sexta-feira, 25 de novembro de 2011

País se prepara para implementação do sistema smart grid, rede inteligente de energia
Emerson F. Tormann14:55


O Brasil está se preparando para a adoção do sistema smart grid, isto é, a aplicação da tecnologia da informação e comunicação para tornar mais eficiente a infraestrutura de eletricidade. De acordo com Cyro Boccuzzi, vice-presidente da Enersul (Empresa de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul), estão na pauta discussões sobre leis e regulamentações que definirão os novos parâmetros na medição de energia e modalidades tarifárias.

Mesmo em um cenário de formatação dos marcos regulatórios, diversas companhias já anunciaram investimentos na área e até vem colocando projetos em prática, comenta o especialista.

“Várias empresas estão estudando o smart grid, sendo que algumas estão desenvolvendo projetos. Os investimentos já estão sendo locados nos planos normais de expansão das companhias, seja em automação ou em tecnologias de medição”, disse Boccuzzi, que também é presidente do Fórum Latino Americano de Smart Grid e participou do comitê estratégico de Energia da Amcham-São Paulo nesta quarta-feira (23/11).

Os planos dizem respeito também às geradoras, transmissoras e distribuidoras, além de organizações dos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações, que têm desenvolvido soluções inovadoras. “Companhias de TI e Telecom estão acompanhando essa transformação. Trata-se de um mercado corporativo interessante, que demanda modernização. E há ainda a questão da integração de infraestruturas (energética e telecomunicações”, ressaltou.

Um dos exemplos citados por Boccuzzi, enfatizando as novas oportunidades de negócios, é a compra da AES Atimus Group , empresa controladora da Eletropaulo Telecomunicações, e da AES Communications Rio de Janeiro pela operadora de telefonia móvel TI. O acordo dessa operação, no valor de R$ 1,6 bilhão, foi anunciado em julho deste ano. No comunicado oficial da compra, a TIM explicou que um dos objetivos da aquisição das redes de fibra óptica é reforçar sua oferta de banda larga móvel.

Siemens
O Brasil é considerado um dos principais países onde a Siemens tem colocado foco nos negócios relacionados a smart grid. “O potencial do Brasil é grande tanto em função de ampliação do PIB (Produto Interno Bruto), aumento do consumo de energia, desenvolvimento das cidades e necessidade de maior integração de fontes renováveis no sistema”, afirmou Guilherme Mendonça, diretor da Divisão de Negócios Smart Grid da companhia.

A Siemens é líder mundial no mundo e no Brasil na área de automação e proteção elétrica. Segundo ele, as áreas de transmissão e geração são as que mais têm avançado nesse movimento de modernização. A empresa está envolvida em toda a tecnologia aplicada na gestão das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, que fazem parte do complexo do Rio Madeira.

Agora, o maior desafio no País está na distribuição, argumentou o especialista. Porém, o segmento já tem esboçado evolução. “O smart grid tem várias faces, sendo que uma das principais está relacionada a automação, comunicação e controle, onde temos atuado fortemente, inclusive na distribuição, em clientes como a Light, Eletropaulo, Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) e CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). Porém, o grande desafio está agora na implementação da medição eletrônica de energia”, completou.

Formatação das regras do jogo
Na última terça-feira (22/11), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aprovou a metodologia que define a cobrança diferenciada de tarifas de energia elétrica de acordo com os horários de consumo.
De acordo com Cyro Boccuzzi, as grandes indústrias no País já pagam custos de energia variáveis conforme os horários do dia. “Os custos de energia não são planos, não são únicos. Nos horários de pico, são maiores. Mas isso não foi aplicado ao mercado residencial devido ao alto custo da medição. Agora, com tecnologias e medidores eletrônicos em evolução, será factível.”

Segundo ele, aqueles clientes que gerenciarem o uso, poderão ter redução na conta. Mas, quem não gerenciar, poderá ter aumento”, destacou o VP da Enersul.

Considerado passo fundamental para essa nova realidade, o Programa Nacional de Substituição dos Medidores, que tem passado por uma série de audiências públicas, deverá ser anunciado entre o final deste ano e início de 2012 também pela Aneel.

Boccuzzi explicou que o a mudança dos equipamentos se dará de forma gradativa a partir de 2014, sendo que primeiro serão contemplados os grandes consumidores. Será necessário debater até que faixa de consumo a substituição será feita, isto é, a avaliação da real necessidade de se contemplar pequenos consumidores de energia. “Contudo, há a possibilidade de lançamento da modalidade pré-paga, que será interessante para o gerenciamento.”

O governo ainda terá que definir a fórmula de custeio dos equipamentos, se haverá repasse às tarífas ou se as empresas vão financiar, assumindo margens mais apertadas.

"As regulamentações estão em andamento, mas de maneira muito solta. Falta uma política de governo, que transcenda mandatos", criticou o engenheiro.

Eficiência e sustentabilidade
O smart grid permitirá que os clientes interconectem suas células fotovoltaicas (painéis solares) ou pequenas turbinas de geração eólica, como uma tecnologia plug and play, sendo que o excedente poderá ser vendido à rede.

O novo sistema, conforme o vice-presidente da Enersul, viabilizará ainda a redução de perdas de energia em função de maior controle, medição e gerenciamento da energia distribuída pelas concessionárias e diminuição de interrupções e problemas de qualidade.

O diretor de Smart Grid, Guilherme Mendonça, destacou que as tecnologias aplicadas ao setor de energia são prementes para uma eficiente distribuição de energia em um cenário de crescente urbanização, necessidade de ampliação da matriz renovável e redução de emissões de gases causadores do efeito estufa. “As redes inteligentes serão fundamentais para um futuro mais sustentável”, concluiu.

Fonte: AMCHAM

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Encontro Nacional de Tecnologia da Informação
Emerson F. Tormann10:35

Encontro Nacional de Tecnologia da Informação 

Ocorreu em Brasília-DF nos dias 25, 26 e 27 o Encontro Nacional de Tecnologia da Informação que contou com as seguintes atividades paralelas:


- II Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios
- II Encontro Nacional de Qualidade de Software
- II Encontro Nacional do Software Público Brasileiro
- I Encontro de Governança em Tecnologia da Informação
- I Encontro Nacional de Dados Abertos
- Pré-Conferência Nacional de Governo Eletrônico

Contato: admin@softwarepublico.gov.br

Confira as palestras que foram disponibilizadas acessando o seguinte endereço: http://www.softwarepublico.gov.br/arquivos

