de Brasília. O evento que se inicia no dia 17 segue até o próximo domingo, dia 23. Com o intuito de despertar o interesse pelo conhecimento científico, pelo desenvolvimento tecnológico e a busca pela inovação, o evento promove dezenas de atividades em diversos pontos da cidade.

Durante o lançamento, será apresentado o Foguete VSB-30 doado pela Agência Espacial Brasileira e reformado pela Federação das Indústrias de Brasília (Fibra), que ficará exposto na parte externa do Planetário. A orquestra de violoncelos da Escola de Música de Brasília levará um repertório diferenciado para tornar o momento ainda mais especial.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia deve atrair cerca de 20 mil pessoas durante os sete dias de evento. Os alunos das escolas públicas e particulares estão entre os principais visitantes. Os organizadores preparam uma extensa programação cheia de informações, curiosidades, descobertas e muita diversão nos seguintes locais: Planetário de Brasília, Jardim Botânico, Parque Nacional de Brasília, Universidade de Brasília, Fiocruz e Parque Ecológico de Águas Claras. Haverá exposições multimídia, palestras, oficinas interativas, peças teatrais, exibição de filmes e muito mais.

Acesse, aqui, a programação completa.

Serviço:

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia
Data: 17/10/2016
Local: Planetário de Brasília
Horário: 19h

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Microgeração no Brasil começa a tomar forma
Emerson F. Tormann11:05



Os dados divulgados no fim do último mês de setembro pela Agência Nacional de Energia Elétrica mostram que o Brasil ultrapassou em agosto a marca de cinco mil conexões de micro e minigeração de energia. Embora as 5.040 ligações ainda representem um número baixo mediante as dezenas de milhões de unidades consumidoras que o país apresenta, o crescimento percentual apresentado foi alto na comparação com o ano passado. Em setembro de 2015, o número era de apenas de 1.148 ligações.

De acordo com Carlos Evangelista, presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída, o Brasil ainda está longe do que pode ser feito na área. Ele também ressalta o crescimento do número de ligações em um ano e quer ir além dos sistemas

O estado de Minas Gerias segue na dianteira da lista, com 1.226 ligações, sendo seguido por São Paulo, com 711 ligações e pelo Rio Grande do Sul, com 564. O DF já conta com 115 sistemas fotovoltaicos, 1 biomassa e 61 projetos aguardando aprovação. Para Marcio Eli, engenheiro de Tecnologia e Normalização da CEMIG e responsável por Geração distribuída na empresa, o estado está na frente desde 2013 por desonerar o ICMS da operação de mútuo, o que as demais unidades da federação só fizeram em 2015. A forte radiação no estado e a alta das tarifas também colaboraram para o resultado. "Isso criou uma cultura e potencializou a viabilidade do negócio", afirma.

Fonte: UDOP com atualização de Emerson F. Tormann

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Aneel investe em conjunto de regras para aperfeiçoar mercado de energia
Emerson F. Tormann18:04

Entre 2015 e 2016 a ANEEL editou um conjunto de normas voltadas para o aperfeiçoamento das regras do mercado de energia elétrica. Nesses últimos anos, com a evolução do setor, foi necessário ajustar a regulação para responder a demandas que passam pelo melhor gerenciamento das distribuidoras da sua obrigação de contratação de energia, à simplificação do processo de migração para o mercado livre.

Essas medidas já provocaram resultados positivos no mercado de energia elétrica, redução dos impactos financeiros oriundos da sobrecontratação de energia, diminuição da inadimplência na liquidação financeira realizada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), e incentivo à resolução de conflitos na esfera administrativa.

Para solucionar as questões referentes ao excedente de energia contratada, a Agência publicou cinco regulamentos que tratam a permissão para realização de acordos bilaterais entre distribuidoras e geradoras, consolidação dos efeitos das cotas na apuração do Montante de Reposição, equiparação entre consumidores especiais e livres com possibilidade de redução de CCEAR (Contrato de Comercialização de Energia em Ambiente Regulado) em caso de migração para o Ambiente Livre de Contratação (ACL) e aperfeiçoamento do mecanismo de compensação de sobras e déficits de energia nova (MCSD).

