terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Charge - TACHO
Emerson F. Tormann00:21

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

1ª Escola Internacional de Energia Solar será na UnB
Emerson F. Tormann21:21

Intenção do projeto é capacitar e abrir portas para o recente mercado de fontes alternativas no país. Evento acontecerá em fevereiro de 2015

Lanna Santanna- Da Secretaria de Comunicação da UnB
Foto: Alex Lang
Ilimitada e sem agredir o meio ambiente, a geração de energia solar está se tornando cada vez mais viável no Brasil. A utilização desse tipo de energia já representa mais de 1% da matriz elétrica, segundo informações do Balanço Energético Nacional. E tende a crescer.
Para inserir e discutir este cenário, a Faculdade de Tecnologia (FT), em parceria com a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), realizará a 1ª Escola Internacional de Energia Solar.
O evento acontecerá no auditório Roberto Salmeron da FT entre 23 e 26 de fevereiro de 2015. A iniciativa pretende explorar as questões tecnológicas de conversão de energia solar, no âmbito da energia fotovoltaica e de sistemas térmicos, incluindo também a disponibilidade de recursos solares ao nível do solo.
Poderão participar alunos de graduação e pós-graduação, além de pesquisadores e profissionais do setor. Serão oferecidas 250 vagas. Para se inscrever, é preciso realizar cadastro no site.
O docente Mario Siqueira, um dos organizadores, destaca a importância de analisar o caminho de profissionais que seguem esta carreira no país. “No momento em que o governo sinaliza que os rumos da geração de energia passam por crescimento da energia solar, haverá demanda por recursos humanos especializados na área. Nisto, a iniciativa vem contribuir para a formação e difusão das tecnologias envolvidas”, justifica.
Após aprovação do projeto de lei (317/2013) que garante a equipamentos e componentes para geração de energia solar a isenção do imposto sobre  importação, há empenho para o desenvolvimento da fonte. Com isso, nos próximos 30 anos haverá maior mercado nesta área e mais interesse por parte dos investidores.
NA PRÁTICA – A Escola Internacional de Energia Solar programa uma série de mesas-redondas, palestras e workshops. O destaque será no primeiro dia, com a mesa-redonda “O futuro da energia solar no Brasil”. No evento, haverá tradução simultânea.
As palestras acontecerão no período da manhã, com profissionais e acadêmicos do país e do exterior. Já no período da tarde serão realizadas oficinas práticas oferecidas por empresas do ramo. Entre os palestrantes estão Carlos Frederico Coimbra, professor na Universidade da Califórnia, e Jeffrey Skeer, da Agência Internacional de Energia Renovável dos Estados Unidos.
A iniciativa, além de capacitar tecnicamente os interessados, ainda é uma oportunidade para realizarnetworking com empresas renomadas.
O valor para participar do evento é de R$ 50,00 para estudantes de graduação e pós-graduação e de R$ 200,00 para profissionais da área. Mais informações: (61) 3107 5656.


Fonte: UnB Agência
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domingo, 25 de janeiro de 2015

Energia elétrica mais cara no DF
Emerson F. Tormann18:49

nivel baixo do reservatorio da usina hidrelétrica de Furnas em Itumbiara / GO (UOL)


  A escassez de chuvas desde o início do ano e a necessidade de acionamento das usinas termoelétricas para compensar a menor geração hídrica desequilibraram o balanço do setor elétrico. Diante da necessidade de comprar energia para honrar contratos firmados, grandes geradoras tiveram papel determinante para a queda de 29,3% no lucro do período, comparando o intervalo entre julho e setembro de 2013.

  Os números refletem o momento delicado pelo qual passa o setor. Para evitar queda mais acentuada no nível dos reservatórios, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) tem dado prioridade ao uso das usinas térmicas. A contrapartida desse movimento é o déficit hídrico e a elevação dos custos da energia no mercado de curto prazo. Em agosto último, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou um aumento nas. tarifas da Companhia Energética de Brasília (CEB), que atende 962 mil unidádes consumidoras. Os moradores do Distrito Federal pagarão, em média, 18,88% a mais pela energia elétrica. Para estabelecer a nova taxa, de acordo com a agência reguladora, foram levados em consideração tanto o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que regula a inflação, quanto os demais custos da empresa, como a energia comprada de geradoras e os encargos de transmissão.

  Para o coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Elétrica (CEEE) do Crea-DF, Afonso Moura, além da reposição da inflação do período, que representou uma parcela pequena do aumento, o maior fator responsável pela elevação foi o preço da geração de energia, principalmente pelo custo da geração das termelétricas, em conseqüência do baixo nível dos reservatórios.

  Para os clientes de baixa renda, o aumento na conta de luz será de 18,08%. Indústrias conectadas em alta tensão serão majoradas em 19,9%. Na baixa tensão, que inclui consumidores residenciais, comerciais e rurais, a alta será de 18,38%. O reajuste é três vezes maior do que a inflação acumulada nos últimos 12 meses, calculada em 6,5% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ainda assim, o aumento foi considerado baixo por especialistas do setor elétrico. "Vale ressaltar que o reajuste médio calculado e autorizado pela Aneel para o Distrito Federal foi próximo de 28%, mas devido a um pedido de deferimento, ou seja, de redução, feito pela CEB, aplicou-se um reajuste menor. A tarifa de energia cobrada pela CEB é uma das mais baixas do Brasil", afirma Afonso.

  Segundo informou a companhia, esse reajuste é previsto nos contratos de concessão das distribuidoras de todo o País. A CEB pondera que, para economizar na conta de energia, o consumidor deve: utilizar equipamentos mais econômicos e de forma racional; evitar equipamentos ligados sem uso, ajustar corretamente o chuveiro elétrico e utilizá-lo no tempo necessário, entre outros (veja quadro).


Economizar energia elétrica e fugir de contas altas
  1. Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Estas duram mais e utilizam menor quantidade de energia;
  2. Não deixe a luz acesa em cômodos desnecessariamente;
  3. Aproveite ao máximo a luz do dia deixando cortinas e portas abertas. Em caso de mesas de trabalho e de leitura, coloque-as próximas às janelas;
  4. Máquina de lavar roupa e ferro de passar consomem bastante energia. Portanto, tente usá-los quando houver bastante roupa acumulada para realizar o trabalho de uma única vez;
  5. Evite deixar aparelhos eletrônicos em stand-by. Apesar de desligados, esse modo pode representar um gasto mensal desnecessário de até 12%;
  6. Regule a temperatura da geladeira no inverno, ajustando o termostato para evitar desperdício de consumo, e não forre as prateleiras para não exigir esforço redobrado do eletrodoméstico;
  7. Quando viajar, desligue a chave geral da casa para não gastar energia com aparelhos desnecessários;
  8. Avalie a possibilidade de instalar um sistema solar de aquecimento de água para abastecer toda a casa;
  9. Utilize fotocélulas - aparelhos que detectam a presença de movimento - em ambientes externos para que as luzes acendam somente à noite;
  10. No escritório, dê preferência a notebaoks, computadores, impressoras, copiadoras e outros equipamentos que consumam menor quantidade de energia.