domingo, 8 de maio de 2011

Convênios
Emerson F. Tormann14:31

AABB - ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL - SP - AABB
ABET - ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE DOS EMPREGADOS EM TELECOMUNICAÇÃO
ABRATUR - AGÊNCIA BRASILEIRA DE VIAGENS E TURISMO
ABRAVA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE REFRIGERAÇÃO
ACECO TI S.A.
ACEP - ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL PARAISENSE
ACGT - ASSOCIAÇÃO DOS COLABORADORES DO GRUPO TEJOFRAN
ADATEC - ADAPTAÇÃO E TECNOLOGIA LTDA EPP
ADCFEBEM - ASS. DESP. E CULTURAL DOS FUNCIONÁRIOS DA FUNDAÇÃO CASA
ADEPOM - ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DOS POLICIAIS MILITARES DO ESTADO DE SÃO PAULO
AECOESP - ASSOCIAÇÃO DOS ESCREVENTES TÉCNICOS JUDICIÁRIOS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
AEPS - ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DA ASSOCIAÇÃO DAS PIONEIRAS SOCIAIS
AEROCARGAS TRANSPORTES E LOGÍSTICAS LTDA
AESSP - ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS E EX-EMPREGADOS DO SESI DO ESTADO DE SP
AFALESP - ASSOCIAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO
AFBRAZ CENTER CLUB TURISMO E VIAGENS LTDA
AFPCESP - ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA POLICIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO
AFPESP - ASSOC. DOS FUNC. PUBLICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
AFUSE SINDICATO DOS FUNCIONARIOS E SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO
AGEPOL - ASSOC. DOS AGENTES POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SP
AIESP - ASSOCIAÇÃO DAS IGREJAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
AIPESP - ASSOCIAÇÃO DOS INVESTIGADORES DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
AKI ADMINISTRADORA DE CARTÕES LTDA
ALATUR VIAGENS E TURISMO
ALDEIA DO SABER EXERCÍCIO DA CIDADANIA - ALDEIA DO SABER
ALPHAVOX REC DE CRED E TELEATENDIMENTO LTDA
ALPHAVOX RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO
AMAFÉM - ASSOCIAÇÃO MÃO AMIGA DE AMPARO FEMININO
AMAPF - ASSOCIAÇÃO DO MOVIMENTO AVANÇADO PARA O FUTURO
ANFIP - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL
APAE - FEDERAÇÃO DAS APAES DO ESTADO DE SÃO PAULO
APAE FRANCA - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE FRANCA
APAMAGIS - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MAGISTRADOS
APASP - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS SERVIDORES PÚBLICOS
APATEJ - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS TECNICOS JUDICIARIOS
APCEF - ASSOCIAÇÃO DE PESSOAL DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
APCEF/ DF - ASSOCIAÇÃO DO PESSOAL DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL DO DISTRITO FEDERAL
APCEF/SP - ASSOCIAÇÃO DE PESSOAL DA CAIXA ECONOMICA FEDERAL DE SÃO PAULO
APM - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES - ESCOLAS PARCEIRAS
APOIO ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS LTDA
APROFEM - SIND. DOS PROF. E FUNC. DO ENSINO MUNICIPAL DE SP
APROFEM - SINDICATO DOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS MUNICIPAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO
APSEN FARMACÊUTICA S/A
ARCO - ASSOC. RECREATIVA DOS EMP. DOS CORREIOS S.P METROPOLITANA
ARCO/SPM
ARCOR DO BRASIL
ARIZONA - TRIPLE A PRODUÇÃO CROSSMEDIA S.A
ASACLUB - CLUBE DE BENEFÍCIOS ASA
ASANATEL- ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA ANATEL
ASAV - ASSICIAÇÃO DOS SERVIDORES ADMINISTRATIVOS DA UNIN. FEDERAL DE VIÇOSA
ASCMSP - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA CAMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
ASCT - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO MCTI
ASEJESP ¿ ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SP
ASJCOESP - ASSOC. DOS SERVENTUÁRIOS DE JUSTIÇA DOS CARTÓRIOS OFICIALIZADO
ASMIP - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
ASMPF-SP - ASSOCIAÇÃO DOS SERV. DO MINIST.O PÚBLICO FEDERAL
ASOF - ASOF ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS OFICIAIS DE CHANCELARIA DO SERVIÇO EXTERIOR BRASILEIRO
ASPAVI CORRETORA DE SEGUROS GERAIS LTDA
ASPOMIL - ASSOCIAÇÃO ASSISTÊNCIA POLICIAIS MILITARES SÃO PAULO
ASSAAP - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES ATIVOS
ASSAÍ - BARCELONA COMERCIO VAREJO E ATACADO S/A
ASSES - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PUBLICOS DA SAÚDE NO ESTADO DE SP
ASSETJ - ASSOCIAÇÃO DOS SERVI. DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SP
ASSINDIC - ASSOCIAÇÃO DOS SINDICOS E MORADORES DO CONDOMÍNIO
ASSOC DOS SUBTENENTES E SARGENTOS PM DE SP 13ª REGIÃO - ASSPM
ASSOC. BRAS. DE CULTURA E DESENVOLVIMENTO ESTUDANTIL - ABCDE
ASSOC. DOS FUNC. DA POLICIA CIVIL DO ESTADO DE SP - AFPCESP
ASSOC. EST. DO SETOR PÚBLICO E PRIVADO DO ESTADO DE SP- AESP-SP
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ITUVERAVA
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO - ACSP
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE CAJURU
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE ITUPEVA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL SAPUCAIENSE
ASSOCIAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DA REGIÃO DE ITAQUERA - AIRI
ASSOCIAÇÃO DAS LOJAS DE SHOPPINGS DO ESTADO DE SÃO PAULO
ASSOCIAÇÃO DO COMERCIO E LOJAS DO LITORAL NORTE DE SÃO PAULO
ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS REGIÃO DE FRANCA
ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE ALPINÓPOLIS
ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE BATATAIS
ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE ALTINÓPOLIS
ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO METRÔ - UNIMETRO
ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DO DF
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DA JUVENTUDE
ASSOCIAÇÃO OBRA SOCIAL DOM BOSCO
ASSOCIAÇÃO SABESP
ASSOCIAÇÃO SECURITARIA DOS SERVIDORES BENEFICIENTE
ASSOCIAÇÃO UNIVERSITÁRIA PASSENSE
ASSOSÍNDICOS-DF ASSOCIAÇÃO DOS SÍNDICOS E SUBSÍNDICOS DO DISTRITO FEDERAL E REGIÃO METROPOLITANA
AST EXPRESS LTDA.
AST LOCADORA LTDA.
ATACADÃO DISTRIBUIDORA
ATENTO DO BRASIL
AZ PRODUÇÕES CROSSMEDIA LTDA
BANESPREV - FUNDO BANESPA DE SEGURIDADE SOCIAL
BARBOSA E GUIMARÃES ADVOGADOS ASSOCIADOS
BARDELLA S.A INDÚSTRIAS MECÂNICAS
BARELA CORP. CORRETORA DE SEGUROS
BCP CLUBE
BIOFTNESS - BIOHEALTH COMÉRCIO DE ARTIGOS ESPORTIVOS E GINÁSTICA
BOA VISTA SERVIÇOS
BOMBRIL S/A
BOSCH - ROBERT BOSCH CENTRO DE COMUNICAÇÃO LTDA.
BRANDSCLUB
BRASAL REFRIGERANTES SA
BRASIL PHARMA S/A
BRQ IT SERVICE BRQ SLUÇÕES EM INFORMATICA S/A
BV FINANCEIRA (GRUPO)
C & C - CASA E CONSTRUÇÃO
CAASP - CAIXA DE ASSISTENCIA AOS ADVOGADOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE SÃO PAULO
CALÇADOS MONTELLI INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA
CALÇADOS VOSMAR LTDA EPP
CALL CONTACT CENTER
CÂMARA MUNICIPAL DE SERRANOS
CAMPEC - ASSOCIAÇÃO CAMPEC DOS POLICIAIS MILITARES
CANAL DE INFORMÁTICA
CARNES CARNES - JDF COMERCIO DE CARNES
CARREFOUR COMÉRCIO E INDUSTRIA LTDA
CARVAJAL INFORMAÇÃO - PUB.MÍDIAS ESPECIALIZADAS LTDA
CASA FLORA LTDA
CASAS BAHIA - COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO
CASAS PERNAMBUCANAS - ARTHUR LUNDGREN TECIDOS S/A
CATHO ONLINE LTDA
CB - CASAS BAHIA CONTACT CENTER
CCBU - CENTRO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS BRASIL ESTADOS UNIDOS LTDA. EPP
CDB - CENTRO DE DIAGNÓSTICOS BRASIL
CELLULLAR MIX - RAKE & RAI TELECOMUNICAÇÕES LTDA
CENTRAL BOTÕES
CENTRAL DE VANTAGENS ACESSORIA EMPRESARIAL LTDA
