quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Parecer sobre a atualização do PL 1536/2017 que trata de Ciência e Inovação
Emerson F. Tormann17:22


O projeto que estabelece as bases da política de inovação do DF foi discutido em audiência pública no dia 13 de setembro de 2017 no plenário da CLDF

Fazendo uma análise crítica de como se apresentou, nessa segunda fase do projeto de lei, chega-se às seguintes conclusões:
  • Mantiveram todos os erros da primeira versão;
  • Não Gera Riquezas, apenas aumenta as Despesas Públicas;
  • Não define Tecnologia, portanto não podemos fomentar, medir, e/ou fiscalizar o que não sabemos o que é;
  • Fundação de Apoio fomenta APENAS instituições Públicas;
  • Não define quantitativo mínimo de fomento para Tecnologia, pois Tecnologia não está definida, nesse caso "Gerar Papel" é o bastante, basta chamar de Tenologia, e pronto;
  • As contrapartidas das Instituições Públicas podem ser Recursos Públicos, o pobre brasileiro paga o fomento, e também as contrapartidas, sem ninguém que tenha interesse na geração de riquezas. Por conseguinte, o pesquisador público está em festa, poderá continuar a gastar os Bilhões de Reais sem fiscalização alguma;
  • Não define como será o Uso do Poder de Compra do Estado como fomento á Tecnologia Nacional;
  • Os ICTs Públicos podem continuar a Gerar Papel sem nenhum benefício para a sociedade, mais de 20 Bilhões de Reais foram gastos pelos ICTs Públicos nos últimos anos e os únicos beneficiados forma apenas os Pesquisadores Públicos e mais ninguém, nem hospitais, nem escolas, nem segurança pública.
Acompanhe a tramitação

Proposição: PL 1536/2017
Ementa: Dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento da pesquisa cientifica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo do Distrito Federal, com fins a estimular a geração de riquezas, e dá outras providências.

domingo, 22 de outubro de 2017

Produção de energia eólica no Brasil cresce mais de 25% até agosto, diz CCEE
Emerson F. Tormann08:56

A produção de energia eólica em operação comercial no Sistema Interligado Nacional (SIN)aumentou 25,7%entre janeiro e agosto de 2017 ante o mesmo período do ano passado, informou nesta sexta-feira (20) a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

turbina eólica - etormann.tk

A produção das usinas da fonte chegou a 4.032 MW médios, frente aos 3.208 MW médios gerados no mesmo período do ano passado.

A representatividade da fonte eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema alcançou 6,5 por cento em 2017, enquanto a energia hidrelétrica representou 73,8 por cento do total e as usinas térmicas responderam por 19,7 por cento, segundo a CCEE.

Ao final de agosto, a CCEE contabilizou 470 usinas eólicas em operação comercial no país, que somavam 11.951 MW de capacidade instalada, incremento de 25,5 por cento frente ao potencial das 374 unidades geradoras existentes em agosto de 2016, informou a câmara em nota.

O boletim indica que, por Estado, o Rio Grande do Norte segue na liderança da produção eólica no país com 1.316,7 MW médios de energia entregues em 2017, aumento de 26,5 por cento em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida, aparece a Bahia com 833 MW médios produzidos (alta de 26,4 por cento).

A geração eólica no Nordeste tem ajudado a região a lidar com uma severa escassez de água, que tem limitado a geração hidrelétrica.

O Rio Grande do Sul alcançou 583,5 MW médios (+21 por cento) em energia eólica, seguido pelo Ceará, com 552 MW médios (alta de 2,8 por cento) e o Piauí com 443,6 MW médios, aumento de 48 por cento frente à geração alcançada em 2016.

Fonte: Reuters.

sábado, 14 de outubro de 2017

Morre aos 77 anos Nélio José Nicolai e renasce o orgulho de ser técnico
Emerson F. Tormann15:32

O Técnico em Eletrotécnica, Nélio José Nicolai, é o inventor do identificador de chamadas telefônicas mais conhecido como BINA

CB

É com muita tristeza que noticiamos o falecimento de um profissional que lutou a vida toda por seus ideais e acreditou nas suas invenções. A perseverança pode ser considerada uma marca em sua trajetória como técnico. Ele nunca desistiu de levar adiante suas criações e por esse mesmo motivo foi ridicularizado por chefes e colegas de trabalho - "isso nunca vai dar certo! Quem vai comprar uma invenção dessas?" - o questionavam no trabalho...

O mineiro, que vivia em Brasília / DF, se recuperava de problemas de saúde quando complicações pulmonares o levaram ao óbito. Ele deixa quatro filhos e dois netos. O enterro do técnico em eletrotécnica foi na quinta-feira (12/10), e a família confirmou sua morte publicamente somente na sexta.

O nome BINA vem de binary identifier number address” e em 7 de Julho de 1992, Nélio José Nicolai depositou o pedido de número PI9202624-9 no INPI. Em 30 de Setembro de 1997 a carta-patente foi expedida. Esta patente, no entanto, é alvo de disputas judiciais desde 2003.

Há muita polêmica sobre a patente do BINA. Mesmo assim, Nicolai nunca desistiu e também não chegou a receber todos os ganhos que em tese teria direito a partir de sua invenção. A briga judicial para ganhar o reconhecimento dos direitos de uso do sistema de identificação de chamadas continuará tramitando mesmo depois de sua morte.

O mérito está, não apenas em ter contribuído com tecnologia usada no mundo inteiro, mas por ser TÉCNICO INDUSTRIAL como mostra seu registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia - CREA-DF. Equivocadamente, todos os sites de notícias da internet o identificam como engenheiro, o que não é verdade...



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