Tarifa social

  Muitas famílias de baixa renda do Distrito Federal têm abatimento na conta de luz pelo programa "Tarifa Social de Energia". Instituída pela Lei Federal nO 10.238/2002, a tarifa possibilita a redução de até 65% na conta de energia. Mas, para receber o desconto, é preciso que a unidade consumidora seja residencial e a família atente a um dos seguintes requisitos:

  1. Estar inscrita no Cadastro Único (CADúnico) para programas sociais do governo federal, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo;
  2. Estar inscrita no CADúnico, com renda mensal total de até três salários mínimos e ser portador de doença ou patologia cujo tratamento ou procedimento médico exija o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para seu funcionamento, necessitam de consumo de energia elétrica;
  3. Receber o benefício de prestação continuada da assistência social que contempla a pessoa com deficiência e o idoso com 70 anos ou mais, e que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção e nem de tê-la provida por sua família.

PLD

  A ANEEL analisa o resultado da audiência pública sobre os novos limites para o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) de energia elétrica, que é usado no mercado de curto prazo. Os valores propostos são R$ 388,04 por megawatt- hora (MWh) para o PLD máximo, e R$ 30,26/MWh para o mínimo, a partir de janeiro de 2015.

  O PLD é o preço que as distribuidoras pagam pela energia que têm que comprar fora dos contratos, que possuem preços fixos. Em 2014, o PLD máximo foi fixado em R$ 822,83/MWh. Segundo a agência, no período de 2003 a 2013, o limite máximo do PLD foi atingido em somente duas semanas operativas, em janeiro de 2008. Em 2014, no entanto, o limite foi alcançado em praticamente todas as semanas operativas de fevereiro a maio, caiu em junho e vem subindo desde então, ficando próximo do máximo em setembro.

  Afonso Moura alerta que a situação em todo o País é muito grave, e, há possibilidade de reajustes elevados de tarifas, pelo menos nos próximos três anos. "Pelo comportamento das chuvas nesse início de período, tudo indica que teremos também alguma forma de racionamento já no início do próximo ano", diz.

Fonte: CREA-DF

Existe problema em deixar o celular carregando a noite toda?
Emerson F. Tormann15:31



Estudo esclarece os principais mitos sobre o assunto


Já faz parte da rotina dos proprietários de smartphones ao chegar em casa ligar o aparelho no carregador e assim permanecer pelo máximo de tempo possível para que, no outro dia, ao sair de casa, não sofrer com falta de carga na bateria. Mas você já parou para pensar nas consequências de deixar o celular plugado na tomada durante toda a noite?

O professor David MacKay, da Universidade de Cambridge, Inglaterra, realizou um estudo sobre o assunto e apresenta as respostas definitivas para os questionamentos e mitos que rondam a questão. Confira:

Consumo de energia

De acordo com o professor, o consumo de energia do carregador conectado na tomada, mas sem o smartphone plugado, é mínimo. “Desligar obsessivamente o carregador é como socorrer o Titanic com uma colher de chá. Desligue-o, mas, por favor, tenha ciência de quão pequeno esse gesto é”, explicou. Se o aparelho estiver conectado ao carregador após atingir 100% da carga, entretanto, há um pequeno aumento no consumo de energia, ainda que pouco. Nesta situação, há um consumo de 2,4 W em um ano.

Risco de explosão

Muita gente se preocupa com a possibilidade do aparelho explodir devido a exposição do smartphone por muito tempo à corrente elétrica. O professor MacKay, entretanto, afirma que a chance é muito pequena. Os aparelhos e carregadores mais modernos cortam boa parte da energia que corre entre os dispositivos assim que a carga está completa, evitando sobrecargas.

"Efeito memória"

As baterias modernas de íon de lítio já não possuem o velho "efeito memória" das baterias de celulares m ais antigos. O que pode acontecer é que todos os componentes possuem um ciclo de vida que é diminuído quanto mais eles permanecem conectados na rede elétrica. Mas o professor assegura que esse tempo ainda é maior do que o período no qual você irá ficar com o seu aparelho eletrônico

Fonte: Administradores

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A importância do sistema de energia alternativo (No-break / Gerador)
Emerson F. Tormann19:57

Fala-se muito sobre indisponibilidade de energia elétrica e precário fornecimento de eletricidade pelas concessionárias de todo o Brasil. Por isso recomenda-se investir em um sistema de fornecimento ininterrupto de energia.


No Distrito Federal a concessionária que abastece a cidade é a Companhia Energética de Brasília - CEB. Como não se pode confiar 100% no fornecimento de energia da concessionária, o uso de sistemas de backup energético são praticamente obrigatórios. O fornecimento adequado de energia é vital para os equipamentos pois evita danos, além de aumentar a vida útil de seus componentes.

Vejam abaixo algumas notícias ocorridas em um único dia no Distrito Federal:

12:02 - APAGÃO ATINGE VÁRIAS REGIÕES DO DF
O desligamento parcial de duas subestações de Furnas provocou o desligamento de quatro subestações em Brasília, das 6:55 às 7:39. Quase 260 mil unidades consumidoras do DF foram afetadas pela a queda de energia.
22/01/2015 - Band News - JORNAL BANDNEWS FM BRASÍLIA – ADRIANO OLIVEIRA E FERNANDA MAKINO

18:29 - FALTA LUZ EM VÁRIOS PONTOS DO DF
Vários pontos no DF enfrentam neste momento problema de falta de energia. Principalmente Taguatinga, Ceilândia e Sobradinho. Sobre o apagão no Sudoeste, a CEB informou que ainda não foi notificada sobre o caso. Um pouco mais cedo, a subestação que abastece a Asa Norte falhou, deixando moradores sem luz por cerca de 20 minutos.
22/01/2015 - Band News - BANDNEWS FM BRASÍLIA

18:19 - CEB JUSTIFICA QUEDA DE ENERGIA
O desligamento parcial de duas subestações de Furnas provocou falta de luz em quatro cidades de Brasília. Taguatinga foi a mais prejudicada e moradores reclamam de caos. Essa é a terceira vez nos últimos quatro dias que o fornecimento de energia foi interrompido no DF. Em nota, a CEB informou que a queda de energia dessa quarta-feira afetou quase 260 mil unidades consumidoras.
22/01/2015 - Band News - BANDNEWS FM BRASÍLIA