CENTRAL DE VANTAGENS ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA
CENTRO ODONTOLOGICO ALESSANDRO JANUÁRIO
CERTISIGN - CERTISIGN CERTIFICADORA DIGITAL LTDA
CERTISING CERTIFICADORA DIGITAL
CESB - CONFEDERAÇÃO DO ELO SOCIAL BRASIL
CET - COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO
CHB COMÉRCIO E SISTEMAS
CHECK EXPRESS S/A
CHECK OK - REDE SCB REDE DE SERVIÇOS DE CRÉDITO DO BRASIL
CHOCK DOCE - J ARANTES TRANSPORTE E LOGÍSTICA LTDA
CIEE - CENTRO DE INTEGRAÇÃO EMPRESA ESCOLA
CIMED INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS LTDA
CIMENTOLÂNDIA - DISTRIBUIDORA DE CIMENTO FRANCANA LTDA
CLINICA SÃO MIGUEL
CLUBE CASTELINHO - ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE FRANCA
CLUBE NOVO - BILHETERIA.COM PRODUÇÕES E PROMOÇÕES LTDA
COCAPEC - COOPERATIVA DE CAFEICULTORES E AGROPECUARISTAS
COLÉGIO PRÓ-SABER BIO S/S LTDA
COMGAS - COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO S/A
COMPART MARKETING PROMOCIONAL
CONNECTOM TELEINFORMÁTICA COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
CONQUISTA SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO LTDA
CONSÓRCIO LUIZA - LUIZA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA
CONSTRUTORA PASSARELLI LTDA
COOPERATIVA DA POLICIA MILITAR - COOPMIL
COOPERSAUD - COOPERATIVA DE TRABALHO DE PROF. DA ÁREA DA SAÚDE
COOPERSAUD - COOPERATIVA DE TRABALHO DE PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE
COOPERTEL - COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DO GRUPO TELEFÔNICA
COOPMIL- COOP. DE ECON. E CRÉD. MÚTUO DOS PM. E SERV. DA SEC. SEG. PÚB. DE SP.
CORPFLEX INFORMÁTICA LTDA
CORPORIS BRASIL CENTRAL DE COOP. TRAB E SERVIÇOS
CORRETORA MEDEZANI - MARA LILIA DE PAULA ME.
COURO & ARTE ESTOFAMENTOS FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE TAPEÇARIA
CRB - CENTRO RADIOLÓGICO DE BRASÍLIA S/A
CREDIT CASH ASSESSORIA FINANCEIRA LTDA
CRG - CENTRO RADIOLÓGICO DO GAMA S/A
CRP-DF - CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO DISTRITO FEDERAL
CRTR-DF - CONSELHO REGIONAL DE TECNICOS EM RADIOLOGIA 1 REGIAO
CSU CARD SYSTEM
CTBC - ALGAR TELECOM S/A
CULTURA INGLESA - ASSOCIAÇÃO CULTURA INGLESA SÃO PAULO
CUSHMAN & WAKEFIELD CONSULTORIA IMOBILIARIA LTDA
DANONE LTDA
DECOLAR.COM LTDA
DELOITTE TOUCHE TOHMATSU AUDITORES INDEPENDENTES
DERSA - DESENVOLVIMENTO RODOVIÁRIO S/A
DIGIMAGEM MEDICINA DIAGNOSTICA LTA
DIREITO DE OUVIR - DIREITO DE OUVIR SISTEMA AUDIOÓGICOS LTDA
DNR GESTÃO EMPRESARIAL E BANCARIA EM COBRANÇAS
DROGABELA - FRANFORTES DROGARIA LTDA.
DROGAFARMA LTDA
DROGARIAS DROGAVERDE
DURATEX
DVI RADIOLOGIA - ODONTO CLÍNICA DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
EDITORA FTD S/A
EDITORA GLOBO S.A
EDITORA VD
ELECTROLUX
ELETROPAULO ELETRICIDADE DE SÃO PAULO
ELETROZEMA S/A
EMERGENCIA QUIMICA LTDA
EMPRESÁRIO COBRANÇA E GESTÃO DE RISCO LTDA
EMPREZA - EMPREZA GESTÃO DE PESSOAS E SERVIÇOS LTDA
ENGEMET METALURGIA E COMÉRCIO LTDA
ENGEMET METALÚRGICA E COMERCIO LTDA
ESAC - ESCOLA DE APRENDIZAGEM E CIDADANIA DE FRANCA
ESCOLA SANTA TEREZA - CONQUISTA SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO LTDA
ESPORTE CLUB PINHEIROS
ESPRO - ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SOCIAL PROFISSIONALIZANTE
ESQUADROS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
ESTRELA DISTRIBUIÇÃO - LEONINO XAVIER EUROPEU - ME
ESTRELA DISTRIBUIÇÃO - MAXIMUS ATACADISTA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA EPP
ESTRELA DISTRIBUIÇÃO - MIQUEIAS SANTOS CORDEIRO
ETC INDUSTRIAL LTDA
FAME PROD. ELETRICOS LTDA
FECHADURAS AROUCA
FED. EMP. EMPRES. GERAC. TRANSP. DISTRIB. ELET. EST. SP
FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SP - FIESP
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES COOPERADOS
FEPAF ¿ INSTITUTO FEPAF INTEGRAÇÃO E BEM-ESTAR
FIDI - FUND. INST. DE PESQUISA E ESTUDO DE DIAG. POR IMAGEM
FIDI - FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISA E ESTUDO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
FKEO - FEDERAÇÃO DE KARATE DOS ESTILOS OKINAWANOS E LUTAS ASSOCIADAS DO DF
FLY TOUR AGÊNCIA DE VIAGENS E TURISMO (GRUPO FLYTOUR)
FOOD SHOP GALO BRANCO PRODUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA
FORCE LINE INDÚSTRIA E COMERCIO DE COMPONENTES ELETRONICOS
FORD MOTOR COMPANY BRASIL S.A.
FORUM IMAGEM EMPREENDIMENTOS HOTELEIROS LTDA
FOTOPTICA LTDA
FRANCA SHOPPING - CONDOMINIO FRANCA SHOPPING
FULL GESTÃO TOTAL DE SERVIÇOS
FUNDAÇÃO CASA - SP - FUNDAÇÃO CENTRO DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO AO ADOLESCENTE - SÃO PAULO
FUNDAÇÃO ITAU CLUBE E UNIBANCO
FUTURA BRASIL - OLT TRANSPORTE LTDA
FUTURA BRASIL - TFT LOGISTICA E TRANSPORTE LTDA
GAP NET VIAGENS E TURISMO LTDA
GAP TUDO BEM TUDO BOM
GERDAU AÇOS LONGOS S/A
GERTEC SERVIÇOS BRASIL LTDA
GLOBAL AIR CARGO LTDA
GLOBAL PRED MANUTENÇÃO INDUSTRIAL LTDA.
GOINTEGRO - EXECUTIVA DE ALIANÇAS E BENEFÍCIOS
GOL LINHAS AÉREAS
GPA - GRUPO PÃO DE AÇUCAR
GRANDE ORIENTE DO ESTADO DE S. PAULO (MAÇONS)
GRANT THORNTON CONSULTING SERVICE LTDA
GREEN RIVER INDÚSTRIA E COMERCIO LTDA
GREMIO DOS FUNCIONÁRIOS DA SOFTMATIC
GRÊMIO PMSP
GREMIO RECREATIVO E CULTURAL SP TRANS
GRÊMIO VIRTUAL LINCARD
GRILO ACADEMIA - DANILO L.L. DA CRUZ ACADEMIA ME
GRUPO AMIL ASSISTÊNCIA MÉDICA INTERNACIONAL
GRUPO GPS - TOP SERVICE SERVIÇOS E SISTEMAS LTDA
GRUPO INAL - HOSPITAL E INSTITUTO CEMA
GRUPO INAL - HOSPITAL VILLA LOBOS
GRUPO PETROBRAS
GRUPO SELETA
GRUPOFORT DECORAÇÕES - MENDONÇA & MENDONÇA CARPETES EIRELI
GSS SEGURANÇA LTDA
GUTHA EVENTOS LTDA ME
HARGOS RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO E GESTÃO DE RISCO LTDA
HARMONIA ADMINISTRADORA BRASILEIRA DE BENEFÍCIOS LTDA.
HESSELBACH
HIDROMAR - RA PRODUTOS HIDRAÚLICOS LTDA
HIPERMARCAS SA
HOLD CONSULTORIA E PLANEJAMENTO S/C LTDA
HOSP. SÃO CRISTOVÃO - ASSOC. BENEFICIÊNCIA E FILANTRÓPICA SÃO CRISTÓVÃO
HOSPITAL 9 DE JULHO S.A.
HOSPITAL AC CAMARGO - FUNDAÇÃO ANTONIO PRUDENTE
HOSPITAL ADVENTISTA DE SÃO PAULO
HOSPITAL AVICCENA
HOSPITAL BANDEIRANTES - SOCIEDADE ASSISTENCIAL BANDEIRANTES
HOSPITAL DAS CLINICAS - FMUSP - FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
HOSPITAL E MATERNIDADE JARDINS
HOSPITAL MARIA AUXILIADORA
HOSPITAL NIPO-BRASILEIRO - BENEFICÊNCIA NIPO-BRASILEIRA DE SÃO PAULO
HOSPITAL PRONTO NORTE
HOSPITAL PSIQUIÁTRICO ALAN KARDEC - FUNDAÇÃO ESPÍRITA ALAN KARDEC
HOSPITAL RENASCER
HOSPITAL SAMARITANO - SOCIEDADE HOSPITALAR SAMARITANO
HOSPITAL SANTA CATARINA
HOSPITAL SANTA HELENA
HOSPITAL SANTA LÚCIA
HOSPITAL SANTA MARCELINA
HOSPITAL SÃO CAMILO - SOCIEDADE BENEFICIENTE SÃO CAMILO
HOSPITAL SÃO LUIZ - REDE DOR SÃO LUIZ S/A
HOSPITAL SEPACO - SERVIÇO SOCIAL DA IND. DO PAPEL
HOSPITAL SIRIO LIBANES
HP - HEWLETT-PACKARD
HZ ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPALÕES LTDA
I&M PAPEIS E EMBALAGENS LTDA.
IATE CLUBE DE BRASÍLIA
IBI PROMOTORA DE VENDAS
IBM BRASIL - INDUSTRIA DE MAQUINAS E SERVIÇOS LTDA
IBM DO BRASIL
IDEAL TERRAPLANAGEM LTDA
IDEAS EDUCACIONAL
IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS
IMAGE STUDIO LTDA
INBRANDS SA
INDÚSTRIA MECÃNICAS ROCHFER
INFOJOBS BRASIL ATIVIDADES DE INTERNET LTDA
INFORMAÇÕES OBJETIVAS - IOB
INFOSOLO INFORMÁTICA LTDA.
INFRAMÉRICA CONCESSIONÁRIA DE BRASÍLIA S/A
INPAO - INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA
INSTITUDO BOLSA UNIVERSIDADE
INSTITUITO FEPAF
INSTITUTO DE PESQUISA E EDUCAÇÃO EM SAÚDE DE SP
INSTITUTO FEDERAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR - IFECON
INSTITUTO PREMIER
INTERTEK DO BRASIL INSPEÇÕES LTDA
IPMMI - HOSPITAL E CASA DE SAÚDE STELLA MARIS