Entre julho e agosto foram realizadas duas rodadas do MCSD de energia nova com os aperfeiçoamentos propostos na resolução normativa 726/2016, que permitiu a distribuidores e geradores equilibrarem seus contratos de compra e venda de energia. Em outubro, está em curso nova rodada do mecanismo. Adicionalmente, a execução do mecanismo antes do Leilão de Energia Nova A-5 auxilia o ajuste da demanda de energia nova pelo mercado, o que gerará refinamento do planejamento energético e a expansão justa e racional da oferta de energia elétrica no Brasil.

Migração ao mercado livre e segurança

Em outra frente, foram editados regulamentos para simplificar a migração de consumidores ao mercado livre, que estabeleceram a desobrigação de medidores de retaguarda e instituíram termo para acordo dos procedimentos e prazos de implantação ou adequação do medidor, tema previsto na Agenda Regulatória para o biênio 2015/2016.

Foi aprovada ainda a constituição de um Cadastro Positivo para reduzir a assimetria de informações entre os agentes do mercado. Por meio da consulta ao sistema é possível acessar a trajetória dos vendedores e compradores no mercado de energia elétrica.

Confira a seguir os atos elaborados para a redução da sobrecontratação:

Mecanismos para gerenciamento do mercado das distribuidoras

-Resolução Normativa 693 (15.12.2015) – Estabelece os critérios para aplicação do mecanismo de compensação de sobras e déficits de energia elétrica e de potência de contrato de comercialização de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração

-Resolução Normativa 706 (29.03.2016) – Altera as Resoluções Normativas nº 421, de 30 de novembro de 2010, que estabelece os critérios para cálculo do Montante de Reposição e contratações adicionais dos agentes de distribuição do Sistema Interligado Nacional – SIN, e nº 453, de 18 de outubro de 2011, que estabelece os critérios para cálculo dos montantes de exposição e sobrecontratação involuntária em atendimento aos artigos 2º, 3º e 18 do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004

-Resolução Normativa 711 (19.04.2016) – Estabelece critérios e condições para celebração de acordos bilaterais entre partes signatárias de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEAR. Aprova a nova versão do Submódulo 4.4 dos Procedimentos de Regulação Tarifária – PRORET, que trata dos Demais Componentes Financeiros. Revoga a Resolução Normativa nº 508, de 4 de setembro de 2012

-Resolução Normativa 726 (21.06.2016) – Altera as Regras de Comercialização aplicáveis ao Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits – MCSD e dá outras providências

-Resolução Normativa 727 (21.06.2016) – Altera as Resoluções Normativas nº 693, de 15 de dezembro de 2015, nº 453, 18 de outubro de 2011, e nº 421, de 30 de novembro de 2010

Redução de barreiras à migração de consumidores para o mercado livre

-Resolução Normativa 718 (17.05.2016) – Altera os procedimentos atinentes ao Sistema de Medição para Faturamento para unidades consumidoras e centrais geradoras conectadas a distribuidoras
-Resolução Normativa 688 (01.12.2015) – Aprova revisão do Módulo 5 do PRODIST e altera a Resolução Normativa 506/2012

Monitoramento e segurança do mercado

-Resolução Normativa 701 (02.02.2016) – Estabelece as condições e os procedimentos para o monitoramento do mercado de energia elétrica

-Tratamento isonômico aos consumidores titulares do grupo A

-Resolução Normativa 714 (10.05.2016) – Aprimora a regulamentação que trata dos contratos firmados pelas distribuidoras com os consumidores

Fonte: Aneel
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Uso de energia renovável poderá ser obrigatório em construções com recursos públicos
Emerson F. Tormann13:44


O Legislativo pode aprovar uma lei tornando obrigatória a utilização, nas residências e instalações financiadas com dinheiro público, de equipamentos de geração de energia elétrica renovável. A ideia é do senador Telmário Mota (PDT-RR), para quem o poder público deve dar o exemplo na mitigação dos impactos ambientais causados pela atividade humana.

O projeto (PLS 253/2016) considera resultante de fonte renovável a energia elétrica gerada a partir de pequenas centrais hidroelétricas ou por fonte eólica, solar, maremotriz e biomassa. De acordo com a proposta, serão obrigados a utilizar energia com essas características: as edificações de prédios públicos quando submetidos a reforma; os imóveis alugados pelo poder público; os imóveis construídos para abrigar órgãos públicos; e os imóveis residenciais novos do programa Minha Casa, Minha Vida.