18:17 - QUEDA DE ENERGIA PREJUDICA METRÔ
Devido a problemas técnicos pela falta de energia, o Metrô teve que ser desligado por aproximadamente dez minutos nesta tarde. A companhia informou que o trajeto do trem seguiria com baixa velocidade. Passageiros relataram que toda vez que chove enfrentam problemas com o Metrô.
22/01/2015 - Band News - BANDNEWS FM BRASÍLIA


Energia Solar
Proteja sua família contra acidentes envolvendo instalações elétricas. Faça manutenção periódica e preventiva. Invista em sistemas de geração de energia. Evite os prejuízos inerentes à interrupção do fornecimento de eletricidade. Não fique parado sem poder trabalhar. Não fique no escuro. Aumente a segurança da sua residência e/ou condomínio. Chame um técnico habilitado para fazer uma avaliação em sua rede elétrica. Emissão de laudo técnico e ART. Solicite orçamento ligando para (61) 9993-9155.

Problemas em linhas de Furnas causam blecaute no Distrito Federal
Emerson F. Tormann13:42

Desligamento parcial durou 41 minutos e afetou 257 mil unidades consumidoras




O desligamento automático de duas linhas de transmissão de Furnas que atendem o Distrito Federal provocou a queda de quatro subestações da CEB e deixou sem energia 257.520 unidades consumidoras em várias cidades satélite de Brasília no início da manhã desta quinta-feira, 22 de janeiro. O incidente, segundo a estatal, aconteceu às 6:55 horas e foi consequência da atuação dos dispositivos de proteção das linhas de 138 kV e 345 kV ,conectadas à Subestação Brasília Sul, de propriedade da empresa.

A assessoria de Furnas informou que o processo de recomposição do sistema foi acionado em seguida, e a energia restabelecida às 07:37 horas. “As causas dos desligamentos estão sendo apuradas”, informou em nota.

A CEB também divulgou Comunicado informando que o desligamento afetou as regiões administrativas de Ceilândia, Taguatinga, Guará, Estrutural, Lúcio Costa e Vicente Pires. O fornecimento foi normalizado nessas regiões às 7:39 horas. As subestações da distribuidora atingidas são Ceilândia Sul, Ceilândia Norte, Guará e Taguatinga. Na última quarta-feira, 20, um problema em uma subestação da distribuidora deixou parte da Asa Sul do plano-piloto de Brasília sem energia por 18 minutos no início da tarde. O DF foi atingido também pelo corte de carga ordenado pelo ONS na última segunda-feira, 19.

Fonte: Sueli Montenegro, da Agência CanalEnergia
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sábado, 17 de janeiro de 2015

Instalação de ar condicionado no apartamento requer cuidados
Emerson F. Tormann23:01

Um aparelho de ar condicionado é objeto de desejo em dias de forte calor, mas pode se transformar em problema no condomínio se alguns cuidados não forem tomados.

Além de escolher o tipo de condicionador de ar que atenda as necessidades da família e não cause prejuízos na hora de pagar a conta de luz, é necessário tomar precauções e se informar sobre as regras e estrutura do prédio antes de instalar o aparelho no apartamento.

As administradoras de condomínio lembram que, quando nenhum outro apartamento do prédio tem ar-condicionado, é necessário que o interessado comunique o síndico ou a administradora, para que se verifique a viabilidade técnica da instalação e se garanta que a carga elétrica do edifício vai comportar o aumento do consumo.

Se a convenção do condomínio tiver uma cláusula específica que proíba a instalação de equipamentos, é necessário alterar o documento.

Além disso, se o condomínio não tem um padrão previsto para a instalação de equipamentos de ar condicionado, é preciso realizar uma assembleia geral.

Também deve-se lembrar que as instalações ou modificações do prédio não podem alterar ou causar danos à harmonia da fachada.


Fonte: Folha de S. Paulo
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Só convenção de condomínio pode regular obrigações condominiais
Emerson F. Tormann22:57



Uma associação de moradores de um mesmo prédio jamais pode exercer os direitos e deveres de uma associação de condomínio. Isso porque a associação é quem legalmente tem a função de regular as relações entre moradores.

Foi o que decidiu a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao negar provimento a Recurso Especial de proprietários de apartamentos que deixaram de pagar a taxa condominial depois de criar uma associação com atribuições que caberiam ao condomínio, inclusive cobrança das cotas.

O relator do recurso especial, ministro Luis Felipe Salomão, explicou que, em se tratando de condomínio edifício, o legislador promoveu regramento específico, limitando o direito de propriedade, “visto que a harmonia exige a existência de espírito de cooperação, solidariedade, mútuo respeito e tolerância, que deve nortear o comportamento dos condôminos”.

Ainda segundo ele, ao fixar residência em um edifício, é automática e implícita a adesão do morador às suas normas internas, “que submetem a todos, para manutenção da higidez das relações de vizinhança”. Tanto é que o artigo 1.333 do Código Civil dispõe que a convenção de condomínio torna-se obrigatória para os titulares de direito sobre as unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção.

Na origem, o condomínio do Residencial Flamboyant, situado em Águas Claras (DF), ajuizou ação de cobrança de taxas condominiais contra dois proprietários de imóveis localizados no bloco D. O juízo de primeiro grau julgou o pedido procedente e os condôminos apelaram ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que manteve a sentença. No STJ, eles sustentaram que o condomínio não arcava com as despesas comuns do bloco D.

Salomão destacou que a Súmula 260 do STJ estabelece que a convenção de condomínio aprovada, ainda que sem registro, é eficaz para regular as relações entre os condôminos.

“As decisões relevantes de gestão devem ser tomadas no âmbito interno do condomínio, mediante votação em assembleia, facultada indistintamente a todos os condôminos que estão quites.”, destacou Salomão. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.


Fonte: Conjur

Veja os 10 erros mais comuns em reformas hidráulicas e saiba como evitá-los
Emerson F. Tormann22:55

Dicas ajudam a planejar a obra com mais segurança

Saiba o que fazer para evitar erros na parte hidráulica da sua casa (Fotos: Shutterstock)

Fazer uma reforma exige muita atenção para evitar que erros aconteçam. Nem todo mundo tem conhecimento da parte hidráulica, tubulações, registros e outras coisas que envolvem a parte de água da casa.