IRMANDADE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SANTA RITA DO PASSA QUATRO
ISA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS
ISENÇÃO PLANEJAMENTO
ISENG MANUTENÇÃO PREDIAL LTDA
ISS SERVISYSTEM DO BRASIL LTDA
IT2B TECNOLOGIA E SERVIÇOS LTD
JAMEF TRANSPORTES LTDA
JAV INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS LTDA
JDEB EQUIPAMENTOS INOXIDÁVEIS
JUMIL - JUSTINO MORAIS IRMÃOS S/A
JUSTIÇA FEDERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
KALUNGA COMÉRCIO E INDÚSTRIA GRÁFICA LTDA.
KAZA SUSHI DELIVERY
KIMBERLY-CLARK
KINOPLEX
KINOPLEX - CINEMAS SÃO LUIZ S/A
KNOW HOW - ETI ESCOLA TÉCNICA DE INGLÊS
KPMG AUDITORES INDEPENDENTES
L.A. FALCÃO BAUER CENTRO TEC. DE CONTROLE DA QUALIDADE LTDA
LABFANTASMA - LABORATÓRIO FANTASMA - EMICIDA
LEGIS CLUB BRASIL
LEPOK INFORMÁTICA E PAPELARIA LTDA
LIFE INSURANCE BENEFICIÊNCIA PREVIDÊNCIA CULTURA E LAZER
LINCARD - LINCARD PROMOÇÕES E SERVIÇOS LTDA
LINCARD PROMOÇÕES E SERVIÇOS LTDA
LOCALCRED-MEVAL ASSES. E COBRANÇA LTDA. & MELHADO E ADVOGADOS ASSOCIADOS
LORENZETTI S/A
LUPORINI AUTO PEÇAS
LUPORINI DISTRIBUIDORA DE AUTOPEÇAS LTDA
MAGAZINE LUIZA S/A
MASH INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA
MASSAGUAÇU S/A
MASTERCLIN VANTAGENS - MASTERCLIN SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS LTDA
MD/ CONFENEM - MINISTÉRIO DA DEFESA E CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO
MEDGRUPO PARTICIPAÇÕES S/A
MELHADO E ADVOGADOS ASSOCIADOS S/C
METALÚRGICOS - SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDUSTRIAS METALURGICAS
METRÔ - COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO
MICROCAMP - FRANCA COMÉRCIO DE LIVROS E INFORMÁTICA - LTDA
MORMONS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA IGREJA DE JESUS CRISTO DOS ULTIMOS DIAS
MOTTA & OLIVEIRA S/C LTDA
NADARTE - NADARTE NATAÇÃO E ASSESSOORIA DESPORTIVA LTDA
NCT INFORMÁTICA LTDA
NESIC BRASIL S.A
NET SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO LTDA
NEXTEL TELECOMUNICAÇÕES LTDA
NEXTTECH LTDA.
NIG - INDÚSTRIA DE BRINQUEDOS LTDA.
NIG INDÚSTRIA DE BRINQUEDOS LTDA.
NIKEN INDUSTRIA E COMERCIO METALURGICA LTDA.
NIKKEY RADIOLOGIA - MEGADOC RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA
NOVA DISTRIBUIDOA DE VEICULOS LTDA
NOVA PONTOCOM COMERCIO ELETRONICO S/A
NOVA QUEST SERVIÇOS FINANCEIROS LTDA
NP GROUP - NP SOURCING TECNOLOGIA LTDA
O BOTICÁRIO - DACLE COSMÉTICOS LTDA
O BOTICÁRIO / QUEM DISSE BERENICE
ODONTOPREV
OIMASA IMPLEMENTOS E MÁQUINAS AGRÍCULAS S/A
ONGPA - ORG. NÃO GOVERNAMENTAL PROTEÇÃO AMBIENTAL
OPANANKEN ANTISTRESS CALÇADOS LTDA
ORBITAL SERVIÇOS E PROC INFORM COMERCIAIS
ORCOZOL ASSESSORIA E CONSULTORIA DE COBRANÇAS LTDA
ÓTICAS PRINCIPAL - CECILIA SILVA JUNQUEIRA COMP. LTDA
OVERLAKE VERNIZES GRAFICOS
PADARIA ESTRELA FRANCANA
PALÁCIO DAS FERRAMENTAS E PARAFUSOS LTDA
PANCO - LUA NOVA IND. COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA
PANSEG PROMOÇÕES E VENDAS LTDA
PÃO DE AÇÚCAR - CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO.
PARLA CONTACT CENTER LTDA
PEG LEV SECOS E MOLHADOS
PEPSICO DO BRASIL
PERNAMBUCANAS - ARTHUR LUNDGREN TECIDOS SA
PHINUS IND COM E DISTRIBUIDORA
PIRASSUNUNGA EDUCACIONAL LTDA
PIRELLI
PLANO FAMILIAR CASTELO EM VIDA LTDA
PLANUS INFORMÁTICA E TECNOLOGIA LTDA
PLANUS INFORMÁTICA E TECNOLOGIA LTDA.
PLK PROLINK ASSESSORIA CONTÁBL LTDA - EPP
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
PONTO FRIO - COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO
PREDIX SERVICE LTDA - DROGAVERDE
PREFEITURA DE CARVALHOPOLIS
PREFEITURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA CLIMÁTICA DE SANTA RITA DO PASSA QUATRO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CASCALHO RICO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CRISTAIS PAULISTA
PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZILIA
PREFEITURA MUNICIPAL DE ITUPEVA
PREFEITURA MUNICIPAL DE MINDURI
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LOURENÇO
PREFEITURA MUNICIPAL DE TRAJANO DE MORAES
PRONTOMED - HENRIQUE SILVA NONATO LTDA ME (HEALTH MOVEL)
PROTEGE S/A PROTEÇÃO E TRANSPORTE DE VALORES
PROXIS INTEGRAÇÃO COMERCIAL E SERVIÇOS LTDA
PTI - POWER TRANSMISSION
PWC - PRICEWATERHOUSECOOPERS
QUALIPOP LTDA EPP
QUIMICOSP - SIND. DOS TRAB. NAS IND. QUÍMICAS
R BRASIL SOLUÇÕES E ASSESSORIA EM COBRANÇA E TELEATENDIMENTO LTD
R.E TELECOMUNICAÇÕES
R1 CALL CENTER - R1 TELEMARKETING LTDA
RAKUTEN BRASIL INTERNET E SERVICE LTDA
RAPIDÃO COMETA LOGÍSTICA E TRANSPORTE S/A
RBRASIL SOL. ASS. COBR. TELEAT. LTDA
RELACON SERVIÇOS DE ENGENHARIA E TELECOMUNICAÇÃO LTDA
RENSZ CALÇADOS
RIOS UNIDOS USIMINAS
RIOS UNIDOS/USIMINAS
ROBOTTON & ASSOCIADOS CONSULTORES IMOBILIARIO LTDA
ROSSET E CIA.
ROYAL CITY OPERADORA DE CARTÃO BENEFICIOS E SERVIÇOS DE PUBLICIDADE - LTDA
RPE - ACADEMIA RPE DE GINASTICA LTDA (RUNNER)
RR CONSULTORIA DE COBRANÇA LTDA - EPP
RSA SEGUROS
S&L CONSULTORI ADMINISTRATIVA E ATIVIDADES EDUCACIONAIS
SAESP - SIND. DOS AEROVIÁRIOS NO ESTADO DE SÃO PAULO
SAMELLO FRANHISING LTDA
SANTA CASA DE FRANCA - FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE FRANCA
SANTA CRUZ MEDICAMENTOS - DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SANTA CRUZ
SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
SAP - SINDICATO DOS ATLETAS PROFISSIONAIS
SAPOS - SEMEANDO ATITUDES PARA O BEM ESTAR SOCIAL
SBS CONSULTORIA EM GESTÃO DE ATIVOS LTDA
SBT - TV SBT CANAL 4 DE SÃO PAULO S/A
SCHENKER DO BRASIL TRANSPORTES INTERNACIONAIS LTDA
SCHNEIDER ELETRIC BRASIL LTDA
SCIESP - SINDICATO DOS CORRETORES DE IMÓVEIS NO ESTADO DE SÃO PAULO
SEAETR - SINDICATO DOS EMPREGADOS ADMINISTRATIVOS DOS ESCRITÓRIOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS
SECSP - SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS DE SÃO PAULO
SEDIN - SIND. DOS TRAB. NAS UNID. DE EDUCAÇÃO INF. DA REDE DIRETA E AUT. DE SÃO PAULO - SEDIN
SEEP - SINDICATO DOS ENFERMEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SEESP - SINDICATO DOS ENFERMEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SENSE ELETRÔNICA LTDA
SERBEN - SER SISTEMA ÉTICO RELACIONAL EPP
SERCOM LTDA
SERVIDORES PÚBLICOS
SERVTEC ENERGIA E ENGENHARIA
SEVISSP - SIND. DOS EMP. EM EMPRESAS DE VIG. SEGURANÇA E SIMILARES DE SP
SHOPPING METRO ITAQUERA
SICOOB -METAL CRED - COOPERATIVA E.C.M. DOS METALURGICOS DE SÃO PAULO
SIEMACO - SIND. DOS TRAB. EM EMP. DE PREST. DE SERV. DE ASSEIO E CONS. E LIMP. URB. DE SP
SIMC/SP - SIND. DOS TRAB. NO MERCADO DE CAPITAIS DO ESTADO DE SP
SIMICRESP - SIND. DOS MINISTROS DE CULTOS RELIGIOSOS DO ESTADO DE SP
SINASEMPU - SINDICATO NACIONAL DOS SERVIDORES DO MPU
SINCAB - SIND. NACIONAL DOS TRAB. EM SIST. DE TV POR ASS. E SERVIÇOS ESPECIAIS DE TELECOM.
SINCAB - SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM SISTEMA DE TV POR ASSINATURA E SERVIÇOS ESPECIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES
SINCAB - SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM SISTEMAS DE TV POR ASSINATURA E SERVIÇOS ESPECIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES
SINCOELETRICO - SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL ELÉTRICO E APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO
SIND LATICINIOS E DERIVADOS - SIND. TRAB. NAS IND. DE LAT. E PROD. DERIVADOS NO MUNICIPIO DE SP
SIND. COMERCIÁRIOS SP - SINDICATO DOS COMERCIARIOS DE SÃO PAULO
SIND. COMERCIO DE GUARULHOS - SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DE GUARULHOS
SINDALESP - SIND. DOS SERV. PUB. DA ASS. LEG.A E DO TRIB. DE CONTAS DO ESTADO DE SP.
SINDALFAIATES ¿ SIND. DOS OFICIAIS ALFAIATES