Em defesa do projeto, Telmário Mota diz que os parlamentares devem procurar mecanismos de incentivo aos investimentos em fontes renováveis de energia. Ele lembra que parte relevante do consumo energético ocorre nos grandes centros urbanos. E acrescenta:
“Com a obrigatoriedade de instalação de equipamentos de geração de energia elétrica diretamente no centro de carga, como é o caso do projeto que submeto, procura-se não somente aumentar a oferta de energia, mas também evitar as perdas que ocorrem na transmissão de energia elétrica entre as diferentes regiões do Brasil. Ou seja, tem efeito duplamente positivo!”.

O projeto está na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aguardando a indicação de relator. A proposta será votada em decisão terminativa na comissão. Se aprovada e não houver recurso para votação do texto pelo Plenário, seguirá para a Câmara dos Deputados.


Agência Senado

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Energia solar é uma aposta para economizar na conta de luz
Emerson F. Tormann14:53

Em tempos de crise, a energia solar é uma aposta para economia. Em Pernambuco, empresas que já adotaram a alternativa revelam que a redução chega até a 40%.


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Guia de Referência para a Cobertura Jornalística de Energias Renováveis
Emerson F. Tormann01:22

Caros e caras jornalistas,

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) aliou-se à Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, para fazer chegar à categoria o Guia de referência para a Cobertura Jornalística de Energias Renováveis, que você está recebendo.

Lançado hoje, 10 de outubro, o Guia foi pensado para jornalistas que cobrem a pauta de energias renováveis e para os que se interessam pela temática. Ele foi elaborado por jornalistas e comunicadores, com o apoio de técnicos do setor, para facilitar a informação correta e precisa sobre o tema.

A FENAJ comprometeu-se em cooperar com a distribuição virtual do Guia, que está disponível no link http://fenaj.org.br/publicacoes/ . Esperamos que seja útil aos (às) jornalistas que cobrem a área e também aos demais, como fonte de informações confiáveis A Cooperação Alemã autoriza seu compartilhamento em sites, redes sociais etc.

A informação aqui apresentada é resultado de um trabalho intenso e colaborativo. O Guia foi elaborado por comunicadores e jornalistas, com o apoio e a revisão de engenheiros e técnicos especialistas em energias renováveis, pensando sempre em atender à demanda de quem produz conteúdo: facilitar informação correta e precisa, de forma clara, para a consulta e compreensão de vários públicos. A participação das associações parceiras foi fundamental durante a elaboração do conteúdo e na revisão final.

Distribuição gratuita on-line – 49 páginas
Atenciosamente,

Diretoria da FENAJ.



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Inspeção predial realizada rotineiramente evita acidentes, ações judiciais contra síndicos e desvalorização de imóveis
Emerson F. Tormann16:25

Diante de um cenário de incertezas econômicas e políticas no Brasil, vários segmentos amargam uma crise sem precedentes. O setor imobiliário figura entre os mais afetados. Falta de linhas de créditos acessíveis, falências de construtoras, desemprego, inflação e perda de poder de consumo do brasileiro, são alguns dos conhecidos motivos que levaram o ramo a derrocada e a desvalorização de imóveis.

Foto: DINO

Porém, os fatores conjunturais não são os únicos responsáveis pela crise. A depreciação do patrimônio também é resultado da falta de manutenção adequada. A negligência e falta de zelo, além de desvalorizar o bem, pode causar transtornos com obras, acidentes e processos jurídicos.


O técnico Emerson Tormann, especialista em gestão condominial e "facilities", sugere vantagens caso a inspeção predial seja realizada periodicamente: "A inspeção predial deve ser encarada pelo síndico e/ou gestor do condomínio como uma ferramenta de controle, que indicará as ações  a serem tomadas, em ordem de prioridade e relevância para o condomínio, inclusive do ponto de vista da segurança, neste caso, segurança física para moradores e trabalhadores e segurança legal para o síndico ou gestor."

A inspeção predial detecta problemas de falta de conservação, que gera a médio e longo prazo a perda do valor patrimonial e problemas de ordem administrativa, caso as normas de segurança e trabalhistas não sejam atendidas pelo condomínio.