Para que você não caia em problemas desconhecidos, o 100 Pepinos separou uma lista com 10 erros que deve ser evitada ao longo da obra. E acredite, são dicas simples que vão te livrar dos pepinos futuros.

Erro 1 – Conversar com o encanador apenas sobre os pontos de água que quer ter em casa (pias, privadas e torneiras), sem entender e verificar como a instalação dos tubos será feita.

As tubulações mal feitas são as principais fontes de problemas com água fria. A má qualidade é muito fácil de esconder, pois os canos ficam embutidos nas paredes. Os pepinos aparecem logo, mas não imediatamente. Portanto é essencial saber quais tubos serão usados na sua casa, por onde vão passar e testá-los antes de fechar as paredes.

Lembrete importante: jamais permita que o encanador fixe tubos de água fria ou faça dobras nos canos usando fogo para derreter o material. Compre as conexões apropriadas.

Exija tubulações de qualidade para a parte hidráulica da sua casa

Erro 2: Só se preocupar com beleza das louças e torneiras.

Contrate um encanador profissional para orientar no projeto e compra das peças. Não adianta ter as melhores louças e torneiras e instalar tudo errado ou comprar a peça inadequada ao uso

Por exemplo, para comprar uma ducha (com aquecimento solar ou a gás) é preciso saber a altura da caixa-d’água até o ponto de instalação porque isso indica a quantidade de ‘m.c.a.’, que é a abreviação de metros por coluna d´água. Na embalagem das duchas, há a indicação de para quantos m.c.a. ela é indicada. Se comprar um modelo incompatível, o jato sairá fraco.

Em apartamentos, quanto mais baixo for o andar, maior é a pressão da água, pois o reservatório fica próximo ao telhado. Se seu apartamento fica 10 metros abaixo da caixa d´água do prédio, isso significa que a pressão será de 10 m.c.a.

Os fabricantes oferecem garantia contra defeitos de fabricação e, nunca, contra defeitos de instalação ou de compra. Fique de olho!

Erro3 : Usar apenas um registro para a casa inteira.
Coloque um registro em cada ambiente onde houver pontos de água (banheiros, cozinhas, área de serviço, etc.). Assim, se houver algum problema você pode fechar apenas o trecho necessário, e não fica sem água na casa toda.

Coloque um registro para cada ambiente da casa que tenha água

Erro 4: Não prestar atenção na marca do fabricante dos tubos e conexões na hora de comprar.

Por mais que todos os tubos pareçam iguais, eles não são. As peças das marcas diferentes podem não se ajustar bem entre si, o que aumenta o risco de vazamentos. Por isso, seja qual for a marca escolhida no início, siga com ela na parte de tubos e conexões para a casa inteira, verificando isso na hora de cada compra. E, claro, prefira materiais com qualidade e certificação.

Erro 5: Guardar os tubos e as conexões de qualquer jeito durante a obra.

Os tubos devem ser guardados sempre na posição horizontal. As conexões devem ficar em sacos ou caixas. O material deve ficar em local sombreado, sem tomar sol direto para não danificar.

Erro 6: Não medir direito os espaços na hora de definir a posição dos futuros pontos de água.

Este é um problema comum com lavatórios e privadas. Não se esqueça de que além do lugar para a própria louça, será preciso deixar espaço para quem vai usar a pia e o vaso sanitário e também para abrir a porta.

Lembre: O vaso sanitário deve ter pelo menos 20 centímetros livres em cada uma de suas laterais.

Erro 7: Deixar o pedreiro fechar a parede antes de testar o encanamento.
Peça para o encanador conferir se há algum encanamento vazando na sua obra nova. Esse teste deve ser feito antes de instalar torneiras, privada e chuveiro e antes de fechar a parede.

O encanador deve colocar um plug para tampar todos os locais de saída de água (onde ficarão torneiras, privada, chuveiro) e abrir o registro deixando-o aberto por 24h. Certifique-se de que a caixa d´água esteja cheia antes de começar o teste. Daí será possível ver se há pontos de vazamento e onde eles estão.

Se tiver encanamento vazando, o encanador deve refazer o trecho usando peças de conexão apropriadas. E peça que ele repita o teste até não haver mais nenhum vazamento. Acompanhe de perto.

Só depois de ter certeza de que a tubulação está boa, sem vazamentos, autorize o pedreiro a fechar as paredes.

Teste as torneiras antes de fechar a parede e evite dor de cabeça

Erro 8: Deixar o encanador instalar pias, torneiras e privadas antes de terminar o acabamento dos pisos e paredes.

Os metais e peças sanitárias (torneiras, misturadores, privada) são os últimos a serem instalados.

Alguns profissionais preferem instalar tudo logo, receber seu pagamento e partir para os próximos clientes. Não permita isso.

A obra de hidráulica tem dois momentos: o primeiro é aquele em que são passados os canos e deixados os pontos de abertura no chão e na parede. Depois disso, o encanador tem que fazer uma pausa, que é quando o pedreiro instala pisos e azulejos ou quando o pintor entra em ação.

Só depois do acabamento de chão e paredes feitos é o que o encanador volta pro segundo momento, que é o de instalar lavatórios, pias, vasos sanitários, torneiras e misturadores.

Você deve pedir que o seu encanador espere até terminar de pintar ou revestir as paredes no seu banheiro ou cozinha. Se não, o risco de estragar as louças caras durante a obra é muito grande, sem falar que essas peças vão atrapalhar o trabalho do pedreiro e do pintor.

Não erre nos tamanhos das tubulações para cada lugar

Erro 9: Não guardar um plano de instalação hidráulica depois da obra.

Os canos não ficam visíveis e logo esquecemos por onde eles passam. O melhor a fazer é ter um projeto ou planta de hidráulica. Se não tiver, peça para o encanador fazer um desenho dos cômodos. Uma forma de garantir a informação é combinar com o encanador e o pedreiro que você vai tirar fotos de todas as paredes e do chão com os tubos aparentes, antes das paredes e piso serem fechados.

Não saber por onde passam os canos é uma limitação ruim. Isso pode trazer problemas na hora de fazer reparos necessários, de decorar ou de fazer reformas futuras dos banheiros ou cozinha.

Erro 10: Esquecer pontos de saída de água para aparelhos e torneiras.

Isso é muito ruim! A cozinha está prontinha com aquele revestimento lindo na parede da pia e você lembra que quer colocar um filtro de água na parede, mas não deixou um ponto hidráulico pra conectar. E agora tem que quebrar tudo – ou ficar sem o filtro!