SINDCONT - SINDICATO DOS CONTABILISTAS DE SÃO PAULO
SINDEEIA - SINDICATO DOS EMP.S DE INDUST. ALIMENTICIA DE SP E REGIÃO
SINDEEPRES - SIND. DOS EMP. EM EMP. DE PREST. DE SERV. A TERC. COL. E ADM. DE M.O
SINDESP DF - SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA
SINDESPORTE - SINDICATO DE EMPREGADOS DE CLUBES ESP.FEC.CONF. E ACADEMIAS ESP. NO ESTADO DE SP
SINDFOCOT - SIND. DOS EMP. EM FISC. INSP. E CONT. OPER. NAS EMP. DE TRAN. DE PAS. E TRAB. DO SIST. DE VEÍC. NO EST. DE SP
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE FRANCA
SINDICATO DOS BANCÁRIOS E FINANCIÁRIOS DE SÃO PAULO
SINDICATO DOS CORRETORES DE IMÓVEIS NO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESCRITÓRIO E EMPRESAS CONTÁBEIS DO RIO GRANDE DO SUL
SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDICATO DOS JORNALISTAS PROF. NO ESTADO DE SÃO PAULO - SJSP
SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMÉRCIO DE SÃO PAULO - SINDILOJAS
SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE CONCEIÇÃO DO RIO VERDE
SINDICATO DOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DO ENSINO MUN. DE SP.
SINDICATO DOS QUÍMICOS DE SÃO PAULO/TABOÃO DA SERRA/EMBU/EMBU GUAÇU E CAIEIRAS
SINDICATO DOS SECURITÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDICATO DOS SERVIDORES DA POLICIA CIVIL DO ESTADO DO PARÁ
SINDICATO DOS SERVIDORES DA SAÚDE - SINSAUDESP
SINDICATO DOS TRAB. DE INSD. QUIMICAS E FARMAC.DE SANTA ROSA E REGIÃO
SINDICATO DOS TRABALHADORES DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS - SIND-HC
SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS EMPRESAS E CURSOS DE INFORMATICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA ENERGIA ELÉTRICA DE SÃO PAULO
SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS
SINDICATO EDITORAS - SIND. DOS TRAB. EM EMP. EDIT. DE LIVROS
SINDICATOS DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DE ESTADO DE SÃO PAULO
SINDICATTO DOS SECURITÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDIESP - SIND. DOS TRAB. NAS EMP. E CURSOS DE INF. DO ESTADO DE SP
SINDIEVENTOS - SIND. INT. DOS TRAB
SINDIEVENTOS - SIND. INTER. DOS TRABALHADORES. EMP. AUTÔNOMAS NO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDIFARMA - SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE FARMÁCIA
SINDIFAST - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM REFEIÇÕES RÁPIDAS (FAST FOOD) DE SÃO PAULO
SINDIFEIRA DF
SINDIGUARDAS - SIND. DOS GURDAS CIVIS METROPOLITANOS DE SP
SINDIPEL DF
SINDIVAREJSTA DF
SINDJUS/DF SINDICATO DOS TRAB. DO PODER JUD. E DO MIN. PÚB. DA UNIÃO NO DISTRITO FEDERAL.
SINDLOG - SIND. DOS EMP. EM ESCR. DE TRANSP. RODOV. DE CARGAS SEC. E MOLHADAS
SINDLOG - SINDICATO DOS EMPREG. EM ESCRIT. DE EMP. DE TRANSP. CARGAS PESADAS E LOG. EM TRANSP. DE SP
SINDMETAL - SIND. DOS TRAB. NAS IND. DOS MET.
SINDMOTORISTAS - SINDICATO DOS MOTORISTAS E TRABALHADORES EM TRANSPORTE RODOVIÁRIO URBANO DE SÃO PAULO
SINDPD - SIND. DOS TRAB. EM PROC. DE DADOS E TEC. DA INFO. DO ESTADO DE SP
SINDPD SP - SINDICATO DOS EMPREGA. EM EMPRESAS DE PROCESSAMENTO DE DADOS
SINDPOLF - SIND. DOS SERV. PÚB.
SINDPRESP - SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS FABRICANTES DE PEÇAS E PRÉ-FABRICADOS EM CONCRETO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SINDREFEIÇÕES - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM REFEIÇÃO COLETIVAS DE SÃO PAULO
SINDRESP - SIND. DOS TRAB. NAS IND. FAB. DE PEÇAS E CONCRETO DO ESTADO DE SP
SINDSEP - SIND. DOS TRAB. NA ADM. PÚBLICA E AUTARQUIAS DO MUNICÍPIO DE SP
SINDSEP - SINDICATO DOS TRABALHADOR4ES NA ADM. PUBLICA E AUTOARQUIAS DO MUNICIPIO DE SÃO PAULO
SINDSER/DF - SIND. DOS SERV. E EMP. DA ADM. DIRETA
SINDTELECOMUNICAÇÕES - SIND. NAC. DOS TRAB. EM SIST. DE TV POR ASS. E SERV. ESPECIAIS DE TELECOM.
SINDTEXTEIS - SIND. DOS MESTRES E CONTRA-MESTRES TÊXTEIS NO ESTADO DE SÃO PAULO.
SINDVESTUÁRIOS - SIND. DOS TRAB. NAS INDÚSTRIAS DO VESTUÁRIO DE MOGI DAS CRUZES
SINESP - SINDICATO DOS NUTRICIONISTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
SINESP - SINDICATO DOS NUTRICIONITAS DO ESTADO DE SP
SINIMPLANTE - S.I.N. SISTEMA DE IMPLANTE NACIONAL S.A.
SINPEEM - SINDICATO DOS PROF. EM EDUCAÇÃO NO ENSINO MUNICIPAL DE SP
SINPOSPETRO - SINDICATO DOS EMPREGADOS EM POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
SINPRAFARMA - SIND. DOS PRAT. DE FARM. E DOS EMP. NO COM. DE DROGAS
SINPRF DF
SINSERV - SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE CARAGUATATUBA
SINSEXPRO - SIND. DOS TRAB. DAS AUT. DE FISC. DO EXERCÍCIO PROF. E ENT. COL.NO ESTADO DE SP
SINTAEMA - SIND. DOS TRAB. EM ÁGUA
SINTECT - SIND. DOS TRAB. NA EMP. BRAS. DE COR. E TELÉG. E SIM. DE SP E GRANDE SP
SINTECT/RPO - SINDICATO DOS TRABALHADORES NA EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS
SINTESP - SIND. DOS TÉCNICOS DE SEG. DO TRABALHO NO ESTADO DE SP
SINTETEL - SIND. DOS TRAB. EM TELECOMUNICAÇÕES NO ESTADO DE SP
SINTPQ - SIND. DOS TRAB. EM PESQUISA
SINTRACOOP - SINDICATO DOS TRABALHADORES CELETISTAS EM COOPERATIVAS
SINTRADETE - SIND. DOS TRAB. EMP. DE AUTO ESCOLA E CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES DE SP
SINTRATEL - SIND. DOS TRAB. EM TELEMARKETING DE SÃO PAULO E GRANDE SP
SITEL DO BRASIL LTDA
SITESP - SINDICATO DOS TÉC. DA FAZENDA EST. DO ESTADO DE SP
SJSP - SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DE SP
SOCIEDADE ASSISTENCIAL BANDEIRANTES
SOCIEDADE EDUCACIONAL SANTA ROSA DO VITERBO LTDA.
SODEXHO
SOFTPOOL COMÉRCIO DE INFORMÁTICA
SPAÇO ALTERNATIVO - JOANA D RIBEIRO - ME
SPOT - SOLUÇÕES EM RECURSOS HUMANOS
STARBUCKS
STEFANINI CONSULTORIA E ASSESSORIA EM INFORMÁTICA LTDA
STIEESP - SIND. DOS TRAB. NAS INDÚSTRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA DE SP
STONE WAY FORMATURAS
STTRUCA - SINDICATO DOS TRAB. E EMPRESAS DE TRANSP. RODOVIÁRIO LITORAL NORTE
SUCESSO BORDADOS CONFECÇÃO E PERFURAÇÕES LTDA
SUPERMERCADO GOMES LTDA
SUPERMERCADO IRMÃOS TORRES LTDA.
SUPERMERCADO ITAMONTE LTDA
SUPERMERCADO WILLIANS KLEBER LTDA.
SYMANTEC BRASIL COMÉRCIO DE SOFTEARE LTDA.
TB MANUFATURA DE MOSAICOS VIDROSOS E ARTESANATO EM VIDRO LTDA
TE ATENDE.COM / (PERTENCE AO GRUPO RR)
TECFIL - SOFAPE S/A
TECNOSET INFORMÁTICA PRODUTOS E SERVIÇOS LTDA
TEJOFRAN - ASSOCIAÇÃO DOS COLABORADORES DO GRUPO TEJOFRAN
TELBRAS GUIAS E LISTAS TELEFÔNICAS LTDA ME
TELEMAR NORTE LESTE S/A (OI TELEFONIA)
TELEPERFORMANCE CRM S.A
TELEPHOTO - MARIA REGINA FREITAS ME
TELESP CLUBE - SÃO PAULO
TIM BRASIL
TITAN PNEUS DO BRASIL LTDA
TIVIT TERCEIRIZAÇÃO DE PROCESSOS - CALL CENTER
TMKT BRASIL
TMS CALL CENTER S.A
TNL CONTAX S/A
TOQ COUROS COMÉRCIO DE COUROS LTDA
TORRES & ASSOCIADOS CONSULTORIA
TOTVS S/A
TRACKER DO BRASIL - ET DO BRASIL
TREINAMENTO DA LIDERANÇA CRISTÃ
TRIAD SOFT CONSULTORIA ACESSORIA E COMERCIO EM INFO LTDA
TRIO - UNITED INSTITUTE FLUENCE INSTITUTO DE IDIOMAS LTDA
TSA GESTÃO DE QUALIDADE
TVZ - GMZ CONFECÇÕES LTDA
TVZ - GMZ CONFECCOES
UMEO - UNIÃO MUNICIPAL DOS ESTUDANTES DE SÃO JOAQUIM DA BARRA
UNE WORK
UNIÃO DOS EMPREGADOS EM EDIFÍCIOS DE SÃO PAULO
UNIMED DO ESTADO DE SÃO PAULO - FEDERAÇÃO ESTADUAL DAS COOPERATIVAS MÉDICAS
UNITART
UNITONO SOCIAL CONTACT CENTER
URANET PROJETOS SISTEMAS
VENDIC INTELIGENCIA COMERCIAL - PHOENIX BPO SERVIÇOS E TELEATENDIMENTO LTDA-EPP
VIAÇÃO COMETA S.A
VICUNHA TÊXTIL S/A
VIGOR S/A
VIKAN CORPORATION S/A
VIKSTAR
VISTO TECNOLOGIA LTDA
VIVO S/A
VIVO S/A
VOCÊ CLUBE DE BENEFICIOS SOCIAIS
VR VENDAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS LTDA
YAMAHA MOTOR DO BRASIL
YASHMIN COMÉRCIO DE COSMÉTICOS LTDA