Os riscos de acidentes aumentam consideravelmente quando os equipamentos e sistemas de uma edificação não recebam a devida manutenção. "Em pesquisa divulgada pelo IBAPE SP na publicação Inspeção Predial - A saúde dos edifícios, demonstra-se que 66% da incidência dos acidentes prediais têm origem em falhas de manutenção e uso. Os itens de segurança com certeza são uma prioridade. Porém uma simples falta de manutenção em um playground pode vir a causar um acidente grave, por isso somente a inspeção poderá demonstrar isto. Ela seria como um check-up da saúde do imóvel", alerta Tormann.

Atualmente a norma que regula a manutenção das edificações é a ABNT NBR 5674, porém existem inúmeras que tratam de inspeções e manutenções de sistemas específicos, como é o caso de sistemas de ar condicionado, regulamentada pela Portaria nº 3.523 de 1998 da ANVISA e LEIS municipais sobre a limpeza e conservação das caixas d'água.

À frente da gestão predial em condomínios e com uma série de normas obrigatórias, os síndicos podem ser responsabilizados civil e criminalmente por possíveis danos resultantes da má conservação predial. Emerson explica que "o síndico é o responsável legal pelo condomínio e é de sua responsabilidade manter e conservar o patrimônio comum, bem como pela capacitação e habilitação dos profissionais e empresas contratadas pela prestação de serviços ao condomínio."

A realização da inspeção predial pode prevenir uma série de inconvenientes na rotina de moradores de condomínios, reduzir riscos de acidentes graves, prejuízos e processos jurídicos intermináveis.

Fonte: IBAPE SP / eTormann

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Brasil bate recorde em capacidade de energia instalada
Emerson F. Tormann01:35


O Brasil registrou o recorde anual de nova capacidade instalada de energia elétrica. Segundo dados da Aneel, até o início de outubro de 2016, foram adicionados ao sistema elétrico nacional 7.525,3 MW, maior valor desde o início da série histórica, em 1998. A marca anterior era de 7.509 MW, em 2014.

Em setembro, o destaque foi o início da operação comercial de parques eólicos conectados na subestação Ibiapina, de responsabilidade da Chesf, e de duas unidades geradoras da hidrelétrica de Jirau.

Nos próximos meses, são esperadas a conclusão da motorização de Jirau, o início da operação da terceira unidade do sítio principal de Belo Monte e o acompanhamento das máquinas da ampliação da usina de Santo Antônio, com testes praticamente concluídos. O acompanhamento periódico da capacidade instalada prevê cerca de 9.700 MW em novos empreendimentos de geração, a entrar em operação em 2016.

Fonte: UDOP
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Hidrometração individualizada sem resíduo
Emerson F. Tormann11:15

Hidrometração Individualizada Sem Resíduo

Muitos síndicos ainda têm dificuldades ao contratar empresas para realizarem a individualização dos hidrômetros. Faltam informações objetivas sobre as vantagens oferecidas pela hidrometração além do real ganho com relação ao custo versus benefício. O Técnico Emerson F. Tormann foi buscar a solução definitiva para orientar os gestores de condomínios e evitar 'dores de cabeça'.

Para que o síndico e os moradores do condomínio não tenham que enfrentar o problema da cobrança da diferença de leitura do consumo de água do hidrômetro geral do prédio (coletivo) e o somatório dos hidrômetros individuais (incluindo-se o hidrômetro da área comum do prédio), as empresas de Engenharia devem apresentar projeto de individualização que evita a cobrança do RESÍDUO resultante dessa subtração.

O mais comum é, nesse caso, fazer a individualização sem dar entrada ao pedido formal de individualização na CAESB. Assim o próprio condomínio fará o rateio da cobrança do consumo de água de acordo com a leitura de cada unidade. A medição individualizada de água nos condomínios verticais visa promover a justiça na cobrança do consumo de água/esgoto pagando somente o que se consome.

Onde não há individualização de hidrômetros a conta de água é dividida por todas as unidades, num processo de rateio, desconsiderando o consumo real de cada uma. Exemplo: um apartamento com 1 morador paga o mesmo valor do que outro apartamento com 4 moradores.

Outro exemplo de injustiça é verificado em prédios sem individualização: se o condomínio não quitar integralmente a fatura de consumo de água, todas as unidades serão afetadas com a suspensão do fornecimento de água. No condomínio com individualização, se um morador deixar de pagar a conta do fornecimento de água com a CAESB somente o inadimplente estará sujeito à suspensão do serviço.