Pense antes nos pontos de abastecimento que vai precisar. Você quer aquela geladeira com água na porta ou um filtro sobre a pia? Quer alguma torneira no quintal? Planeje. Lembre-se também que a altura de torneiras instaladas na bancada é diferente das torneiras que saem direto da parede. Também escolha antes o tipo de cuba que quer (de apoio, de embutir ou de sobrepor) para não errar essa medida!

É bom conhecer erros para evitar que eles aconteçam na sua casa ou para reconhecer algum que você nem tinha notado.

Fonte: ZAP Imóveis
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Truques para combater o calor
Emerson F. Tormann22:53

Confira soluções simples para reduzir o calor dentro da sua casa nos meses de maiores temperaturas

Manter a casa fresca durante o verão é o desejo de todos e, ao mesmo tempo, uma tarefa difícil. Para ajudá-los, preparamos uma lista com soluções simples para diminuir a temperatura da sua casa.


Veja quais mudanças você pode aplicar a sua casa:
  • Opte por tecidos leve e de cores claras para sua casa, seja lençóis, cortinas e tapetes.
  • Para tapetes, guarde os de lã e inclua fibras na sua decoração, como a juta e o algodão.
  • Plantas! Quanto mais verde sua casa tiver, mais ar fresco.
  • Ligue o ventilador de teto girando no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Isso ajuda a retirar o ar quente do ambiente.
  • Outra dica com ventilador é colocá-los de pé em frente a portas ou janelas abertas para direcionar o ar quente para fora do ambiente durante o dia.
Se ainda tiver lâmpadas incandescentes, substitua-as pelas opções fluorescentes. Além de reduzir o calor emitido pelas lâmpadas, ajuda a reduzir também o consumo energético. Uma cozinha bem ventilada também ajuda a reduzir a sensação de calor dentro de casa, pois quanto mais rápido o calor do forno e do fogão se dissipem, melhor.

Fonte: ImovelWeb

Como lidar com vizinhos malucos?
Emerson F. Tormann22:51

Dicas e conselhos para lidar com as desavenças que podem ocorrer na vida em comunidade.




Quem pensa no lar dos sonhos põe muitas coisas na conta: luminosidade, o tamanho dos cômodos, a localização, a existência de uma varanda gostosa ou de uma área de lazer agradável no condomínio. Mas não passa pela cabeça de ninguém conferir se algum dos seus vizinhos seria capaz de atirar copos de vidro no seu jardim ou deixar fezes humanas na sua porta.

Lia Coldibelli, 30 anos, coordenadora de conteúdo em uma produtora de vídeo, também não se preocupou com isso. “Aluguei uma casa com um quintal delicioso. Até que minha vizinha começou a dizer que nós ficávamos muito na parte de fora de casa e que isso a incomodava”, conta. A partir daí, não pararam as reclamações, incluindo a acusação de que Lia era garota de programa, por receber muitas pessoas em casa. “A imobiliária sempre esteve do meu lado, pois conhecia o histórico desses vizinhos”, diz a produtora de vídeo.

Lia colecionou e-mails grosseiros e maus- tratos, até decidir procurar uma nova casa. Pouco antes de mudar-se, convidou dois casais para uma pizza (dentro de casa, justamente para não incomodar). “Os vizinhos deviam estar alucinados, pois jogaram um copo de vidro no meu quintal. Saí e os vi arremessando um vaso que quase me acertou”, desabafa. “No dia seguinte acordei e tinha fezes humanas na porta da minha casa. Adivinha quem jogou?” Ela mudou de casa e hoje diz ter vizinhos ótimos.

Quem mora em casa não tem uma instância superior para recorrer, como um síndico. Por outro lado, nos condomínios, a proximidade dos apartamentos torna a relação entre vizinhos potencialmente mais explosiva. “O boom imobiliário faz as queixas aumentarem”, diz o advogado Fernando Zito, sócio do escritório Rachkorsky Advogados Associados, especializado em direito condominial. “Muitas pessoas que se mudam para prédios cresceram em casa e não têm cultura de condomínio”, diz o advogado. A situação só piora com os avanços tecnológicos que permitem lajes mais finas e, portanto, mais permeáveis a ruídos.

Há acusações mais fáceis de arbitrar que outras. Uma festa com volume muito alto num apartamento pode ser facilmente comprovada pelo síndico após uma chamada pelo interfone. Outras queixas, no entanto, podem ser difíceis de comprovar e controlar, como uma reclamação de que um cachorro late o dia inteiro ou que a vizinha de cima fica horas à noite andando de salto alto pela casa. Como o morador incomodado que reclama nem sempre apresenta provas, sobra para o síndico arbitrar o conflito.

Em caso de disputas, a mediação é do síndico
“Às vezes um morador está bravo com outro e faz uma acusação. O síndico precisa ter jogo de cintura, porque muitas vezes a solução depende da postura dele”, afirma Fernando. Para as mediações darem certo, é preciso também ter na ponta da língua as regras de convenção do condomínio e o regulamento interno. Isso vale para assuntos que regem a vida comum, como regras para horários e locais onde é permitido fazer barulho, alterações na fachada, uso de elevadores e vagas na garagens, com multas previstas em caso de infração.

Nos casos em que a reclamação é cabível, tanto para quem acusa quando para quem quer se ver livre da acusação, vale convocar testemunhas (como o próprio síndico) nos horários e situações de queixa. Provas são importantes: cheiros, infiltrações e ruídos precisam ser documentados. “O síndico tem que ter a cautela de verificar as acusações: perguntar para o vizinho ao lado, conferir se houve um exagero do reclamante. Às vezes a pessoa prejudicada filma ou chama escrevente de cartório das 9h às 23h para comprovar numa ata notatorial que houve barulho vindo de um apartamento”, diz Fernando.

Nas convenções de condomínio já existe a figura do ‘condômino antissocial’
Para dar conta de casos extremos, já existem convenções de condomínio que tratam da figura do condômino antissocial. “É o que desrespeita a norma sistematicamente”, diz o advogado. Não adianta multar: quase sempre, é um condômino que está em atraso com o condomínio e simplesmente deixa as multas se acumularem. “Existem ações na Justiça para expulsar esse tipo de morador de condomínio. O dia em que acontecer uma decisão judicial para afastar o morador que não consegue viver em coletividade, vai ser uma revolução, porque todo o condomínio tem alguém com esse perfil”, diz Fernando.

Para viver numa comunidade, é preciso ser flexível. Márcia Romão, gerente de atendimento ao cliente da Lello Condomínios, acredita que faz parte encarar um latido ou outro, ou aqueles minutinhos em que o salto da vizinha arrasta no piso quando ela chega em casa. “Tem que bancar um pouco o psicólogo também, tentar descobrir qual morador de um apartamento é a melhor pessoa para resolver conflitos.”