quinta-feira, 3 de março de 2011

Introdução aos Fios e Cabos
Emerson F. Tormann15:15

Os cabos elétricos de potência em baixa tensão são os responsáveis pela transmissão de energia em circuitos de até 1000 volts
Os principais componentes de um cabo de potência em baixa tensão são o condutor, a isolação e a cobertura, conforme indicado na figura 1.


Figura 1: Cabo elétrico de potência em baixa tensão típico

Alguns cabos elétricos podem ser dotados apenas de condutor e isolação, sendo chamados então de condutores isolados, enquanto que outros podem possuir adicionalmente a cobertura (aplicada sobre a isolação), sendo chamados de cabos unipolares ou multipolares, dependendo do número de condutores (veias) que possuem. A figura 2 mostra exemplos desses três tipos de condutores elétricos.

Figura 2: Tipos de cabos elétricos de potência em baixa tensão

Os Metais Utilizados como Condutores Elétricos

Em função de suas propriedades elétricas, térmicas, mecânicas e custos, o cobre e o alumínio são os metais mais utilizados desde os primórdios da indústria de fabricação de fios e cabos elétricos.

A prática nos leva a observar que, quase sempre, as linhas aéreas são construídas em alumínio e as instalações internas são com condutores de cobre. Verificamos ainda que, segundo a norma de instalações elétricas de baixa tensão, a NBR 5410, é proibido o uso de alumínio em instalações residenciais. Por quê essas diferenças entre os dois metais no campo de fios e cabos elétricos?

As três principais diferenças entre o cobre e o alumínio são: condutividade elétrica, peso e conexões
Condutividade Elétrica

Começamos a entender as diferenças pela condutividade elétrica. Todos os materiais conduzem corrente elétrica de um modo melhor ou pior. O número que expressa a capacidade que um material tem de conduzir a corrente é chamado de condutividade elétrica. Ao contrário, o número que indica a propriedade que os materiais possuem de dificultar a passagem da corrente é chamado de resistividade elétrica.

Segundo a norma “International Annealed Copper Standard” (IACS), adotada em praticamente todos os países, é fixada em 100% a condutividade de um fio de cobre de 1 metro de comprimento com 1 mm2 de seção e cuja resistividade a 20ºC seja de 0,01724 W.mm2/m (a resistividade e a condutividade variam com a temperatura ambiente). Dessa forma, esse é o padrão de condutividade adotado, o que significa que todos os demais condutores, sejam em cobre, alumínio ou outro metal qualquer, têm suas condutividades sempre referidas a aquele condutor. A tabela 1 ilustra essa relação entre condutividades.
MaterialCondutividade Relativa
ACS(%)
Cobre Mole100
Cobre Meio-Duro97,7
Cobre Duro97,2
Alumínio60,6
Tabela 1: Condutividade relativa entre diferentes materiais

A tabela 1 pode ser entendida da seguinte forma: o alumínio, por exemplo, conduz 3,9 % (100 - 60,6) menos corrente elétrica que o cobre mole. Na prática, isso significa que, para conduzir a mesma corrente, um condutor em alumínio precisa ter uma seção aproximadamente, 60 % maior que a de um fio de cobre mole. Ou seja, se tivermos um condutor de 10 mm2 de cobre, seu equivalente em alumínio será de 10 x 1,6= 16 mm2. Dissemos “aproximadamente” porque a relação entre as seções não é apenas geométrica e também depende de alguns fatores que consideram certas condições de fabricação do condutor, tais como eles serem nus ou recobertos, sólidos ou encordoados, etc.
Peso

A densidade do alumínio é de 2,7 g/cm3 e a do cobre de 8,9 g/cm3.

Se calcularmos a relação entre o peso de um condutor de cobre e o peso de um condutor de alumínio, ambos transportando a mesma corrente elétrica, verificamos que, apesar de o condutor de alumínio possuir uma seção cerca de 60% maior, seu peso é da ordem da metade do peso do condutor de cobre.

A partir dessa realidade física, estabeleceu-se uma divisão clássica entre a utilização do cobre e do alumínio nas redes elétricas. Quando o maior problema em uma instalação envolver o peso próprio dos condutores, prefere-se o alumínio por sua leveza. Esse é o caso das linhas aéreas em geral, onde as dimensões de torres e postes e os vãos entre eles dependem diretamente do peso dos cabos por eles sustentados. Por outro lado, quando o principal aspecto não é peso, mas é o espaço ocupado pelos condutores, escolhe-se o cobre por possuir um menor diâmetro. Essa situação é encontrada nas instalações internas, onde os espaços ocupados pelos eletrodutos, eletrocalhas, bandejas e outros são importantes na definição da arquitetura do local.