Os edifícios que implantaram a hidrometração individual, no Distrito Federal, apresentaram uma redução no consumo de água da ordem de 25%. (dados da ADASA)

Ainda sobre assunto da individualização de hidrômetros, a CAESB está para alterar a forma de medição do consumo da área comum do condomínio. Ela busca junto a ADASA alterar a resolução para eliminar o hidrômetro da área comum e deixar apenas o hidrômetro geral (agrupador) mais os individualizados.

Assim, a cobrança do consumo da área comum passa a ser a diferença da leitura do geral menos a soma dos individuais. Dessa forma acabará de vez a discussão sobre o RESÍDUO uma vez que a conta de água do condomínio passará a ser o próprio RESÍDUO! Pondo um fim às ações na justiça...


Ligue para (61) 99993-9155 e consulte.



PERGUNTAS FREQUENTES

1. O que é a hidrometração individualizada?

Consiste na instalação de hidrômetro(s) com a finalidade de se emitir contas individuais com o consumo real de cada residência.

2. É obrigatório fazer a hidrometração individualizada?

Não, a hidrometração individualizada não é obrigatória conforme a Lei Distrital Nº 4.383, de 28 de julho de 2009.

3. Quais são os benefícios oferecidos pela medição individualizada de água?
  • Redução no consumo geral em cerca de 25%;
  • Redução da taxa de condomínio;
  • Cada morador paga somente o que consome;
  • Rápida detecção de vazamentos;
  • Agrega valor aos edifícios;
  • Redução da inadimplência;
  • Redução do desperdício de água;
  • Promoção da justiça entre os moradores.

4. Quem deve comprar os hidrômetros, o morador ou a concessionária?

A aquisição dos hidrômetros fica a cargo do morador.

5. Quanto custa a implantação de hidrômetros individuais?

Cada caso deve ser avaliado individualmente pelo responsável técnico.

6. Existem empresas credenciadas para fazer esse tipo de obra em condomínios?

Não existe nenhuma empresa credenciada junto à ADASA ou à Concessionária, mas existem várias empresas que prestam este tipo de serviço no mercado. A Zeta Engenharia fornece projeto de individualização de hidrômetros para os condomínios e soluciona o problema da diferença de leitura ou "RESÍDUO" cobrado pela Caesb.

7. O que é resíduo?

É a diferença do consumo medido no hidrômetro geral do prédio e a soma dos consumos individuais. Ou seja, a Caesb emitirá contas de água para cada morador e também para o condomínio, que terá o seu consumo medido pelo(s) hidrômetro(s) de uso comum. Todavia, o hidrômetro geral, que foi mantido para controle, pode contribuir na conta do condomínio (conta de área comum indicada para cobrança) caso haja diferença positiva entre o consumo medido pelo hidrômetro geral e a soma dos consumos medidos nos hidrômetros individualizados.



LEGISLAÇÃO

LEI Nº 3.557 DE 18 DE JANEIRO DE 2005
(Autoria do Projeto: Poder Executivo)
Dispõe sobre a individualização de instalação de hidrômetro nas edificações verticais residenciais e nas de uso misto e nos condomínios residenciais do Distrito Federal, e dá outras providências.
LEI Nº 4.383, DE 28 DE JULHO DE 2009
Altera a Lei nº 3.557, de 18 de janeiro de 2005, que Dispõe sobre a individualização de instalação de hidrômetro nas edificações verticais residenciais e nas de uso misto e nos condomínios residenciais do Distrito Federal, e dá outras providências.

RESOLUÇÃO ADASA Nº 15, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2011
Estabelece os procedimentos para a instalação de hidrômetros individualizados em condomínios verticais residenciais e de uso misto no Distrito Federal. Revoga as Resoluções nº 175, de 19 de dezembro de 2007 e nº 99, de 16 de novembro de 2009.

LEI Nº 13.312 DE 12 DE JULHO DE 2016 
Altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, para tornar obrigatória a medição individualizada do consumo hídrico nas novas edificações condominiais.
A norma determina que as novas edificações adotem padrões de sustentabilidade ambiental que incluam, entre outros procedimentos, a medição individualizada do consumo hídrico por unidade imobiliária e passa a ter eficácia obrigatória em 2021.

Cartilha da CAESB para orientação de clientes

NBR 16.280 - Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos

Saiba mais: Conta d'água alta pode ser vazamento, saiba como identificar

Fonte: Emerson F. Tormann