É preciso respeitar o vizinho que tem um estilo de vida diferente do seu
Muitas vezes o exagero da reclamação é resultado da falta de empatia “É natural uma pessoa que não tem filho reclamar de criança ou quem não gosta de animais reclamar de quem tem cachorro”, diz Márcia. Para melhorar essas relações, ela também aposta na figura do síndico. “Aquele que tenta integrar consegue estimular uma relação saudável. Dá muito resultado fazer confraternizações no condomínio, como festa junina ou Natal.”

Há conflitos que extrapolam a regulação interna do condomínio. Um dano no carro do vizinho, por exemplo, ou um vazamento que não envolva a coluna d’água do prédio. Esses devem ser resolvidos entre as partes.

Se o diálogo não resolver, resta recorrer à polícia, para evitar um prejuízo maior. “Recomendo fazer um boletim de ocorrência e, se continuar o problema, sobretudo para quem mora em casas, entrar com uma ação judicial no tribunal de pequenas causas”, avalia Fernando.

Fonte: IG

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Condomínio terá de pagar danos morais à família de vítima de descarga elétrica
Emerson F. Tormann14:21



A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão que condenou um condomínio da cidade de Itajaí (SC) a indenizar a família de um pedreiro morto por descarga elétrica na casa de força do prédio. O colegiado não considerou exagerado o montante de R$ 270 mil, que será dividido entre a mãe e a companheira da vítima.

O pedreiro foi contratado pelo condomínio para fazer um conserto em sua casa de força. Ao entrar ali, foi atingido por descarga elétrica que causou morte instantânea.

A mãe da vítima e sua companheira ajuizaram ações indenizatórias.

Culpa concorrente
A sentença afastou a ideia de culpa exclusiva da vítima. De acordo com os depoimentos prestados no inquérito policial, a vítima contribuiu para a ocorrência do evento, pois não obedeceu às normas que restringiam o acesso ao local.

Porém, segundo o juízo de primeiro grau, a culpa do pedreiro seria concorrente, uma vez que o porteiro do edifício permitiu sua entrada e até lhe abriu a porta.

O valor dos danos morais estabelecido na sentença foi de R$ 150 mil para cada uma, com correção monetária a partir do arbitramento e juros de mora desde a data do evento (novembro de 2005).

Na apelação, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) reduziu o valor da indenização para R$ 135 mil para cada uma, o que representou um montante global condenatório de 900 salários mínimos vigentes à época do acidente.

Reexame dos fatos
Inconformado, o condomínio entrou com recurso especial no STJ buscando o reconhecimento da culpa exclusiva da vítima e, subsidiariamente, postulou a redução do valor indenizatório.

Em seu voto, o relator, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, destacou que o tribunal estadual, ao manter a condenação do condomínio, afastou a alegação de culpa exclusiva da vítima, reconhecendo, porém, que o pedreiro concorreu para o evento.

De acordo com o ministro, só mediante o reexame das provas – que é vedado pela Súmula 7 do STJ – seria possível, eventualmente, reconhecer a exclusividade da culpa da vítima e assim afastar a culpa concorrente (apontada tanto na sentença quanto no acórdão).

Sobre o valor indenizatório, o ministro considerou razoável o que foi estabelecido pelo tribunal estadual.

“Está pacificado o entendimento desta corte superior no sentido de que o valor da indenização por dano moral somente pode ser alterado na instância especial quando ínfimo ou exagerado, o que não ocorre no caso em tela, em que foram consideradas as peculiaridades, arbitrando-se a indenização em valor razoável em relação à extensão do dano sofrido”, afirmou Sanseverino.

Informações processuais: (61) 3319-8410

A notícia acima refere-se aos seguintes processos:
REsp 1341355

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

2015: ano de retomada do setor imobiliário
Emerson F. Tormann02:47

Encerramos 2014 com a certeza de que lutamos para vencer as dificuldades enfrentadas pelo setor imobiliário do Distrito Federal. Em mais de 30 anos de atuação e dedicação exaustiva a este segmento produtivo, nunca passamos por uma situação tão delicada. Os entraves na aprovação de projetos da construção civil, a falta de uniformidade na interpretação das normas e leis vigentes e infraestrutura nos novos setores habitacionais, exigências equivocadas e a demora na aprovação do RIT (Relatório de Impacto de Trânsito) foram temas recorrentes na pauta do setor durante os últimos 4 anos. Além disso, os impasses burocráticos que atrasam os empreendimentos imobiliários e elevam em até 20% o custo do imóvel no Distrito Federal também ganharam destaque nos inúmeros encontros entre a diretoria e representantes do governo.

Neste cenário, a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) tem firmado compromissos com os órgãos governamentais para diminuir os impactos negativos da burocracia no mercado imobiliário, buscando sempre o bem-estar dos nossos clientes e da sociedade. Além disso, tem apresentado também à Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) os problemas de infraestrutura de novas regiões administrativas como Águas Claras, Samambaia, e principalmente, o Noroeste. Este último foi motivo de levantamento realizado pela entidade, que identificou inúmeros problemas, tais como: sistema de transporte e de iluminação pública deficientes, falta de placas de sinalização, ausência de calçadas, paisagismo e drenagem de águas pluviais e urbanização, instabilidade no fornecimento de água e de energia elétrica, lixo e detritos espalhados pelo bairro.

Em novembro de 2013, foi firmado um termo de compromisso entre a Terracap e o setor da construção para superar esaes entraves no Noroeste, infelizmente não honrado. Ainda há muito a se fazer e, agora, vivemos a expectativa de uma nova e promissora etapa para a administração pública do Distrito Federal. Esperamos que, com trabalho e união, possamos fazer de 2015 um ano de retomada do crescimento do mercado imobiliário do DF e de novas conquistas voltadas, especialmente, para maior aceleração na aprovação de projetos e redução da burocracia. Acreditamos que o perfil técnico da equipe do governador Rodrigo Rollemberg será positivo para a indústria da construção civil.

O compromisso dos que integram a Ademi-DF com o presente e o futuro de Brasília permanece o mesmo: produzir, gerar emprego e renda, movimentar a economia do DF. Por isso, a associação colocará em prática no próximo ano o Projeto Valorização do Setor Imobiliário do Distrito Federal, criado com o objetivo de resgatar o papel de protagonista da indústria da construção civil, geradora de boas notícias na economia local e regional. Essa iniciativa é um sinalizador das ações que precisam ser realizadas no curto, médio e longo prazos para que a indústria imobiliária — uma das principais de nossa região — volte a ter condições de prosperidade e horizonte positivo nas próximas décadas.