Deve-se ressaltar que, embora clássica, essa divisão entre a utilização de condutores de cobre e alumínio possui exceções, devendo ser cuidadosamente analisada em cada caso.
Conexões

Uma das diferenças mais marcantes entre cobre e alumínio está na forma como se realizam as conexões entre condutores ou entre condutor e conector.

O cobre não apresenta requisitos especiais quanto ao assunto, sendo relativamente simples realizar as ligações dos condutores de cobre.

No entanto, o mesmo não ocorre com o alumínio. Quando exposta ao ar, a superfície do alumínio é imediatamente recoberta por uma camada invisível de óxido, de difícil remoção e altamente isolante. Assim, em condições normais, se encostarmos um condutor de alumínio em outro, é como se estivéssemos colocando em contato dois isolantes elétricos, ou seja, não haveria contato elétrico entre eles. Nas conexões em alumínio, um bom contato somente será conseguido se rompermos essa camada de óxido. Essa função é obtida através da utilização de conectores apropriados que, com o exercício de pressão suficiente, rompem a camada de óxido. Além disso, quase sempre são empregados compostos que inibem a formação de uma nova camada de óxido, uma vez removida a camada anterior.
A Flexibilidade dos Condutores Elétricos

Um condutor elétrico pode ser constituído por uma quantidade variável de fios, desde um único fio até centenas deles. Essa quantidade de fios determina a flexibilidade do cabo. Quanto mais fios, mais flexível o condutor e vice-versa.

Para identificar corretamente o grau de flexibilidade de um condutor, é definida pelas normas técnicas da ABNT a chamada classe de encordoamento. De acordo com essa classificação apresentada pela NBR NM 280, são estabelecidas seis classes de encordoamento, numeradas de 1 a 6. A norma define ainda como caracterizar cada uma das classes, o que está indicado na coluna “características” da tabela 2.
Classe de encordoamentoDescriçãoCaracterísticcas
1Condutores Sólidos (fios)é estabelecida uma resistência elétrica máxima a 20ºC em w/km
1condutores encordoados, compactados ou nãoé estabelecida uma resistência elétrica máxima de 20ºC em w/km e um número mínimo de fios no condutor
4, 5 e 6condutores flexíveisé estabelecida uma reistência elétrica máxima de 20ºC em w/km e diâmetro máximo dos fios elementares do condutor
Tabela 2: Classes de encordoamento de condutores elétricos conforme a NBR NM 280

Em relação aos termos utilizados na tabela 2, temos:

Um fio é um produto maciço, composto por um único elemento condutor. Trata-se de uma ótima solução econômica na construção de um condutor elétrico, porém apresenta uma limitação no aspecto dimensional e na reduzida flexibilidade, sendo, em conseqüência, limitado a produtos de pequenas seções (até 16 mm2).
 

Figura 3: Fio

O termo condutor encordoado tem relação com a construção de uma corda, ou seja, partindo-se de uma série de fios elementares, eles são reunidos (torcidos) entre si, formando então o condutor. Essa construção apresenta uma melhor flexibilidade do que o fio. As formações padronizadas de condutores encordoados (cordas) redondos normais são: 7 fios (1+6), 19 fios (1+6+12), 37 fios (1+6+12+18) e assim sucessivamente. Nessa formação, a camada mais externa possui o número de fios da camada anterior mais seis.

Figura 4: Condutor encordoado redondo normal
Um condutor encordoado compactado é uma corda na qual foram reduzidos os espaços entre os fios componentes. Essa redução é realizada por compressão mecânica ou trefilação. O resultado desse processo é um condutor de menor diâmetro em relação ao condutor encordoado redondo normal, porém com menos flexibilidade.

Figura 5: Condutor encordoado compactado
Um condutor flexível é obtido a partir do encordoamento de um grande número de fios de diâmetro reduzido.

Figura 6: Condutor flexível
Observe que a NBR NM 280 estabelece valores de resistência elétrica máxima, número mínimo e diâmetro máximo dos fios que compõem um dado condutor. Isso, na prática, resulta que diferentes fabricantes possuam diferentes construções de condutores para uma mesma seção nominal (por exemplo, 10 mm2). A garantia de que o valor da resistência elétrica máxima não seja ultrapassada está diretamente relacionada à qualidade e à pureza do cobre utilizado na confecção do condutor.
Isolação dos Condutores Elétricos
Histórico

Os primeiros cabos isolados de que se tem notícia datam de 1795, utilizados em uma linha telegráfica na Espanha e eram isolados em papel. Seguiram-se os condutores cobertos por guta percha (uma planta nativa da Índia), os cabos em papel impregnado em óleo, os cabos em borracha natural (início do século XX), em borracha sintética (EPR) e PVC (ambos logo após a Segunda Guerra Mundial).

Embora possuíssem excelentes características isolantes, os cabos isolados em papel foram perdendo aplicações ao longo do tempo, principalmente devido à dificuldade de manuseio durante a sua instalação, sobretudo na realização de emendas e terminações. Isso propiciou a popularização dos cabos com isolações sólidas, tais como o PVC.
Para que Serve a Isolação?

A função básica da isolação é confinar o campo elétrico gerado pela tensão aplicada ao condutor no seu interior. Com isso, é reduzido ou eliminado o risco de choques elétricos e curtos-circuitos.

Podemos comparar a camada isolante de um cabo com a parede de um tubo de água. No caso do tubo, a parede impede que a água saia de seu interior e molhe a área ao seu redor. Da mesma forma, a camada isolante mantém as linhas de campo elétrico (geradas pela tensão aplicada) “presas” sob ela, impedindo que as mesmas estejam presentes no ambiente ao redor do cabo.

No caso do tubo, não pode haver nenhum dano à sua parede, tais como furos e trincas, sob pena de haver vazamento de água. Da mesma forma, não podem haver furos, trincas, rachaduras ou qualquer outro dano à isolação, uma vez que isso poderia significar um “vazamento” de linhas de campo elétrico, com subsequente aumento na corrente de fuga do cabo, o que provocaria aumento no risco de choques, curtos-circuitos e até incêndios.
Principais Características das Isolações Sólidas

De um modo geral, as isolações sólidas possuem uma boa resistência ao envelhecimento em serviço, uma reduzida sensibilidade à umidade e, desde que necessário, podem apresentar um bom comportamento em relação ao fogo. Vejamos a seguir as principais características específicas do composto isolante mais utilizados atualmente: o PVC.
Cloreto de Polivinila (PVC)

• é, na realidade, uma mistura de cloreto de polivinila puro (resina sintética), plastificante, cargas e estabilizantes;

• sua rigidez dielétrica é relativamente elevada, sendo possível utilizar cabos isolados em PVC até a tensão de 6 kV;

• sua resistência a agentes químicos em geral e a água é consideravelmente boa;

• possui boa característica de não propagação de chama.
O Dimensionamento dos Cabos em Função da Isolação

As duas principais solicitações a que a camada da isolação está sujeita são o campo elétrico (tensão) e a temperatura (corrente).
A Tensão Elétrica

Em relação à tensão elétrica, como vimos anteriormente, o PVC está limitado a 6 kV, o que o torna recomendado para emprego em cabos de baixa tensão, seja de potência, de controle, de sinal ou para ligação de equipamentos.

A principal característica construtiva dos cabos associada com a tensão elétrica é a espessura da isolação. Ela varia de acordo com a classe de tensão do cabo e da qualidade do material utilizado e é fixada pelas respectivas normas técnicas aplicáveis. Em geral, quanto maior a tensão elétrica de operação do cabo, maior a espessura da isolação.
A Corrente Elétrica

É sabido que todo condutor elétrico percorrido por uma corrente aquece. E também é sabido que todos os materiais suportam, no máximo, determinados valores de temperatura, acima dos quais eles começam a perder suas propriedades físicas, químicas, mecânicas, elétricas etc.

Desse modo, a cada tipo de material de isolação correspondem três temperaturas características que são:

• Temperatura em Regime Permanente
É a maior temperatura que a isolação pode atingir continuamente em serviço normal. É a principal característica na determinação da capacidade de condução de corrente de um cabo.

• Temperatura em Regime de Sobrecarga
É a temperatura máxima que a isolação pode atingir em regime de sobrecarga. Segundo as normas de fabricação, a duração desse regime não deve superar 100 horas durante doze meses consecutivos, nem superar 500 horas durante a vida do cabo.

• sua resistência a agentes químicos em geral e a água é consideravelmente boa;

• Temperatura em Regime de Curto-circuito
É a temperatura máxima que a isolação pode atingir em regime de curto-circuito. Segundo as normas de fabricação, a duração desse regime não deve superar 5 segundos durante a vida do cabo.