Fonte: Correio Braziliense

sábado, 3 de janeiro de 2015

Programas da ASSOSÍNDICOS
Emerson F. Tormann22:15





1
Escola de Síndicos: Programa de Qualificação e Requalificação de Síndicos e Subsíndicos da ASSOSÍNDICOS/DF.
Detalhes do programa: O programa Escola de Síndicos visa a formação e cada vez mais a profissionalização dos síndicos e subsíndicos conselheiros e funcionários de condomínios no Distrito Federal e Região Metropolitana.
Objetivos: Realização de cursos específicos para síndicos, subsíndicos, conselho fiscal e interessados. Formar mil pessoas por ano em diversos cursos.
Cursos: Curso Básico de Síndico; Curso de Síndico Profissional e Curso de Gestão de Condomínio.
Cidades: Guará, Cruzeiro, Sudoeste, Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras, Asa Sul, Sobradinho e Valparaíso.
Participantes: 721 participantes.
Valor: Gratuito.


2
Qualifica Condomínios: Programa de Qualificação e Requalificação de Funcionários de Condomínios e Pessoas para trabalhar em Condomínios da ASSOSÍNDICOS/DF.
Detalhes do programa: O programa Qualifica Condomínios quer a qualificação e requalificação de funcionários de condomínios e preparar cada vez mais as pessoas para trabalharem em condomínios.
Objetivos: Realização de cursos específicos para porteiros, zeladores, socorristas ,agente de serviços gerais. Formar oitocentas pessoas por ano em diversos cursos.
Cursos: Curso de Agente de Portaria, Curso de Agente de Zeladoria e Curso de Primeiros Socorros .
Cidades: Sudoeste, Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Setor de Clubes Norte e Asa Sul.
Participantes: 537 participantes.
Valor: Gratuito.


3
Orientação Jurídica: Programa de Apoio Jurídico ao Síndico e Subsíndico.
Detalhes: Com artigos interessantes e um conjunto de perguntas e respostas mais frequentes, orientamos nossos associados para que sua gestão prospere sem os percalços deste intricado mundo jurídico a que cidadãos e condomínios no Distrito federal estão sujeitos. Você associado, poderá fazer suas consultas pontuais via e-mail para receber a orientação legal para suas dúvidas, sem ter que pagar por isso.
Objetivos: Questões legais como: construir uma conversão ou regimento interno, fazer cobrança, firmar contratos comerciais, respeitar o condomínio, direitos e obrigações do trabalhador direitos do condômino e do condomínio e tantos outros aspectos serem respeitados, fazem parte da orientação jurídica que os consultores parceiros da ASSOSÍNDICOS irão proporcionar a seus associados.
Responsável pelo programa: ANDERSON MACHADO, ADRIANA BARBOSA, TARLEY MAX, SÔNIA RIOS, JOSÉ DE RIBAMAR PINHEIRO JUNIOR, DEBORA PANTOJA E ISABELA PANTOJA.
Mais informações: 9903-2909, 9281-9186, 8173-5760, 9977-7436, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 94 orientações.
Valor: Gratuito.


4
Orientação Administrativa:
Programa de Apoio Administrativo ao Síndico e Subsíndico.
Detalhes do programa: A associação leva orientações de administração, explorando temas importantes para a gestão administrativa no seu condomínio.
Objetivos: Como calcular os custos do Condomínio em que você administra; Qualidade de atendimento aos condomínios;
Relação humanas no condomínio; Liderança e motivação para uma boa gestão administrativa; Plano de contas; Recursos Humanos; Orçamento.
Responsável pelo programa: RONAN PIRES NONATO, PAULO ROBERTO MELO E HUGO BERTO DE OLIVEIRA.
Mais informações: 9140-5662, 9303-8774,8633-0328, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 42 orientações.
Valor: Gratuito.


5
Orientação Gerencial: Programa de Apoio Gerencial ao Síndico e Subsíndico.
Detalhes do programa: Orientações serão dadas em artigos e respostas a perguntas gerenciais mais frequentes e, caso você tenha outras dúvidas, poderá mandar sua pergunta por e-mail que ela será respondida sem que você tenha que pagar nada por isso.
Objetivos: Aqui você irá receber orientação de consultores em gestão de condomínios, explorando temas importantes para sua gestão no seu condomínio: Como analisar as oportunidades e riscos do negócio e decidir se vale a pena investir; Como traçar seu plano de estratégico de seu condomínio; Como divulgar sua gestão em seu condomínio; Como estabelecer diferenciais para alavancar seu condomínio.
Responsável pelo programa: DENNER LUCIANO BATISTA, ANTONIO LISBOA MELO E PAULO ROBERTO.
Mais informações: 9914-9004, 8250-8656, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 57 orientações.
Valor: Gratuito.


6
Orientação Contábil:
Programa de Apoio Contábil ao Síndico e Subsíndico.
Detalhes do programa: Artigos técnicos e uma área dedicada a perguntas frequentes para se informar. Além disso, você poderá enviar e-mail com perguntas não respondidas anteriormente, que nossos contadores irão respondê-las para o associado da ASSOSÍNDICOS.
Objetivos: Na ASSOSÍNDICOS você terá dicas de como gerir e manter seu condomínio em dia com o fisco, ministério do trabalho informando os calendários de obrigações e orientando suas escolhas para legalização de suas atividades. Mas lembre-se que nossa orientação contábil não irá dispensar os serviços contabilidade/administradora de seu condomínio.
Responsável pelo programa: ADRIANO DE ANDRADE MARROCOS, ELIZABETH OLIVEIRA, GIOVANNI MALVEIRA, CESAR AUGUSTO MARINHO PERPETUO.
Mais informações: 8522-3941, 9242-4900, 9986-70138508-9609, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 39 orientações.
Valor: Gratuito.


7
Selo de Qualidade ASSOSÍNDICOS: Programa de Certificação das Melhores Empresas Prestadoras de Serviços para Condomínios do Distrito Federal e Região Metropolitana.
Detalhes do programa: Os critérios estabelecidos para obtenção do Selo de Qualidade ASSOSÍNDICOS/DF têm como referência diversos critérios para certificação da gestão e da qualidade nos serviços prestados, combinando critérios de excelência em gestão e instrumentos de avaliação. Por meio de avaliação criteriosa, realizada por pessoas especializados, a empresa deve atingir uma nota mínima para conquistar o selo de qualidade
Objetivos: O programa selo de qualidade pretende oferecer aos síndicos, além das certificação das empresas com grau de excelência e qualidade em serviços uma lista no site da ASSOSÍNDICOS das empresas certificadas para melhorar a vida dos síndicos.
Responsável pelo programa: Paulo Roberto Melo, Ricardo Horta e Rogério Neves.
Mais informações: 8225-4660, 8115-3927, 8155-3321, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 19 empresas pré-selecionadas.
Valor: R$750,00.


8
Vistoria Legal: Programa de Inspeção e Manutenção Predial.
Detalhes do programa: O programa Vistoria Legal e mais um serviço que a ASSOSINDICOS traz para que nossos síndicos possam fazer vistorias bienais em seus condomínios.
Objetivos: o objetivo programa e fazer vistorias nas partes hidráulicas, elétrica, estrutural e de elevadores.
Responsável pelo programa: Emerson Tormann e Francisco Rabelo.
Mais informações: 9993-9155, 8126-3030 e 8497-2015.
Participantes: 14 condomínios inspecionados.
Valor: Consulte a Diretoria de Engenharia e Vistoria da ASSOCIAÇÃO.

9
Semana do Síndico:
Programa de Capacitação, Mobilização e Elevação da Auto - Estima do Síndico e Subsíndico
Detalhes do programa: A ASSOSÍNDICOS realiza a semana do sindico e subsíndico no Distrito Federal, com uma série de ações em diversos locais do DF em comemoração ao dia do sindico. Dentro desse programa são entregues os prêmios: Síndico Nota 10, Síndico Bom de Gestão e o Mérito ASSOSÍNDICOS.
Objetivos: Elevar a auto - estima do síndico, integrar, capacitar, empreender e inovar com a troca de experiência em eventos por todo DF.
Responsável pelo programa: MARCELO CAUS SICOLI, FRANCISCO BERTOLDO E OLIVAR DE MATOS.
Mais informações: 8162-8891, 9944-8866, 8101-1481, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 2400 participantes.
Valor: Gratuito.

10
Clube de Vantagens: Programa de Desconto Real aso Associado Contribuinte.
Detalhes do programa: O programa busca parcerias com empresários e proprietários de lojas, universidades, escolas, cinemas, teatros, shows, literatura, postos de gasolina, restaurantes, seguros, jornais e revistas.
Objetivos: O associado contribuinte tem descontos em aproximadamente 700 estabelecimentos com o cartão Clube de Vantagens ASSOCIADO CONTRIBUINTE. Assim a ASSOSÍNDICOS/DF melhora a qualidade de vida dos associados e promove bem estar.
Responsável pelo programa: FRANCISCO BERTOLDO DAS NEVES E OLIVAR DE MATOS.
Mais informações: 9944-8866, 8101-4884, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 700 cartões entregues.
Valor: Gratuito para associado contribuinte.


11
CARAVANA DA ASSOSÍNDICOS:
Programa de Apoio ao Síndico e Visita In Loco ao Condomínio.
Detalhes do programa: A CARAVANA DA ASSOSÍNDICOS visa levar a informação, ideias, projetos e consultoria aos condomínios e conhecer a realidade do condomínio.
Objetivos: Apoiar os síndicos por meio de orientação e visita in loco ao condomínio.
Responsável pelo programa: LILIANE PARAGUASSÚ, PEDROANA MARIA CARVALHO FRAZÃO, ONEIDA DE FREITAS ABATE, ALZIRA MARIA DA SILVA MONTES, CARLOS WILLIAN RESENDE, HÉLIO PAES LEME, GUSTAVO BARBOSA MACHADO, CLAUDIA ABATE, AGDA MARIA STEMLER, ERONICE SOUZA LIMA, JÚNIOR TOCCELIO DIAS BRUNÓRIO, EDNA MARIA DE SOUZA RODRIGUES E EDNALDO VENTURA DA COSTA.
Mais informações: 8201-6375, 9842-9515, 9644-6424, 9626-1113, 8128-6675, 9931-6663, 8459-9916, 9665-5755, 8105-7777, 9966-5556,8633-0328, 9122-7666, 8315-2501, 8319-0109, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 84 condomínios visitados in loco.
Valor: Gratuito.


12
ECO ÓLEO:
Programa de Preservação Ambiental e Desenvolvimento Social.
Detalhes do programa: Recolhimento de óleo de cozinha em condomínios e transforma-lo em sabão em barra para ser distribuído em instituições filantrópicas e pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Objetivos: Desobstruir as tubulações de rede de esgoto, evitar o despejo direto em rios e no lençol freático, melhorando a qualidade de vida de todos e promovendo o bem estar sócio ambiental.
Responsável pelo programa: EMERSON TOMANN E AMARILDO COSTA MOTA.
Mais informações: 8366-8381, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: 29 condomínios estão entregando o óleo de cozinha.
Distribuição: 4 instituições beneficiadas.
13
Corrida do Síndico:
Programa de confraternização do síndico através do incentivo ao esporte.
Detalhes do programa: Busca desenvolver a pratica de esportes e valorizar o sindico.
Objetivos: Corrida para confraternizar e incentivar a pratica de esportes entre síndicos, subsíndicos e moradores de condomínios.
Responsável pelo programa: HUGO ALBURQUERQUE, GUSTAVO BARBOSA MACHADO, BRADEMIR WOLFF DA SILVA E CLAUDIA ABATE.
Mais informações: 8114-1732, 8105-7777,8138-8587, 9966-5556, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: Marcada para 31 de maio de 2015.
Valor: R$40,00.


14
FUTSAL ENTRE CONDOMÍNIOS:
Programa de Esporte Entre Condomínios
Detalhes do programa: Busca desenvolver a pratica de esportes entre moradores de condomínios.
Objetivos: Confraternizar e incentivar a pratica de esportes entre condomínios, condôminos, síndicos, subsíndicos e conselho fiscal.
Responsável pelo programa: SÔNIA RIOS.
Mais informações: 9977-7436, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: Campeonato com início em 14 de março de 2015.
Valor: R$50,00 por time.


15
PASSEIO CICLISTICO COM SINDICOS:
Programa de Incentivo ao Uso de Ciclovias e Melhoria da Qualidade de Vida.
Detalhes do programa: Busca desenvolver a pratica de esportes e valorizar o sindico.
Objetivos: Passeio ciclístico para confraternizar e incentivar a pratica de esportes entre síndicos, subsíndicos e moradores de condomínios.
Responsável pelo programa: CLAUDIA ABATE E HÉLIO PAES LEME.
Mais informações: 9665-5755, 8138-8587, 9966-5556, 8497-2015 e 9993-9155.
Participantes: Passeio marcado para o dia 28 de fevereiro de 2015.
Valor: R$12,00 a camiseta.