A tabela 3 indica as temperaturas características das isolações em PVC e EPR.
Temperatura em Regime (°C)Temperatura em Sobrecarga (°C)Temperatura em curto-circuito (ºC)
70100160

Temperaturas Características do PVC 

Temperatura em Regime (°C)Temperatura em Sobrecarga (°C)Temperatura em curto-circuito (ºC)
70100160
Temperaturas Características do EPR

Cobertura

Em algumas aplicações, é necessário que a isolação seja protegida contra agentes externos tais como impactos, cortes, abrasão, agentes químicos, etc.

Nesses casos, os cabos elétricos são dotados de uma cobertura e são então chamados de cabos unipolares ou multipolares.

A escolha do material de cobertura deve levar em conta os diversos agentes externos, sendo que para aplicações de uso geral, com solicitações externas “normais”, o material mais utilizado como cobertura é o PVC, cujas características principais encontram-se nas tabelas 4 e 5.
Características mecânicasMB
Nível de perdas dielétricasR
Resistência as intempériesB
Resistência a propagação de chamaB
Resistência ao ozônioE
Resistência ao calorB
Resistência ao óleoB
Tabela 4: Principais características do PVC
Resistência ao óleo
Ácido acético 50%Resistência Total
Ácido Clorídrico 10%Resistência Total
Ácido Nítrico 10%Resistência Total
Ácido Sulfúrico 10%Resistência Total
Bases
AmoníacoResistência Total
Soda 10%Resistência Total
Soda 70%Resistência Total
Sais
Cloreto de BárioResistência Total
Dicromato de PotássioResistência Total
Dicromato de SódioResistência Total
CalResistência Total
Sulfato de CobreResistência Total
Solventes
Álcool EtílicoResistência Limitada
Álcool MetílicoResistência Limitada
Água - 100%Resistência Total
FenolNenhuma Resistência
BenzenoNenhuma Resistência
ToluenoNenhuma Resistência
ButanolResistência Limitada
PetróleoResistência Limitada
AcetonaNenhuma Resistência
Óleo de transformadorResistência Limitada
Tabela 5: Resistência do PVC aos produtos químicos

Características Gerais dos Cabos Elétricos de Potência em Baixa Tensão
Resistência à Chama

Um cabo elétrico pode apresentar um volume significativo de material combustível na isolação, na cobertura (quando ela existir) e, eventualmente, em outros componentes. Assim, é importante que, quando da ocorrência de um incêndio, os cabos não sejam agentes propagadores da chama, colocando em perigo as pessoas e o patrimônio.

Com o objetivo de garantir que os cabos sejam resistentes à chama, eles são ensaiados de modo a comprovar que uma chama não possa se propagar indevidamente pelo cabo, mesmo em casos de exposições prolongadas ao fogo.

Para os cabos isolados em PVC, é previsto o Ensaio de queima vertical (fogueira), conforme a NBR 6812: trata-se de submeter um feixe de cabos de 3,5 m de comprimento à chama produzida por um queimador padrão, durante 40 minutos. Ao final da exposição, o dano provocado pelo fogo deve estar limitado a um certo comprimento da amostra ensaiada.

Os condutores isolados que superam o ensaio de queima vertical são designados por BWF e os cabos unipolares ou multipolares são chamados de resistentes à chama.

Mais do que estética, a identificação por cores dos condutores em uma instalação elétrica tem como finalidade facilitar a execução das conexões, emendas e todas as intervenções em geral para manutenção. Além disso, a correta identificação aumenta em muito a segurança das pessoas que lidam com o sistema. A norma brasileira de instalações de baixa tensão (NBR 5410/97) faz recomendações claras a respeito da maneira adequada para se identificar os componentes em geral e os condutores em particular. A seguir, são destacados os itens da Norma Brasileira relativos à identificação dos condutores.
• Condutor Neutro

• "6.1.5.3.1 Qualquer condutor isolado, cabo unipolar, ou veia de cabo multipolar utilizado como condutor neutro deve ser identificado conforme essa função. Em caso de identificação por cor, deve usada a cor azul-claro na isolação do condutor isolado ou da veia do cabo multipolar, ou na cobertura do cabo unipolar.

NOTA - A veia com isolação azul-claro de um cabo multipolar pode ser usada para outras funções, que não a de condutor neutro, se o circuito não possuir condutor neutro ou se o cabo possuir um condutor periférico utilizado como neutro."

Observe que a norma não obriga o uso de cores para identificar um condutor, uma vez que ela diz: "Em caso de identificação por cor ....". Em alternativa às cores, podem ser utilizadas gravações numéricas aplicadas na isolação do cabo ou também podem ser empregados sistemas externos de identificação tais como anilhas, adesivos, marcadores, etc.(figura 2).

Outro ponto importante está destacado na Nota anterior, onde se permite o uso da cor azul-clara para outra função apenas no caso da veia de um cabo multipolar. Ou seja, mesmo que uma instalação não possua o neutro, caso se utilizem condutores isolados e/ou cabos unipolares, o azul-claro não poderá ser utilizado em nenhuma hipótese.
• Condutor de Proteção

"6.1.5.3.2 Qualquer condutor isolado, cabo unipolar, ou veia de cabo multipolar utilizado como condutor de proteção (PE) deve ser identificado de acordo com essa função. Em caso de identificação por cor, deve ser usada a dupla coloração verde-amarelo (cores exclusivas da função de proteção), na isolação do condutor isolado ou da veia do cabo multipolar, ou na cobertura do cabo unipolar.

NOTA - Na falta da dupla coloração verde-amarelo, admite-se, provisoriamente, o uso da cor verde."

• Nesse caso, não se admite utilizar, sob nenhuma hipótese, as cores verde-amarela e verde para outra função que não a de proteção. Quanto ao termo " admite-se, provisoriamente...", não há nenhuma data limite estabelecida para se eliminar o uso da cor verde como proteção. Aliás, é mais comum encontrar-se no mercado o cabo totalmente verde do que o verde-amarelo
• Condutor PEN

• Trata-se aqui do condutor com dupla função: proteção (PE) e neutro (N). Lembre-se que seu uso ocorre nos sistemas de aterramento tipo TN-C e que há limitações quanto à seção nominal mínima desses condutores (ver item 6.4.6.2 da NBR 5410/97). Sobre a identificação do PEN, temos:

"6.1.5.3.3 Qualquer condutor isolado, cabo unipolar, ou veia de cabo multipolar utilizado como condutor PEN deve ser identificado de acordo com essa função. Em caso de identificação por cor, deve ser usada a cor azul-claro, com anilhas verde-amarelo nos pontos visíveis ou acessíveis, na isolação do condutor isolado ou da veia do cabo multipolar, ou na cobertura do cabo unipolar."

Os " pontos visíveis ou acessíveis..." mencionados ocorrem, por exemplo, no interior dos quadros, caixas de passagem e de ligações.
• Condutor Fase

"6.1.5.3.4 Qualquer condutor isolado, cabo unipolar, ou veia de cabo multipolar utilizado como condutor de fase deve ser identificado de acordo com essa função. Em caso de identificação por cor, poderá ser usada qualquer cor, observadas as restrições estabelecidas em 6.1.5.3.1, 6.1.5.3.2 e 6.1.5.3.3.

NOTA - Por razões de segurança, não deve ser usada a cor da isolação exclusivamente amarela, onde existir o risco de confusão com a dupla coloração verde-amarelo, cores exclusivas do condutor de proteção."

Resumidamente, os fases podem ser de qualquer cor, exceto azul-claro, verde ou verde-amarela.

• Coberturas dos Cabos de Baixa Tensão Uni ou Multipolares

Analisando-se os itens anteriores, verificamos que, no caso de identificação por cores, as coberturas dos cabos unipolares devem ser azul-claro para o condutor neutro e PEN, verde ou verde-amarela para o PE e de qualquer outra cor que não as anteriores para os fases

Já para os cabos multipolares, em princípio, a cobertura pode ser de qualquer cor, uma vez que as prescrições referem-se apenas às veias no interior do cabo. Uma recomendação sensata, no entanto, é não se utilizar coberturas de cabos multipolares nas cores azul-clara, verde ou verde-amarela, para que não haja confusão com as funções de neutro e proteção.
Maneiras de Instalar Recomendadas para Cabos de Potência em Baixa Tensão

A instalação de cabos de potência em baixa tensão no Brasil é normalizada pela NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão.

Ela prevê que os cabos devem ser instalados em função do seu tipo construtivo, ou seja, considerando-se se eles são condutores nus, condutores isolados, cabos unipolares ou cabos multipolares, conforme a tabela 6.
Método de Instalação
Tipo de CaboEle-trodutoMol-duraDire-tamente fixadosBadeja escada para cabos prate-leiraSu-porteCalhaDireto (sem fixação)Sobre Isola-dores
Cond. Isolados++---+-+
Cabos Unipolares++++++++
Cabos Multipolares+0+++++0
Condutor Nu-------+
Tabela 6: Escolha do tipo de linha elétrica

Fonte: ipce.com.br